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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

OS PROTESTANTES ESTÃO CRESCENDO?


Como blindar seu casamento contra traições


Como blindar seu casamento contra traições
 
Em um casamento há sempre duas partes, e as duas partes fizeram um convênio de amor, respeito e fidelidade. Quando uma das partes quebra esse acordo, há sempre muita dor, tristeza, decepção, sonhos são desfeitos, lares destruídos e filhos órfãos de pais vivos... É como uma ferida difícil de cicatrizar.

A mídia, as novelas, os filmes e até boa parte da sociedade, faz da traição algo simples de se praticar e algo fácil de resolver, mas na realidade não é bem isso. As consequências de uma traição são devastadoras, não só para o casal, mas para a terceira pessoa, bem como para os filhos, familiares e amigos de ambos, é muita dor.

Para que vocês não passem por uma traição preparamos algumas dicas de como blindar o seu casamento contra ela.

1- Amor. O Casal deve demonstrar o seu amor sempre, com beijos, abraços, carinho, um bilhetinho, uma gentileza; conversem, contem como foi o seu dia. São pequenos atos que fazem muita diferença no dia a dia.

2- Respeito. O respeito deve ser prioridade em todos os relacionamentos, é ele quem dita as regras do tamanho de uma briga; na verdade, quando se tem respeito, nem há brigas.

3- Façam um acordo. Muito importante no início do namoro ou do casamento, mas válido em qualquer época. O acordo deve ser assim: prometem um ao outro que se algo mudar, nunca irá ficar calado e nunca irão trair, sendo mais fácil terminar a relação do que cometer uma traição. Ou vocês podem criar o acordo de vocês, isso é só um exemplo.

4- Bom humor. Mantenha o bom humor sempre, ninguém gosta de ficar ao lado de uma pessoa amargurada, que só reclama de tudo. Suavize.

5- Elogio. Elogie o seu amor diante de suas conquistas, todo mundo gosta de ser reconhecido, e o nosso cônjuge deve ser o primeiro a fazer isso.

6- Finanças. Tenham uma boa administração financeira, façam uma poupança, paguem suas contas, não adquiram dívidas; muitos casamentos caem nas garras da traição quando o casal passa por problemas financeiros.

7- Admiração pessoal. Estudem, façam um curso, ou algo que engrandeça seu lado pessoal, desperte no cônjuge sua admiração.

8- Façam metas. Façam metas mensais, assim vocês sempre sentirão o prazer de atingi-las mais rápido e terão mais motivação em outras metas.

9- Cuide-se. Cuide de sua aparência; cabelos, unhas, roupas tudo deve estar sempre limpo; fazer as unhas, um corte no cabelo, uma maquiagem são bem-vindos; e ninguém gosta de ficar ao lado de uma pessoa desleixada, fedida; perfume-se. Cuide de sua saúde, do seu corpo, façam alguma atividade física juntos, além de melhorar o condicionamento físico, vocês ficarão um tempo juntos. E não se esqueçam de cuidar também da saúde bucal, muito importante no casamento, afinal, como podemos beijar alguém com mau hálito? Não dá.

10- Sexo. Sejam bem resolvidos sexualmente, conversem francamente, afinal, vocês são casados!

11- Evitem o sexo oposto. Evitem ficar a sós com o sexo oposto, conversas muito extensas, confidências, e caronas devem ser evitadas ao máximo.

12- Religião. Busque uma religião, os casamentos costumam durarem mais sob os convênios de uma religião, e sem falar em seus ensinamentos e nas amizades com os mesmos valores que vocês possuem e buscam.

As relações devem permanecer assim, como começaram. E se mudarem, que mudem para melhor, pois ninguém é obrigado a ficar ao lado de alguém que não lhe faz bem. Mas o maior problema é que as pessoas não sabem como resolver isso e acabam traindo, como solução para seus problemas, quando na verdade estão criando outro problema. Que a verdade seja sempre o melhor meio de comunicação entre o casal.

Que as dicas sirvam para que o amor, respeito e fidelidade sejam consequência da união de vocês.
FONTE ELETRÔNICA;
 

QUAL A VERDADEIRA IGREJA FUNDADA POR JESUS CRISTO?

Jesus fundou uma Igreja e Única Igreja: “E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.”(Mt ...16,18-19).

A interpretação protestante de que a pedra é o próprio Jesus não tem lógica alguma, é um argumento muito fraco, criado pelo Pai da Mentira. É só ler o versículo seguinte: “Eu te darei as chaves do Reino dos céus...”. Se Jesus não fundasse a Igreja sobre Pedro, por quê iria lhe entregar as chaves do Reino? E por quê lhe daria o poder: “tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”.(Mt 16,19).?

I Parte – O Primado de Para bom entendedor meia palavra basta, diz o ditado. Mas o Senhor Jesus sabendo que teríamos de explicar essa passagem a muitos que não querem entender. Confirmou a autoridade de Pedro de muitas outras maneiras.

1. Pedro recebe autoridade:

a) Logo quando André, irmão de Simão (Pedro) o levou até Jesus, este “fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de João; serás chamado Cefas (que quer dizer pedra)”(Jo 1,42). Note que a promessa de transformar Simão em Rocha já acontece no seu primeiro encontro com Jesus.

b) Satanás na sua astúcia percebera a escolha que Jesus fizera por Pedro e já desencadeara sobre ele todo o seu ódio, (Hoje faz o mesmo com seus sucessores, taxando-os até de besta):

“Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como o trigo”(Lc 22,31). Mas Jesus socorreu a Pedro (e socorre hoje os seus sucessores, por isso a Igreja de Cristo permanece de pé há 2.000 anos):

“mas eu roguei por ti, para que a tua confiança não desfaleça”(Lc 22,32a) e lhe deu autoridade sobre os seus: “ e tu, por tua vez, confirma os teus irmãos”(Lc 22,32b).
c) Tendo consumado sua missão terrena e estando para voltar aos céus, Jesus torna a confirmar Pedro como pastor do SEU REBANHO:
“Disse-lhe Jesus: Apascenta os meus cordeiros.”(Jo 21,15 );
“Disse-lhe Jesus: Apascenta os meus cordeiros” (Jo 21,16);
“Disse-lhe Jesus: Apascenta as minhas ovelhas”(Jo 21,17 ).

Agora, meu amigo, negar todas estas evidências. Todas estas palavras repetidas e ratificadas, desculpe, mas não é apenas falta de fé. É falta de inteligência mesmo! Qualquer criança entende isto.

2. Assumindo e exercendo a autoridade recebida do Senhor) Pedro fala em nome dos apóstolos, diante de Jesus:

“Então Jesus perguntou aos Doze: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe Simão Pedro:

"Senhor, a quem iríamos nós? Tu tens as palavras da vida eterna”(Jo 6,66-67) (Note o detalhe: Jesus perguntou aos doze!);

b) Pedro é o primeiro a discursar, em Pentecostes: “Pedro então, pondo-se de pé em companhia dos Onze, com voz forte lhes disse...”(At 2,14);

c) Pedro dirige a reunião para escolher o substituto de Judas Iscariotes:
“Num daqueles dias, levantou-se Pedro no meio de seus irmãos, na assembléia reunida...”(At 1,15);

d) Pedro aparece exercendo seu ministério em TODA A IGREJA, confirmado seus irmãos:
“Pedro, que caminhava por toda parte, de cidade em cidade, desceu também aos fiéis que habitavam em Lida”(At 9,32);

e) Para confirmar os irmãos da casa de Cornélio, Deus envia Pedro, através da visão:
“Enquanto Pedro refletia na visão, disse o Espírito: Eis aí três homens que te procuram. Levanta-te! Desce e vai com eles sem hesitar, porque sou eu quem os enviou.”(At 10,19-20);

f) No primeiro concílio da Igreja (o Concílio de Jerusalém), Pedro confirma a sua autoridade sobre os demais apóstolos:

“Pedro levantou-se e lhes disse: Irmãos, vós sabeis que já há muito tempo Deus me escolheu dentre vós...”(At 15,7).

g) O nome Pedro (Simão ou Cefas) é de longe o mais citado (191 vezes), enquanto o segundo lugar (João) aparece 48 vezes. E é citado sempre em primeiro lugar. Impossível negar tal proeminência!
 
 

MALDITA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE


O assédio das seitas evangélicas aos Católicos que não estudam a doutrina da Santa Igreja

O contexto abaixo destina-se aos católicos para que estejam preparados para os ataques constantes de maus protestantes aos dogmas e confissões de fé da Santa Igreja. Lembramos que nem todos os protestantes observam o catolicismo com hostilidade e não poucos fiéis e pregadores realizam boas obras e assumem compromissos sólidos com a palavra de DEUS. Abaixo, conforme já disse, apresento uma espécie de sugestões que visam afugentar membros de denominações que se dizem protestantes, as quais insistem em polêmicas e que visam atacar dogmas de fé e preceitos católicos. Reconheço que é direito de todo e qualquer cidadão exercer livremente sua fé e até mesmo propaga-la, desde que tal empenho não venha demandar qualquer ato de violência ou grave ameaça. Repudio toda e qualquer forma de discriminação religiosa.

A abordagem de um protestante a um católico desinformado sobre a Santa Igreja inicia-se geralmente da seguinte maneira:

Protestante: “Posso falar um minutinho com o senhor ?”

Católico: “Sim”

Protestante: “O Senhor crê em DEUS ?”

Católico: “Sim”

Protestante: “O senhor crê na Bíblia ?”

Católico: “Sim”

Protestante: “O senhor concorda que a Bíblia é a verdade ?” Nesse ponto o católico será doutrinado e muitas vezes convencido. A resposta do católico a pergunta do protestante, naturalmente, é sim. Lógico que o católico crê na Bíblia. Então o protestante diz, por exemplo: “O senhor diz crer na bíblia. Portanto, o senhor concorda que tudo aquilo que está fora da Bíblia não deve merecer crédito ?” Resposta de um católico sem instrução: “Sim. O que está fora da Bíblia tem que ser rejeitado.” O católico está pronto para questionar a fé católica e o magistério da Santa Igreja.

Prossegue o protestante: “O senhor poderia me mostrar pela Bíblia onde está escrito que Maria é medianeira ?” Ou então: “O senhor poderia me mostrar na Bíblia onde está escrito que Maria foi assunta ao céu ?”

O católico não instruído e que concordou com o protestante começa a se enrolar. A resposta católica à pergunta protestante deveria ser: Católico: “Creio sim na Bíblia. Creio tanto que sigo o magistério da Igreja, coluna e sustentáculo da verdade. E dessa forma, não questiono seus dogmas e confissões de fé. Não duvido, não divido e não careço de provas. Creio de todo o meu coração.”E o católico deveria perguntar ao protestante: “Onde está na sua Bíblia que própria Bíblia é a única fonte de revelação ?”

Infelizmente, grande parte dos católicos desconhece que o depósito integral da fé católica constitui-se de Sagradas Escrituras,Tradição Apostólica e o Magistério da Igreja. Por isso o católico acaba por aceitar os argumentos protestantes. Não estamos obrigados a provar nada pela Bíblia. São os protestantes que estão obrigados. Foram eles que acataram as heresias de Lutero homem.

O fato é que sempre que se parte de premissas falsas, chega-se a conclusões igualmente falsas. A Bíblia não se auto define como única fonte de revelação. Este é um questionamento que o protestante não faz a si mesmo. Quem lhe dá certeza de que a Bíblia é a única fonte de revelação se ela nada fala a respeito de si própria como tal ? Em verdade, o protestante copia a doutrina de Lutero. Lutero homem, portanto, falho.

Outra pergunta que um católico poderia fazer ao protestante é: “Onde está na sua Bíblia a relação dos livros inspirados ?” Ora, se a Bíblia nada fala a respeito dos livros inspirados, só é possível ao protestante crer na Bíblia se vier aceitar a autoridade católica, já que foi a Santa Igreja que compilou e definiu todos os textos e livros. O que Lutero homem, adúltero e bêbado fez, foi retirar livros e distorcer tantos outros. Eis a Bíblia protestante !

Como o protestante pode ter certeza se os livros que consulta são aqueles que foram inspirados se a Bíblia nada fala a respeito dos livros inspirados ? Para provar que sua Bíblia é a Bíblia correta, o protestante necessariamente terá que sair da Bíblia e crer em homens. Na prática, quando o protestante “provar” que a sua Bíblia é a Bíblia correta, estará em verdade dizendo que nem tudo está na Bíblia, pois a sua “veracidade” só poderá ser demonstrada fora da Bíblia que nada diz respeito sobre ser única fonte de revelação ou sobre os livros inspirados.

O protestantismo é contraditório em si mesmo. Algumas sugestões práticas podem ajudar aos católicos a inibirem o proselitismo protestante. Vejamos alguns exemplos:

Sabemos que a Bíblia não é contraditória em ponto algum e portanto, não seria possível que a mesma se auto definisse como única fonte de revelação e ao mesmo tempo instruísse os cristãos a seguirem o magistério da Igreja. Faça como eles. Peça o texto bíblico que define a Bíblia como única fonte de revelação. Certamente eles não encontrarão o texto e então o católico poderá dizer-lhe: “A Igreja e somente a Igreja é coluna e sustentáculo da verdade. Sem a Igreja a verdade não se sustenta.”

Quando um protestante disser, por exemplo, que crianças não devem ser batizadas, pergunte onde está escrito na Bíblia que não se deve batizar crianças e que todos só devem ser batizados quando tiverem “entendimento” ou quando decidirem levantar o dedo e “aceitar Jesus” em algum templo protestante? Pergunte logo a seguir por que ele não recita o pai nosso que está na bíblia e que Jesus professou ? E peça sempre os textos bíblicos.

Quando o protestante começar a citar dogmas católicos que ele julga que não encontram referências bíblicas, pergunte outra vez: “você crê na bíblia ? “ Pergunte ainda: “você crê de fato que a bíblia é 100% verdadeira ? “ Ele responderá sim. Não terá outra saída. Então diga: “A Igreja é coluna e sustentáculo da verdade”. Conclua: “Eu sigo o magistério da Igreja.” E pergunte: “você faz o mesmo ou crê em sua interpretação pessoal ? “ E logo a seguir afirme. “A Bíblia ensina que interpretação alguma é de caráter individual.” Se ele disser que segue o magistério da Igreja, pergunte de que Igreja ele está falando se nenhuma das igrejas protestantes existiam quando da compilação que deu origem a Bíblia.

O protestante poderá alegar que pertence à Igreja Invisível. Eles utilizam muito tal expressão para justificarem sua rebeldia contra a Santa Igreja. Aproveite e pergunte onde está na Bíblia que existe uma igreja invisível ? Peça o texto bíblico que fala claramente sobre a Igreja invisível. Nós é que podemos falar em Igreja invisível. A Igreja nos ensina que igreja é muito mais do que construções.

Eles confundem examinar com interpretar.

Em algum momento ele dirá que a palavra de Deus manda examinar as escrituras. Eles confundem examinar com interpretar. Você pergunta mais uma vez: “O senhor já leu na bíblia que nenhuma interpretação é de caráter individual ? “Quando não possuem respostas eles fazem duas outras perguntas fora do contexto inicial. Fique atento. Só se deve passar para outro tema havendo a conclusão do tema anterior.

Ele tentará dizer: “a bíblia manda ir a todo lugar e pregar.” Então lhe diga: “Ora, se a cada protestante pode ler a Bíblia e interpreta-la, ao invés de dízimos, por que não a impressão de Bíblias para todos ? “ E acrescente também: “Se você é inspirado pelo Espírito Santo quando lê a Bíblia, basta você entregar uma Bíblia para o seu irmão que ainda não crê que o próprio Espírito Santo irá iluminá-lo e orienta-lo também”.

O protestante poderá então dizer que a fé vem pelo ouvir. Então diga que se a fé vem pelo ouvir, e de fato vem, é melhor escutar o que a Santa Igreja ensina do que confronta-la a partir de um leitura meramente privada. E se todos que são protestantes já estão salvos pelo Sola Fide (basta crer), por que eles continuam pregando para quem já está salvo a partir de cultos e reuniões que celebram?

Pergunte, por exemplo, onde está escrito que Lutero é santo ? Ele dirá que Lutero não é santo ou que não existe amparo bíblico para considera-lo como tal. Então emende: “Lutero não é santo ? Você está me dizendo que ele é pecador como eu ou você ?” Eles gostam de jogar com palavras e estão prontos para usar tudo que você disser contra você mesmo. Ele terá que dizer que Lutero era pecador. Então pergunte por que ele segue a teoria de Lutero sobre o Sola Scritpura (Só a Bíblia) se sabe que Lutero era pecador ?

Antes que ele responda, pergunte se ele já leu na bíblia: “maldito o homem que confia em outro homem” ? Se você fosse protestante debochado diria que se ele permanecer confiando em outro homem, no caso Lutero, estará afrontando a bíblia e andando fora da Palavra. Essas são expressões que eles gostam. Mas não use de escárnio. Isto não nos fica bem. Se você fosse protestante ainda poderia dizer-lhe para olhar somente para Jesus. Eles sempre dizem isso para nós. Por certo ele ficaria irritado e já não seguiria a doutrinação mental que recebeu. Mas nesta hipótese, usando deboche e presunção, que méritos teríamos ?

Concentremo-nos nos ensinamentos da Santa Igreja e deixemos de lado os chavões comuns aos protestantes. Talvez nem seja necessário esse grande número de questionamentos que apontei para um católico se ver livre do assédio de um mau protestante. Talvez você não tenha experiência ou eloquência para sustentar um debate tão prolongado e tão cheio de nuances.

Alguns doutrinadores protestantes dizem que eles não devem insistir com alguém resistente. Segundo um destes doutrinadores, se um não quer, tem 8 ou 9 que são frágeis e, portanto não se deve perder tempo com aqueles que oferecem resistência. Você só não pode esperar que ele facilmente concorde com você e se converta. O objetivo é dispersá-lo.

A conversão de um protestante ao catolicismo raramente se dá por exercício intelectual. O protestante é filho de Lutero. E quando falamos filho e não seguidor, é porque até mesmo Lutero é seguido apenas parcialmente. Apenas quando lhes interessa, em especial no Sola Scriptura para afrontar o catolicismo. Portanto, sendo filhos de Lutero, são necessariamente auto suficientes e apologistas de suas próprias doutrinas particulares. Cada protestante é uma espécie de dono da Bíblia. Professor, mestre, teólogo, rei, sacerdote, profeta e sempre julgará conhecer mais de catolicismo do que o próprio católico.

Se consideram superiores ao Papa e mesmo ao Magistério da Igreja de 2000 anos. Não aceitam nem mesmo os seus pares, razão pela qual fundam milhares de denominações. Se chamado atenção, o protestante muda de denominação, faz beicinho, nega fala, rompe relacionamentos, sai de casa, larga família, deixa a denominação e vai para outra, quando não funda a sua própria seita.

Mesmo apontando alguns de seus pares como hereges, estes mesmos, quando o adversário é o catolicismo ou quando a questão é meramente estatística, rapidamente voltam a ser irmãos em Cristo e todos estão salvos e todos são bênçãos. É comum ouvir um crente dizendo: “Já somamos 20% da população brasileira.” É como se este crente conhecesse todos os demais crentes, todas as denominações e ao mesmo tempo fosse possível a todos pregarem o Cristo verdadeiro ao mesmo tempo que cada um prega um Cristo diferente do outro. O MAU protestante é um divisor por excelência. Por onde passa divide, questiona e jamais agrega. Só protesta e nada atesta. O protestante é ávido por falar e nunca está pronto para ouvir. Tudo quer ensinar e nada quer aprender. E como sabemos, quem sabe de tudo não carece de instrução.

Nós católicos, por nada sabermos é que seguimos o magistério da Igreja. Por isso nenhum de nós tem seguidores, mas todos seguimos a voz do pastor. Eles costumam dizer que “tomaram posição diante de DEUS.” Eles gostam desse chavão, entre tantos que criaram. Judas também tomou posição diante de DEUS. O Resultado todos já conhecem. Estivemos muito tempo adormecidos e a nossa mansidão aprendida na Igreja foi tratada como covardia pelos nossos “juízes”. Está na hora de reagirmos com sabedoria, rejeitando sempre qualquer tipo de violência, difamação, ofensas e preconceitos, mas jamais esquecendo que devemos combater a heresia, até mesmo por amor ao próximo, e, sempre, sempre, sempre, defender a Santa Igreja e a honra e dignidade da Santíssima Virgem.Combatamos o bom combate e não recusemos a perseguição.

Conclusão: Lembrem-se católicos que não estamos obrigados a responder ou provar nada pelo Sola Scriptura(Só a Bíblia). Nós seguimos o magistério da Igreja. Seguimos a Bíblia e a Tradição. É o protestante que está obrigado pelo princípio criado por Lutero homem.

Nossa fé pode ser explicada pela tradição e pelo Magistério da Igreja. A fé protestante não pode ser explicada pela Bíblia. Este é o “pulo do gato” do protestante. Imaginem que eu cobre de um ateu a guarda do domingo.. Seria estúpido da minha parte, sabendo que ele não é cristão, fazer-lhe tal cobrança. Agora imaginem que eu faça esta mesma cobrança, sendo que eu mesmo não guardo o domingo. Pois é. O protestante que escolheu para si o critério antibíblico “Só a Bíblia”, estabelece para nós o mesmo critério. Critério para o qual não estamos obrigados. E ele mesmo, que criou para si e para os demais o critério “Só a Bíblia”, é o primeiro a ignorá-lo quando, entre muitas situações, não observa a proibição da interpretação privada e a consagração da igreja como coluna e sustentáculo da verdade.
Poderíamos citar uma série de inobservâncias às disposições bíblicas cometidas pelos protestantes. Mas nem precisamos. Se um protestante não é igual ao outro em matéria de fé e doutrina, e, se todos utilizam a mesma Bíblia, é óbvio que, não havendo concordância, tem alguém andando fora da Bíblia. Não estamos dizendo que católicos são melhores do que protestantes ou que podemos julgar a fé que reside no coração de cada ser humano. Estamos apenas defendendo a fé católica contra os ignorantes e os maus.
Reconhecemos até mesmo que é direito de qualquer homem ou mulher permanecer no erro doutrinário se assim desejarem. Respeito o direito de qualquer homem ou mulher aderirem à fé, crença ou religião que mais lhe agradam.
Paz em Cristo e Salve Maria.

FONTE  ELETRÔNICA;


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O AMÉM DA MISSA

O amém, na Santa Missa, não é dito assim que termina o Pai-Nosso porque suas petições continuam em sequência. O pedido final do Pai Nosso, "mas livrai-nos do mal", se estende numa ardente súplica pela libertação do mal e pela paz:


"Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo Salvador. Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: “Eu vos deixo em paz, eu vos dou a minha paz”. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo".

Neste momento toda a Igreja proclama: AMÉM!  
FONTE;

APOLOGISTAS CATÓLICOS

SANTO AGOSTINHO ERA PROTESTANTE?

Mais uma vez me deparo com um texto sobre os pais da Igreja. Novamente do blog intitulado “Conhecereis a verdade”, vários leitores já nos pediram para responder mais esta matéria, porém a falta de tempo nos impossibilitava fazê-lo. O que notei em alguns artigos deste blog (que são traduções de um médico argentino, do qual já expomos outras matérias aqui), é que não visam informar o leitor sobre algo, e sim somente confundir a cabeça do leitor incauto, pondo em dúvida a doutrina católica e a tradição cristã.

Esta deletéria matéria, que os leitores verão, afirma que Santo Agostinho não cria ou desconhecia certas doutrinas católicas, pelo simples fato de achar que ele nunca as citou ou fez menção em suas obras, o que gera o argumento favorito do protestantismo: O argumento do silêncio. Protestantes em sua mente acham que por que um escritor não citou algo em seus escritos é por que ele rejeitou ou desconhecia, eles não pensam que o autor poderia não ter encontrado uma situação ou justa causa para poder citar determinado assunto, embora acreditasse nele. Para o protestantismo os autores são obrigados a citar tudo que eles acreditam em seus escritos. Porém apesar deste argumento estapafúrdio, não é verdade que Santo Agostinho desconhecia as doutrinas católicas citadas por ele, a seguir vamos mostrar para o autor desta peripécia que tudo o que ele mostrou, era crido e ensinado por Santo Agostinho.
A matéria afirma o seguinte:

Agostinho de Hipona, no seu tempo, desconheceu actuais doutrinas peculiares da Igreja Católica Romana como, por exemplo:

1) A eficácia ex opere operato dos sacramentos,

2) O culto às imagens,

3) A infalibilidade do Papa,

4) A confissão auricular como sacramento

5) A imaculada conceição de Maria,

6) A transubstanciação,

7) A missa como repetição do sacrifício de Cristo,

8) O primado de jurisdição do bispo de Roma sobre a igreja universal.

Para ajudar a acusação do “nosso” amigo, vamos colocar outras questões e pontos da doutrina católica para dificultar nossa resposta. Vamos ter que provar também que Santo Agostinho conhecia:

9. O Cânon das Escrituras (73 livros)

10. Tradição como Autoridade

11. Regeneração Batismal e Graça

12. Necessidade do Batismo para a Salvação
13. Necessidade da Ceia do Senhor para a Salvação

14. Purgatório e Oração pelos Mortos

15. A Comunhão e Intercessão dos Santos

16. Sucessão Apostólica

17. A virgindade perpétua de Maria

Ou seja, teremos que provar que Santo Agostinho aceitava e conhecia 17 pontos da doutrina católica.

Vamos a refutação.

"Agostinho de Hipona, no seu tempo, desconheceu actuais doutrinas peculiares da Igreja Católica Romana como, por exemplo:"

A pergunta a essa afirmação é: Será que o formulador desta frase leu todos os escritos de Santo Agostinho para poder afirmar que ele desconheceu as doutrinas católicas que ele cita? A resposta óbvia a essa questão é: Não! Se ao menos conhecesse os escritos do santo doutor, não se daria o trabalho de escrever uma facécia destas.

1) A EFICÁCIA EX OPERE OPERATO DOS SACRAMENTOS

Esta alegação é a clara prova de que o escritor desta “pérola” Agostiniana, nunca leu nada sobre Santo Agostinho. Qualquer um que já tenha lido as obras de Santo Agostinho sabe que para ele a eficácia de um sacramento independe da condição de santidade do ministro. O doutor em escritos de Santo Agostinho poderia ao menos explicar aos leitores o que é ex opere operato para poderem fazer um juízo melhor da questão, pois é fato que muitos desconhecem o que significa isto. Para mostrarmos que Santo Agostinho pregava o ex opere operato, primeiro é necessário explicar o que é isto. “Ex opere operato” é um termo do Latim que significa "do trabalho feito" ou “pela virtude da ação” referindo-se a eficácia e validade dos Sacramentos decorrentes da ação do Sacramento, em oposição aos méritos ou santidade do sacerdote ou ministro que ministra o sacramento. Esta discussão já vem de muito antes de santo Agostinho, São Cipriano e o Papa Estevão já debatiam teologicamente sobre isto no século III.

Sabendo disto, vamos então mostrar como santo Agostinho acreditava que a eficácia dos sacramentos é independente da condição do ministro, o que é claro em seus livros contra Crescônio o donatista:

“O batismo não consiste no mérito daqueles por quem ele é administrado, nem daqueles para quem é administrado, mas em sua própria santidade e verdade, por conta daquele que o instituiu.” (CONTRA CRESCONIU DONATISTAM, IV)

Somente esta frase besta para derrubar a afirmação e provar que a doutrina católica não é “atual” e sim bem antiga, mais antiga até do que o próprio Santo Agostinho. Ou seja, independentemente de qual é a condição do ministro o que basta é a vontade do receptor do sacramento.
2) O CULTO ÀS IMAGENS

Novamente mais uma bravata, vamos ver então o que Santo Agostinho falava:

“Mas, no entanto, nós não construir templos, e ordenamos sacerdotes, ritos e sacrifícios para estes mesmos mártires, porque não são os nossos deuses, mas o seu Deus é o nosso Deus. Certamente honrarmos seus relicários, como os memoriais dos santos homens de Deus que se esforçaram para a verdade, mesmo até morte de seus corpos, para que a verdadeira religião pudesse ser conhecida, e as religiões falsas e fictícias expostas.” (Cidade de Deus, livro VIII, capítulo 27; NPNF 1, Vol. II)

“Quando o bispo Projectus estava trazendo as relíquias do glorioso mártir Estevão às águas do Tibilis, uma grande multidão de pessoas veio para encontrá-lo no santuário. Há uma mulher cega suplicou que ela fosse levada ao bispo que estava carregando as relíquias. Ele deu a ela as flores que ele estava carregando. Ela levou, aplicou-as a seus olhos, e imediatamente viu.” (Cidade de Deus, Livro XXII)

Com certeza, santo Agostinho desconhecia o culto as imagens, bem como as relíquias dos santos.

3) A INFALIBILIDADE DO PAPA

Para não repetir as citações, deixaremos para o item da autoridade da Igreja de Roma, e aqui exporemos apenas uma parte do livro de um estudioso protestante renomado: J.N.D. Kelly, que é dos maiores estudiosos patrísticos do século XX, e anglicano, ele escreve em seu clássico trabalho “Doutrina Cristã” (Harper, San Francisco, 1978):

“Segundo ele [Santo Agostinho], a Igreja é o reino de Cristo, o Seu corpo místico e sua noiva, a mãe dos cristãos [Ep 34, 3; SERM 22, 09] Não há salvação fora dela; Cismáticos podem ter a fé e os sacramentos... mas não podem ter um uso benéfico, pois o Espírito Santo só é concedido na Igreja [de bapt 4, 24; 7:87; anúncio Serm Caes 6]... Isto vai sem dizer que Agostinho identifica a Igreja com a Igreja Católica universal de seu tempo, com sua hierarquia e os sacramentos, e com seu centro em Roma... Por meio do século V a Igreja Romana tinha estabelecido, de jure, bem como de facto, uma posição de primazia no Ocidente, e as reivindicações papais a supremacia sobre todos os bispos da cristandade havia sido formulada em termos precisos... o estudante traçando a história dos tempos, particularmente dos donatistas, Arianos, pelagianos e as controvérsias cristológicas, não pode deixar de ficar impressionado com a habilidade e persistência com que a Santa Sé [de Roma] ia continuamente avançando e consolidando as suas reivindicações. Desde que seu ocupante foi aceito como o sucessor de São Pedro, e príncipe dos apóstolos, era fácil tirar a conclusão da única autoridade que Roma, de fato tinha, e o que os papas viram concentrados em suas pessoas e seu ofício, não era mais do que o cumprimento do plano divino.” (Kelly, página 412, 413, 417)

De acordo com as declarações de JND Kelly, podemos tirar as seguintes conclusões, sobre o pensamento de Santo Agostinho:

1) O Bispo de Roma, como sucessor de São Pedro, tem a primazia jurisdicional da Igreja;

2) o Papa nesta posição tem a palavra final em questões de doutrina, e foi de fato o árbitro final da verdade e, portanto, infalível;

4) A CONFISSÃO AURICULAR COMO SACRAMENTO

A quarta facécia propagada neste texto infame. A confissão auricular mais conhecida como sacramento da penitência ou reconciliação era amplamente defendida e ensinada por Santo Agostinho, basta apenas ler seus escritos. Se para ele o confissão era uma forma de perdão dos pecados, logicamente, ela era um sacramento, ou seja algo necessário a salvação.

“Não vamos ouvir aqueles que negam que a Igreja de Deus tem o poder de perdoar todos os pecados” (De agon. Cristo., III)

Gostaria de saber como é que a Igreja (isto é os padres) iriam absolver os fiéis dos pecados se eles não os confessassem?

“um abcesso havia se formado em sua consciência; ele o atormentado e não lhe deu nenhum descanso .... confesse, e na confissão deixe o pus sair e escoar” (Comentário sobre Salmo 66, no 6.).

“Quando você for batizado, mantenha uma vida boa nos mandamentos de Deus para que você possa preservar o seu batismo até o fim. Que eu não digo que você vai viver aqui sem pecado, mas eles são pecados veniais que esta vida nunca está sem. O Batismo foi instituído para todos os pecados. Para pecados leves, sem os quais não podemos viver, a oração foi instituída... Mas não cometa esses pecados por conta de que você teria que ser separado do corpo de Cristo. Pereça o pensamento! para aqueles que você vê fazendo penitência cometeram crimes, seja adultério ou algumas outras enormidades. é por isso que eles estão fazendo penitência. Se seus pecados eram leves, a oração diária bastaria para apagá-los... Na Igreja, portanto, existem três maneiras em que os pecados são perdoados: nos batismos, na oração, e na maior humildade de penitência”. (Sermão aos Catecúmenos sobre o Credo 7:15, 8:16 [395 dC]).

“Eu percebo o que a incontinência pode dizer: ... que se um homem, acusando a esposa de adultério, mata-la, este pecado, pois ele está acabado e não perdura nele [isto é, desde que ele não continue a cometê-lo], se ele é cometido por um catecúmeno, é absolvido no batismo, e se for feito por quem é batizado, é curado por penitência e da reconciliação”. (Casamentos adúlteras 02:16:16 [AD 419]).

A Crença de Agostinho em penitência (e da necessidade do batismo e da Eucaristia) coloca uma sentença de morte na opinião de que ele ensinou sola fide.

“No entanto, aqueles que fazem penitência de acordo com o tipo de pecado que eles cometeram, não fiquem desesperados para receberem a misericórdia de Deus na Santa Igreja, para a remissão de seus crimes, porém graves.” (Echiridian 17, 65)

“Iniqüidade, no entanto, por vezes, faz tal progresso nos homens que, mesmo depois de terem feito penitência e após a sua reconciliação com o altar eles cometem os mesmos pecados ou mais graves... e apesar de que o lugar da penitência na Igreja, não lhes é concedido, Deus não vai ser esquecido de sua paciência em relação a eles...” (Cartas 153, 3, 7)

“Há aqueles que diriam que nenhuma penitência está disponível para certos pecados; e eles folam que eles devem ser excluídos da Igreja e feitos hereges. A Santa Madre Igreja não é impotente a qualquer tipo de pecado.” (Sermões 352, 9)

5) A IMACULADA CONCEIÇÃO DE MARIA
Novamente mais uma absurda afirmação, vamos ver o que diz Santo Agostinho:

“Devemos excluir a Santa Virgem Maria, a respeito da qual eu não gostaria de levantar qualquer questão quando o assunto é pecados, em honra ao Senhor, porque Dele sabemos qual abundância de graça para vencer o pecado em cada detalhe foi conferido a ela que teve o mérito de conceber e suportar aquele que, sem dúvida, não tinha pecado.” (Sobre a natureza ea graça, XXXVI)

Fica claro que santo Agostinho reconhecia que Maria não tinha pecados, pois ele mesmo diz não queria quando tema era pecado incluir Maria, pois o Senhor deu abundância de graça a ela para vencer todos os pecados.

O próprio Ambrósio que foi mestre de Santo Agostinho, o qual ele reconhecia como “Bispo segundo a graça”, também escrevia:
“Vem, então, e procure sua ovelha, não através de seus funcionários ou homens contratados, mas faze-o sozinho. Dai-me a vida corpotal e na carne, que está caída em Adão. Levante-me não de Sara, mas de Maria, uma Virgem não só imaculada, mas uma Virgem que a graça fez inviolada, livre de toda mancha de pecado” (Ambrósio, Comentário sobre o Salmo 118)

Do latim :

“ut sit incorrupta virgo, sed virgo por gratiam ab omni integração labe peccati”

“O primeiro impulso para aprender é inspirado pela nobreza do professor. Agora, quem poderia ser mais nobre do que a Mãe de Deus? Quem mais esplêndida do que ela, a quem o esplendor escolheu? Quem mais casta do que ela, que deu à luz um corpo sem contato corporal? O que eu deveria dizer, então, sobre todas as suas outras virtudes? Ela era virgem, não só no corpo, mas na mente dela também, e nunca misturou a sinceridade de suas afeições com duplicidade.” (Ambrósio, De virginibus 2,7; PL 16:220)

Tanto em seus escritos, quando nos escritos de seu mestre, a quem ele seguia fielmente, vemos a clara prova que ele acreditava que Maria era Imaculada.

6) A TRANSUBSTANCIAÇÃO

Santo Agostinho deveria ser a última pessoa usada por hereges como negação à transubstanciação. Vamos ler seus próprios escritos:

“Nós ouvimos o Verdadeiro Mestre, o Divino Redentor, o Salvador da humanidade, glorificando para nós nosso Resgate, Seu Sangue. Ele falou-nos de Seu Corpo e Sangue. Ele chamou a Seu Corpo Comida, e Seu Sangue Bebida. Os fiéis reconhecem nisto o Sacramento da Fé [...]” (Santo Agostinho. Sermão 131)
“[...] Certamente, o Senhor deu um sinal através do olfato pelo perfume do ungüento derramado em seus pés [Jo 12,3.7]. Através do sentido do paladar, também significou sua vontade pelo sacramento de seu corpo e sangue pregustados por ele [Lc 22,19.20]” (A Doutrina Cristã 3,4).

“Pois o mesmo Senhor e os ensinamentos dos apóstolos transmitiram-nos não mais uma multidão de sinais, mas um número bem reduzido. São muito fáceis de serem celebrados, de excepcional sublimidade a serem compreendidos, e a serem realizados com grande simplicidade. Tais são: o sacramento do batismo e a celebração do corpo e sangue do Senhor [...]” (Ibidem 9,13).

“Cristo foi realizado na sua própria mão a seguinte descrição, referindo-se ao seu próprio corpo, ele disse: ‘Este é o meu corpo’ (Mateus. 26, 26). Pois ele carregava aquele corpo em suas mãos.” (explicação dos Salmos 33, I : 10 [AD 405]).

“Eu prometi a vocês, que já foram batizados, um sermão em que eu poderia explicar o sacramento da Ceia do Senhor, que agora vocês olham e do qual vocês foram participantes na última noite. Vocês devem saber que vocês receberam, o que você está indo receber, e que vocês devem receber diariamente. Aquele pão que vedes sobre o altar, sendo santificado pela palavra de Deus, é o corpo de Cristo. Aquele cálice, ou melhor, o que está naquele cálice, sendo santificado pela palavra de Deus, é o Sangue de Cristo” (Sermões 227 [AD 411]).

“O que você vê é o pão e o Cálice; aquilo é o que seus próprios olhos que relatam para você. Mas o que sua fé obriga você aceitar é que o pão é o corpo de Cristo e o cálice é o Sangue de Cristo. Isto tem sido dito muito brevemente, o que talvez possa ser suficiente para a fé, ainda a fé não deseja instrução” (ibidem., 272).

7) A MISSA COMO REPETIÇÃO DO SACRIFÍCIO DE CRISTO

Está questão já está respondida no item anterior, mas para reforçar vamos colocar aqui mais algumas citações para reforçar a argumentação:
“No sacramento ele é imolado para as pessoas, não só em cada solenidade da Páscoa, mas em todos os dias; e um homem não estaria mentindo se, quando perguntado, ele fosse responder que Cristo está sendo imolado. Pois se sacramentos não tinham uma semelhança. a essas coisas de que são sacramentos, não seriam sacramentos em tudo, e eles geralmente levam os nomes das mesmas coisas por causa desta semelhança.” (cartas 98:9 [AD 412]).

“Pois quando ele diz em outro livro, que é chamado de Eclesiastes, ‘Não há nada melhor para o homem que comer, beber’ (Eclesiastes 2, 24), o que ele pode ser mais credível compreendido ao dizer [profeticamente] do que aquilo que pertence à participação desta mesa que o Mediador do Novo Testamento a si mesmo, o sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, fornece com seu próprio corpo e sangue? Pois aquele sacrifício conseguiu todos os sacrifícios do Antigo Testamento, que foram mortos como uma sombra do que estava por vir... Porque, em vez de todos estes sacrifícios e oblações, seu corpo é oferecido e é servido aos participantes dele.”(Cidade de Deus 17:20 [AD 419]).

8) O PRIMADO DE JURISDIÇÃO DO BISPO DE ROMA SOBRE A IGREJA UNIVERSAL

Assim como J.N.D Kelly afirmou, santo Agostinho afirma que na Igreja de Roma sempre residiu primazia da cátedra apostólica, o que não pode ser mais explícito reconhecimento da sua primazia, e da infalibilidade do Bispo de Roma:

“...cum se videret et Romanae Ecclesiae, in qua semper apostolicae cathedrae viguit principatus..”

"...ele [Ceciliano] viu-se com a Igreja Romana, na qual sempre floresceu a primazia da cátedra apostólica..." (Agostinho, Ep 43,3,7)

“Não se pode crer que você guarda a fé católica, se não ensina que se deve guardar a fé romana” (Sermão 120, 13)
“Independentemente da sincera e verdadeira sabedoria... que em sua opinião não está na Igreja Católica, muitas outras razões me mantém no seu seio: o consentimento das pessoas e dos povos; a autoridade, erigida com milagres, nutrida com a esperança, aumentada com a caridade, confirmada pela antiguidade; a sucessão de bispos da própria Sé do Apóstolo Pedro, a quem o Senhor recomendou, depois da ressurreição, apascentar suas ovelhas, até o Episcopado de hoje;..” (Agostinho de Hipona. C. ep. Man. 4,5)

“Não vamos ouvir aqueles que negam que a Igreja de Deus é capaz de perdoar todos os pecados. Eles estão errados, porque eles não reconhecem em Pedro a Rocha e eles se recusam a acreditar que as chaves do céu, a partir de suas próprias mãos, foram entregues à Igreja.” (Christian Combat, 31:33(A.D. 397), in JUR,3:51)
“Quando assim ele disse aos seus discípulos: “Você também me deixaram”, Pedro, a rocha, respondeu por todos: “Senhor, a quem iremos nós, só tu tens palavras de vida eterna” (Agustín de Hipona, Homilies on John, Tract 11, 5)

“Pedro, que havia confessado a ele como o filho de Deus, e que nessa confissão foi chamado de rocha sobre a qual a igreja devia a ser construída” (Agustín de Hipona, In Psalms, 69:4[PL 36, 869] (A.D. 418 ), in Butler, 251)

... O primeiro e principal, na ordem dos Apóstolos, no qual a Igreja foi representada.”( Agustín de Hipona, Serm 76,3)

“Tal que a Igreja atua em bendita esperança para esta vida conturbada, e esta Igreja... foi personificada no Apóstolo Pedro, que tomou conta da primazia entre os apóstolos” (Agustín de Hipona, On the Gospel of John, Tract 124:5 (A.D. 416), in NPNF1, VII:450)

É difícil levar a sério as argumentações deste tipo de gente, após ler os escritos de Santo Agostinho.

9) O CÂNON DAS ESCRITURAS (73 LIVROS)
Santo Agostinho derruba também qualquer argumentação protestante sobre o Cânon Bíblico:

“Agora, o completo cânon das Escrituras, sob o qual nós proferimos este julgamento que deve ser praticado, é formado pelos seguintes livros: Cinco livros de Moisés, isto é, Gênese, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, um livro de Josué, filho de Nun, um dos juízes, um pequeno livro chamado Rute, que parece bastante pertencer ao início dos Reis; depois, quatro livros dos Reis, e dois de Crônicas - estes últimos não seguem um ao outro, mas decorrem em paralelo, por assim dizer, e se passam na mesma terra. Os livros mencionados agora são histórias, que contém uma narrativa conexa dos tempos, e segue a ordem dos eventos. Há outros livros que parecem não seguir nenhuma ordem regular, e não estão ligados nem com a ordem dos livros anteriores, nem um com o outro, como Jó, Tobias, Ester, Judite, os dois livros dos Macabeus, e os dois de Esdras, os quais parecem continuar a história que termina com os livros de Reis e Crônicas. Em seguida, estão os profetas, nos quais há um livro dos Salmos de Davi, e três livros de Salomão, a saber, Provérbios, Cântico dos Cânticos, e Eclesiastes. Para dois livros, um chamado Sabedoria e o outro Eclesiástico, são atribuídos a Salomão a partir de certa semelhança de estilo, mas a opinião mais provável é que eles foram escritos por Jesus, filho de Sirac. São colocados entre os proféticos livros, desde que obtiveram reconhecimento como sendo autoridade. O restante são os livros que são estritamente chamados os Profetas: doze livros separados dos profetas que estão conectados uns com os outros, e nunca tendo sido retirado, são contados como um livro; os nomes desses profetas são os seguintes: Oseias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias e, depois, há os quatro profetas maiores, Isaías, Jeremias, Daniel, Ezequiel. A autoridade do Antigo Velho está contido dentro dos limites desses quarenta e quatro livros. O do Novo Testamento, mais uma vez, está presente no seguintes: Quatro livros dos Evangelhos, um segundo Mateus, um segundo Marcos, um segundo Lucas, um segundo João, quatorze epístolas do Apóstolo Paulo - um para os romanos , duas aos Coríntios, uma aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, duas aos Tessalonicenses, uma aos Colossenses, duas a Timóteo, uma a Tito, uma a Filemon, uma aos Hebreus; duas de Pedro, três de João, um de Judas, e um de Tiago; um livro dos Atos dos Apóstolos, e um do Apocalipse de João.” (Doutrina Cristã 2:8:13 [397d.C]).
“E, de fato a Escritura, que é chamada de Macabeus que os judeus não têm, como eles têm a Lei, os Profetas e os Salmos...”(Contra Gaudêncio 31, 38)

“Sobre este ponto, se eu não encontrar nada na própria literatura deles para refutar essa opinião, eu deveria ser forçado laboriosamente a demonstrar que não é o corpo, mas a corruptibilidade do corpo, que é um fardo para a alma. Daí vem a sentença da Escritura que citamos em um livro anterior, ‘um corpo corruptível pesa sobre a alma e — tenda de argila — oprime a mente pensativa.’ (Sabedoria 9, 15).” (Cidade de Deus 13, 16)

“E, portanto, não devemos desprezar a ciência dos números, que, em muitas passagens da Sagrada Escritura, é encontrada como sendo de serviço eminente para o intérprete cuidadoso. Tão pouco foi sem razão contado entre os louvores de Deus: ‘Mas tudo dispuseste com medida, número e peso.’ (Sabedoria 11, 20)” (Cidade de Deus 11, 30)

“É isso que confirma um outro profeta, quando ele diz, ‘É lá que nasceram os gigantes, famosos desde as origens, descomunais na estatura e adestrados na guerra. 27. Mas não foi a eles que Deus escolheu, nem a eles indicou o caminho da ciência. 28. Por isso pereceram, por não terem a prudência; pereceram por sua irreflexão.’ (Baruc 3, 26-28)”(Cidade de Deus 15, 23)

“Por que lemos nas Escrituras antigas, ‘Humilha-te profundamente, porque a punição do ímpio é o fogo e o verme. ’ (Eclesiástico 7, 19).”(Cidade de Deus 21,9)

“Em resumo, as palavras da Escritura, ‘Uma enorme dificuldade foi criada para todos os homens, um pesado jugo para os filhos de Adão, desde o dia em que saíram do ventre materno, até o dia em que voltarem para a mãe comum.’ (Eclesiástico 40, 1).” (Cidade de Deus 21, 14)

“E quando alguém nasce, é fácil observar o ponto em que esse movimento chegou, pelo uso das regras descobertas e estabelecidas por aqueles que são repreendidos pela Sagrada Escritura nos seguintes termos: ‘pois se foram capazes de conhecer tanto, a ponto de perscrutar o mundo, como não descobriram antes o seu Senhor?’ (Sabedoria 13, 9).”(Em Doutrina Cristã 2, 21).

“É em relação a essa sabedoria, portanto, que é a adoração de Deus, que a Sagrada Escritura diz: ‘A multidão dos sábios é o bem-estar do mundo.’(Sabedoria 6, 26).” (Sobre a Trindade XIV 1, 1).

Há diversas outras passagens confirmando a inspiração daqueles livros que os protestantes retiraram da bíblia ao seu bel prazer, porém não as citaremos para não delongar o texto demasiadamente.

10) AUTORIDADE DA TRADIÇÃO

Sobre a regra de não rebatizar convertidos:

“Mas em relação a essas observâncias que cuidadosamente frequentam e que o mundo todo mantém, e que não derivam da Escritura, mas da Tradição, que é dado a entender que elas são recomendadas e ordenadas para serem seguidas, seja pelos próprios Apóstolos ou por concílios plennários, a autoridade de que é absolutamente vital na Igreja.” (Carta a Januário, I).

“O Costume... pode ter tido sua origem na Tradição Apostólica, assim como há muitas coisas que são observados por toda a Igreja e, portanto, são razoavelmente realizadas por terem sido ordenadas pelos Apóstolos, que ainda não são mencionados em seus escritos” (Sobre o Batismo, contra os donatistas 5:23 [31]).

“Mas a advertência de que ele nos dá, ‘que devemos voltar à fonte, isto é, a Tradição Apostólica, e daí ligar o canal da verdade para os nossos tempos’, é exelentíssima, e deve ser seguido sem hesitação.” (ibid., 5:26 [37]).

A Sola Scriptura recebe um golpe mortal com estas frases de Santo Agostinho.
11) REGENERAÇÃO BATISMAL E GRAÇA

“É este Espírito que torna possível para uma criança ser regenerada... quando esse bebê é levado para o batismo, e é por meio desse Espírito que a criança assim apresentada renasce. Pois não está escrito, ‘A menos que um homem nasça de novo pela vontade de seus pais ou ‘por a fé daqueles apresentando-o ou ministrando a ele’, mas, ‘a menos que um homem nasça de novo da água e do Espírito Santo’. A água, portanto, manifestando-se exteriormente o sacramento da graça, e o Espírito efetuando interiormente o benefício da graça, ambos regenerado em Cristo aquele homem que foi gerado em Adão.” (Cartas 98:2 [AD 412]).

“O Batismo lava todos, absolutamente todos, os nossos pecados, seja de ação, palavra ou pensamento, seja original ou pecados acrescentados, seja consciente ou inconscientemente contraídos.” (Contra duas cartas dos pelagianos 3, 03:05) .

12) NECESSIDADE DO BATISMO PARA A SALVAÇÃO

“Há três maneiras em que os pecados são perdoados: no batismo, na oração, e na maior humildade da penitência, porém, Deus não perdoa pecados, exceto para os batizados”. (Sermões aos Catecúmenos sobre o Credo 7:15 [395 dC ]).

“as Igrejas de Cristo mantém inerentemente que sem o batismo e a participação na mesa do Senhor é impossível para qualquer homem alcançar tanto para o reino de Deus ou a salvação ea vida eterna. Este é o testemunho da Escritura também.” (Sobre o mérito o perdão dos pecados, e o batismo de crianças I , 34 [XXIV]).

13) NECESSIDADE DA CEIA DO SENHOR PARA A SALVAÇÃO.

“[De acordo com] Tradição Apostólica... as Igrejas de Cristo mantém inerentemente que sem o batismo e a participação na mesa do Senhor é impossível para qualquer homem alcançar tanto o reino de Deus quanto a salvação e a vida eterna. Este é o testemunho da Escritura também” (Perdão e Apenas os Desertos do Pecado, e o batismo de crianças 1:24:34 [AD 412]).

14) PURGATÓRIO E A ORAÇÃO PELOS MORTOS
“Deve haver algum fogo mesmo depois desta vida não é incrível, e pode ser examinado e quer ser descoberto ou deixado escondido se algum dos fiéis pode ser salvo, alguns um pouco mais lentamente e outros um pouco mais rapidamente em maior ou menor grau em que amava as coisas boas que perecem, por meio de um certo fogo purgatórial”. (Cidade de Deus XXI)
“Nós lemos nos livros dos Macabeus [II Mac. 12, 43] que o sacrifício foi oferecido pelos mortos. Mas mesmo que não fosse encontrado nada nos escritos do Antigo Testamento, a autoridade da Igreja Católica, que é claro sobre este ponto não tem um peso pequeno, onde nas orações do padre derramou ao Senhor Deus em seu altar o elogio dos mortos tem seu lugar”(O cuidado com os mortos 1, 3 [421 dC]).

15) COMUNHÃO E INTERCESSÃO DOS SANTOS
“Um povo cristão celebra unidos em solenidade religiosa a memória dos mártires, tanto para encorajar que sejam imitados e para que possam repartir seus méritos e serem auxiliados pelas suas orações. Mas é feito de tal forma que nossos altares não são configurado para qualquer um dos mártires - embora em sua memória -, mas ao próprio Deus, o Deus dos mártires.” (Agostinho, Contra Fausto a maniqueísta)
“Na mesa do Senhor não comemoramos os mártires da mesma forma que fazemos aos outros que descançam em paz, de modo a orar por eles, mas sim que eles podem orar por nós para que possamos seguir os seus passos.” (Homilias sobre João 84)

“Pois até mesmo agora os milagres que são realizados em nome de Cristo, seja por seus sacramentos ou pelas orações ou relíquias dos seus santos... O milagre que se operou no Milão quando eu estava lá... [e quando as pessoas] se reuniram para os corpos dos mártires Protásio e Gervásio, que há muito tempo estavam escondidos, mas foram feitos conhecidos ao bispo Ambrósio em um sonho e descobertos por ele”. (Cidade de Deus 22, 8 [AD 419]).

16) SUCESSÃO APÓSTOLICA

“Se a ordem de sucessão episcopal deve ser considerada, quanto mais certa, verdadeira e seguramente nós número eles [os bispos de Roma] do próprio Pedro, a quem, como a um representando toda a Igreja, o Senhor disse ‘Sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.’ Pedro foi sucedido por Lino, Lino por Clemente ... Nesta ordem de sucessão bispo donatista não é encontrado.” (Carta 53, 1:2).

“Há muitas outras coisas que mais adequadamente podem manter-me no seio [da Igreja Católica]. A unanimidade dos povos e nações que me mantém aqui. Sua autoridade, inaugurada em milagres, alimentada pela esperança, agravada por amor, e confirmado por sua idade, me mantém aqui. a sucessão de sacerdotes, desde o ver do Apóstolo Pedro, a quem o Senhor, depois de sua ressurreição, deu a carga de alimentar suas ovelhas [João 21:15-17], até o episcopado presente, me mantém aqui. E por último, o próprio nome Católica, que, não sem razão, pertence a esta Igreja sozinha, em face de tantos hereges, tanto assim que, apesar de todos os hereges querem ser chamados de ‘Católicos’, quando um estranho pergunta onde a Igreja Católica se encontra, nenhum dos hereges se atreveria a assinalar a sua própria basílica ou casa.” (Contra a Carta de Mani Chamada 'a Fundação' 4, 5).
17) A VIRGINDADE PERPÉTUA DE MARIA

“permaneceu virgem concebendo seu Filho, Virgem ao dá-lo à luz, Virgem ao carregá-lo, virgem ao alimentá-lo em seu peito, sempre virgem.” (Sermão 186)

“Hereges chamado Antidicomarites são aqueles que contradizem a virgindade perpétua de Maria e afirmam que Cristo nasceu depois que ela se juntou a um com o seu marido” (Heresias 56)

CONCLUSÃO
Depois de vermos a argumentação e a exposição das obras e citações de Santo Agostinho nesta matéria, nos vem a mente alguns questionamentos: Qual a intensão destes protestantes ao fazerem estas postagens em seus blogs? Ele visou informar algum leitor que Santo Agostinho era protestante? Ele queria provar que Santo Agostinho não era católicos, e que a Igreja primitiva aceitava as teorias protestantes? Uma resposta óbvia a estas indagações é: Claro que não! Pois, ao propagar estas facécias visa apenas desinformar e causar dúvidas nas mentes dos leitores, simplesmente diz que Santo Agostinho desconhecia as doutrinas católicas e não dá nenhuma prova disto.

Como os leitores puderam ver as diversas citações de Santo Agostinho podemos ver o tipo e nível de apologética que os protestantes se prestam a fazer.

PARA CITAR

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RODRIGUES, Rafael. Apologistas Católicos: Santo Agostinho era protestante? . Disponível em: Desde: 18/02/2013.

FONTE  ELETRÔNICA;