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quarta-feira, 26 de março de 2014

A teologia protestante e a deturpação da fé



"Sem fé é impossível agradar a Deus" (Hb 11,6). A fé cristã não é uma mera operação do intelecto ou uma operação cega dos sentimentos. A fé cristã é um encontro com a pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo e a consagração total do ser-homem a ele. A fé é uma adesão pessoal a Deus-pessoa. Sua fé suporta o crivo de uma análise mais profunda ou é um mero verniz? O que se vê hoje nos nossos tempos é que a fé está cada vez mais rara em nossos ambientes ditos cristãos. A figura que encima este texto contém uma mensagem protestante eivada de teologia da prosperidade. A teologia da prosperidade é conhecida exatamente por negar a fé em Deus transcendente e na vida eterna e fixar-se na imanência da vida. Esta é, por exemplo, a mensagem da figura acima. Veja como a mensagem acima é discrepante com a verdadeira fé cristã: Nem toda humilhação é ruim para nossa alma. Deus pode permitir alguma provação pela via da humilhação para nos ensinar o que Ele quer, ou para nos purificar afim de nos tornar mais aptos a ouvi-lo, obedecê-lo... postagens protestantes como esta não tem nenhum valor de ensino Católico. Deus não tem correio pra mandar telegrama pra ninguém. Ele nos deu sua Palavra através da qual ele fala com quem quiser falar com Ele. Jesus foi quem mais se humilhou voluntariamente, Ele que nenhum pecado possuía (cf. Fl 1,8; Hb 4,15). Para cumprir perfeitamente a vontade do Pai Jesus passou por todas as humilhações e rebaixamentos sem, contudo, ser exaltado nesta vida. Diante dos seus, sua morte foi um fracasso. Desanimados com esse fracasso, os dois discípulos de Emaús iam embora para sua casa quando se depararam com Jesus no meio do caminho (cf. Lc 24). A exaltação de Jesus só se deu depois da cruz. Portanto, não há exaltação sem cruz. O cristão que quer fugir do sofrimento e da cruz não tem nenhuma fé cristã, nem pode dizer-se cristão de verdade!
É por isso que, ao entrar neste mundo, Cristo diz: "Não quiseste sacrifícios e oferendas, mas formaste-Me um corpo. Holocaustos e imolações pelo pecado não Te foram agradáveis. Então Eu disse: Eis-Me aqui [...] para fazer a tua vontade" (Hb 10,5-7)
Nós desejaríamos ver os milagres de Jesus com nossos olhos da carne, ver, tocar. Mas, se víssemos as obras da fé onde estariam os méritos da fé? Não disse Jesus a Tomé: "Tu crestes porque vistes. Bem-aventurados os que creram sem terem visto?" (cf. Jo 20,19). A fé, portanto, não consiste em VER, mas, em experimentar. Os olhos da carne podem enganar-nos. Nossos sentimentos podem enganar-nos. A fé, porém, não nos engana.
Da fé nasce o amor: delicadeza de alma para com o próximo e Deus, a caridade, o Temor do Senhor. É a fé que nos explica o sentido da vida e da morte, do sofrimento e da vitória, das humilhações e das derrotas, das frustrações e das angústias, das alegrias e das conquistas. É a fé que coloca tudo isso de joelhos face àquele que é o único Absoluto. É a fé que ordena todas essas coisas para aquele fim último de tudo que é Deus. É a fé. Somente a fé. Daí vê-se porque São Paulo tenha sido tão incisivo: sem fé é impossível agradar a Deus. Isto se deve pelo fato de que sem a fé o homem se coloca no lugar de Deus e coloca Deus como seu devedor, como o faz a hedionda teologia protestante da prosperidade que desfigura a fé tirando Deus de seu lugar e colocando o homem e seus desejos no centro de tudo.
 
Fonte Eletrônica;
 

Papa Francisco aceita renúncia do 'bispo do luxo'

A polêmica explodiu, há alguns meses, sobre o financiamento da reforma do centro diocesano de Limburgo com gastos de 43 milhões de dólares.

Dom Franz-Peter Tebartz-van Elst em seu discurso de posse durante um culto de adoração na Catedral de Limburgo, em 20 de janeiro de 2008
O papa Francisco aceitou a renúncia do bispo de Limburgo, na Alemanha, Franz-Peter Tebartz van Elst, conhecido como o 'bispo do luxo', anunciou o Vaticano.
A Santa Sé explica em um comunicado que "a situação na diocese de Limburgo impede o exercício fecundo de seu ministério". O sumo pontífice aceita portanto a renúncia apresentada em 20 de outubro pelo religioso, que foi substituído provisoriamente por um vigário geral.
"O Santo Padre pede ao clérigo e aos fiéis da diocese de Limburgo que recebam as decisões da Santa Sé com docilidade e que se esforcem para recuperar um clima de caridade e de reconciliação", afirma o Vaticano em um comunicado.
Há alguns meses, uma polêmica explodiu sobre o financiamento da reforma do centro diocesano de Limburgo. Os gastos de 31 milhões de euros (43 milhões de dólares), ao invés dos seis previstos inicialmente, provocaram um grande escândalo na Alemanha.
 
Uma comissão de investigação foi nomeada pela Igreja da Alemanha para apresentar um relatórios sobre os gastos da diocese.
A comissão se reuniu em oito ocasiões, a partir de outubro de 2013, às vezes durante vários dias seguidos, e entrou em contato com várias testemunhas.
O presidente da Conferência Episcopal da Alemanha, Robert Zollitsch, entregou o relatório no início de março ao cardeal Marc Ouellet, chefe da Congregação para os Bispos, no Vaticano.
Após a renúncia, o bispo foi convidado pelo papa Francisco a deixar a diocese, administrada em sua ausência por um vigário geral.
Nesta quarta-feira, o Vaticano nomeou o monsenhor Manfred Grohe para dirigir a diocese como administrador apostólico.
De acordo com a imprensa alemã, o relatório da comissão que investigou o caso é devastador para aquele que passou a ser chamado de "bispo bling bling" por seus erros de gestão.
O caso gerou muita polêmica na Alemanha, no momento em que o papa defende uma Igreja mais humilde.
No país, a Igreja Católica (como a evangélica) se beneficia de um imposto de culto: emprega muitas pessoas, administra vários bens e associações sociais, educativas e de saúde, incluindo nos países em desenvolvimento.
 
Fonte Eletrônica;
 

domingo, 16 de março de 2014

Evento ecumênico une católicos e evangélicos na sede da Comunidade Canção Nova para celebrar a unidade

 
Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova
Encristus reúne centenas de cristãos em prol da unidade. (FOTO: Natalino Ueda/CN)
Na tentativa de realizar a palavra de Jesus que está no Evangelho de São João, “Que todos sejam um para que o mundo creia” (Jo 17, 20-26), cristãos evangélicos e católicos participam juntos do Encristus, na Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP).
O Encontro de Cristãos na busca da Unidade e Santidade (Encristus) acontece entre os dias 14 e 16 de março, com o tema “Ele pôs em nossos lábios a palavra da reconciliação” (2 Co 5:19).
Centenas de pessoas, vindas de diversas partes do Brasil, participam do evento e representam Igrejas Evangélicas e novas expressões da Igreja Católica de todo o país. São padres, pastores, bispos, religiosos e religiosas, membros de movimentos e novas comunidades. Todos na busca da unidade cristã.
Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova
Dom Francisco Biasin é bispo na Diocese de Volta Redonda (RJ) e presidente da Comissão Episcopal da CNBB para o diálogo inter-religioso e o ecumenismo. (FOTO: Natalino Ueda/CN)
De acordo com o bispo católico, Dom Francisco Biasin, a principal característica do Encristus é a presença do Espírito Santo que uni os cristãos de várias denominações, de várias Igrejas, na busca da unidade e santidade.
“Não é um encontro promovido pelas instituições eclesiásticas, como a CNBB, por exemplo, ou alguma Igreja evangélica. Mas é uma vocação que membros das Igrejas, a partir de uma forte experiência com o Espírito, têm na busca da unidade. Atendendo, portanto, ao chamado, ou melhor, à oração de Jesus que diz: “Pai, que todos sejam um para que o mundo creia”, tendo a consciência plena de que a unidade é essencial para que o Corpo de Cristo una cada vez mais os membros de Igrejas diferentes”, afirmou o bispo.
Neste mesmo sentido, o pastor evangélico Jamê Nobre, considera que o encontro tem uma importância singular por fazer descobrir a vida de Deus entre os cristãos e animá-los na caminhada. “A minha aproximação do Encristus tem me dado força para eu caminhar onde estou. A partir do Encristus eu consigo ver coisas no meu ambiente que não vejo estando dentro dele”.
Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova
Pastor Jamê Nobre, membro de Igreja Evangélica. (FOTO Natalino Ueda/CN)
“Quando me afasto um pouco do meu normal, da minha caminhada comum, e me afasto estando no Encristus, eu vejo coisas que não veria. Então ali recebo de Deus algumas direções, algumas abordagens que me ajudam a pensar nos irmãos onde estou”, ressaltou.
Pela segunda vez a Comunidade Canção Nova acolhe este evento ecumênico. A primeira edição do Encristus aconteceu em 2008, na cidade de Lavrinhas, interior de São Paulo. A casa hospeda a primeira etapa de formação da comunidade católica, o pré-discipulado. Na ocasião, participaram do Encristus, o fundador da Comunidade Canção Nova, monsenhor Jonas Abib e Luzia Santiago, cofundadora.
Para o diácono Fabiano de Albuquerque, membro da comunidade católica, ao sediar um evento como o Encristus, a Canção Nova também visa colaborar para que a palavra de Jesus – “Que todos sejam um” – se concretize.
Cristãos evangélicos e católicos rezam juntos na Canção Nova
Diácono Fabiano de Albuquerque faz parte do clero da Diocese de Lorena, no interior paulista. (FOTO: Natalino Ueda/CN)
“Que seja dissipada do meio dos cristãos a divisão, a desavença, a falta de unidade. O que a Canção Nova quer com este encontro, além de oferecer um espaço maior para nós do Encristus, é fazer acontecer a unidade. Que tudo aquilo que está sendo dito nas pregações seja vivido, que eles levem para as suas comunidades. Por isso a Canção Nova abre as suas portas, para que todos sejam um”, afirmou.
Esta unidade, segundo o pastor Jamê Nobre, não é uma teoria, como acontece no caso das doutrinas. Para ele, a comunhão é uma possibilidade certa e necessária, e que deve se manifestar em gestos concretos.
“A comunhão significa sentar com você e tomarmos um café juntos; orarmos, principalmente orarmos, e permitir que os dons do Espírito Santo fluam entre nós. É necessário que eu saia da minha cidade e vá até a sua; orarmos juntos, buscar de Deus o que Ele tem a nos dizer, e certamente quando estamos juntos, Deus fala”.
O Encristus segue até este domingo, 16, com uma programação que inclui palestras ministradas por padres, bispos e pastores, além da celebração da “Ceia do Senhor, Missa e Culto simultâneos”. Para conhecer melhor o projeto, acesse o site http://www.encristus.com.br
 
Fonte Eletrônica;
 

27 Livros Perdidos Citados Pela Bíblia Sagrada

INTRODUÇÃO

É de particular importância e muito interessante, notar como a Bíblia Sagrada menciona vários livros que não foram preservados ou conhecidos por gerações posteriores até os dias atuais. Em muitos casos nos quais se pensa que a citação de um livro por outro livro, muitas vezes prova a sua “inspiração”, esta falta de alguns livros mencionados por outros livros inspirados deve causar-nos questionamentos do porquê estes livros não foram preservados e chegarem até nós.
Tudo que falarmos, ou toda tentativa de explicação quanto a tais omissões, seriam apenas especulação. Porém estudar e pesquisar quais são estes livros é fantástico e útil. É um estudo fascinante. Vamos examinar um pouco estas obras.

DO ANTIGO TESTAMENTO

1. Livro das Guerras de Javé:
Por isso se diz no Livro das Guerras de Javé: ‘Assim como fez no Mar Vermelho, assim fará nas torrentes do Arnon. Os rochedos das torrentes se inclinaram, para descansar em Ar, e repousarem sobre os confins dos moabitas” (Num. 21,14-15) .
2. Livro do Justo:
Foi então que Josué falou ao Senhor, no dia em que o Senhor entregou os amorreus aos filhos de Israel. Disse Josué na presença de Israel: ‘Sol, detém-te em Gabaão, e tu, lua, no vale de Ajalão!’ E o sol e a lua pararam até que o povo se vingou de seus inimigos. Não está isto escrito no Livro do Justo? Parou pois o sol no meio do céu, e não se apressou a pôr-se durante o espaço de um dia” (Jos. 10,12-13). “E (Davi) ordenou que ensinassem aos filhos de Judá o (cântico chamado do) arco, conforme está escrito no Livro do Justo. E disse: ‘Considera, ó Israel, os que morreram sobre os teus altos, cobertos de feridas” (2Sam. 1,18).
3. Provérbios e Cânticos de Salomão:
Proferiu ele (Salomão) três mil provérbios, e foram os seus cânticos mil e cinco. Discorreu acerca das plantas, desde o cedro que está no Líbano até o hissopo que brota da parede. Também falou dos animais e das aves, e dos répteis, e dos peixes” (1Rs. 4,32-33).
4. Livro dos Atos de Salomão:
Quanto aos demais atos de Salomão, e a tudo quanto fez, e à sua sabedoria, porventura não está escrito no Livro dos Atos de Salomão?” (1Rs. 11,41).
5. Livro das Crônicas dos Reis de Israel:
Quanto ao restante dos atos de Jeroboão, como guerreou e como reinou, está escrito no Livro das Crônicas dos Reis de Israel” (1Rs. 14,19).
6. Livro das Crônicas dos Reis de Judá:
Quanto ao restante dos atos de Roboão, e a tudo quanto fez, porventura não está escrito no Livro das Crônicas dos Reis de Judá?” (1Rs. 14,29).
7. Livro do Profeta Natã:
Os atos do rei Davi, tanto os primeiros quanto os últimos, estão escritos no livro de Samuel, o vidente, no Livro de Natã, o profeta, e no Livro de Gade, o vidente” (1Cr. 29,29).
“Quanto ao resto dos atos de Salomão, dos primeiros aos últimos, porventura não estão escritos no livro da história de Natã, o profeta, e nos livros de Aías, o silonita, e nas visões de Ado, o vidente, acerca de Jeroboão, filho de Nebate?” (2Cr. 9,29).
8. Livro de Samuel, o Vidente:
Os atos do rei Davi, tanto os primeiros quanto os últimos, estão escritos no livro de Samuel, o vidente, no Livro de Natã, o profeta, e no Livro de Gade, o vidente” (1Cr. 29,29).
9. Livro de Aías, o Silonita:
Quanto ao resto dos atos de Salomão, dos primeiros aos últimos, porventura não estão escritos no livro da história de Natã, o profeta, e nos livros de Aías, o silonita, e nas visões de Ado, o vidente, acerca de Jeroboão, filho de Nebate?” (2Cr. 9,29).
10. Livro de Ado, o Vidente:
Quanto ao resto dos atos de Salomão, dos primeiros aos últimos, porventura não estão escritos no livro da história de Natã, o profeta, e nos livros de Aías, o silonita, e nas visões de Ado, o vidente, acerca de Jeroboão, filho de Nebate?” (2Cr. 9,29).
“Quanto ao resto dos atos de Roboão, dos primeiros aos últimos, está escrito nos livros de Semaias, o profeta, e de Ado, o vidente, e diligentemente registrado: ‘houve guerra entre Roboão e Jeroboão durante todos os seus dias’” (2Cr. 12,15).
“Quanto ao resto dos atos de Abias, seu caráter e obras, está diligentemente escrito no Livro de Ado, o profeta” (2Cr. 13,22).
11. Livros de Semaias, o profeta:
Quanto ao resto dos atos de Roboão, dos primeiros aos últimos, está escrito nos livros de Semaias, o profeta, e de Ado, o vidente, e diligentemente registrado: ‘houve guerra entre Roboão e Jeroboão durante todos os seus dias’” (2Cr. 12,15).
12. Livro dos Reis de Judá e Israel:
Mas os feitos de Asa, dos primeiros aos últimos, estão escritos no Livro dos Reis de Judá e Israel” (2Cr. 16,11).
13. Livro dos Reis de Israel e Judá:
Quanto ao resto dos atos de Joatão, e todas as suas guerras e obras, estão escritos no Livro dos Reis de Israel e Judá” (2Cr. 27,7).
14. Livro dos Reis:
O relato dos seus filhos, as muitas sentenças proferidas contra ele e o registro da restauração da casa de Deus, estão escritos diligentemente no Livro dos Reis. E Amasias, seu filho, reinou em seu lugar” (2Cr. 24,27).
15. Anais dos Reis de Israel:
Mas o resto dos atos de Manassés, sua oração ao seu Deus e as palavras dos videntes que falaram-lhe em nome do Senhor Deus de Israel, estão contidas nos Anais dos Reis de Israel” (2Cr. 33,18).
16. Comentários de Jeú, filho de Hanani:
Mas o resto dos atos de Josafá, dos primeiros aos últimos, estão escritos nos comentários de Jeú, filho de Hanani, que observou nos Livros dos Reis de Israel” (2Cr. 20,34).
17. A História de Osias, por Isaías, filho de Amós, o profeta:
Mas o resto dos atos de Ozias, dos primeiros aos últimos, foi escrito por Isaías, filho de Amós, o profeta” (2Cr. 26,22).
18. Palavras de Hozai:
A oração que ele (Manassés) fez, como foi ouvido, todos os seus pecados e o desprezo (de Deus), os lugares também em que mandou edificar altos, em que mandou plantar bosques, e colocar estátuas, antes de fazer penitência, encontra-se tudo escrito no Livro de Hozai” (2Cr. 33,19).
19. Livros dos Medos e dos Persas:
Ora, o rei Assuero tinha imposto tributo a toda terra e todas ilhas do mar. Nos Livros dos Medos e dos Persas se acha escrito qual foi o seu podere o seu domínio, a dignidade e a grandeza a que ele exaltou Mardoqueu” (Est. 10,1-2).
20. Anais do Pontificado de João:
O resto dos atos de João, das suas guerras, das empresas que valorosamente se portou, da reedificação dos muros que construiu e de todas as suas ações, tudo está escrito no Livro dos Anais do seu pontificado, começando desde o tempo em que foi constituído sumo-pontífice em lugar de seu pai” (1Mac. 16,23-24).
21. Descrições de Jeremias, o profeta:
Nos documentos referentes ao profeta Jeremias, lê-se que ele ordenou aos que eram levados para o cativeiro que tomassem o fogo, como já foi referido, e que lhe faz recomendações (…) Lia-se também nos mesmos escritos, que este profeta, por uma ordem particular recebida de Deus, mandou que se levassem com ele o tabernáculo e a arca, quando escalou o monte a que Moisés tinha subido para ver a herança de Deus. Tendo ali chegado, Jeremias achou uma caverna; pôs nela o tabernáculo, a arca e o altar dos perfumes, e tapou a entrada. Alguns dos que o seguiam voltaram de novo para marcar o caminho com sinais, mas não puderam encontrá-lo” (2Mac. 2,1.4-6).
22. Memórias e Comentários de Neemias:
Estas mesmas coisas se achavam nos comentários e memórias de Neemias, onde se lia que ele formou uma biblioteca, recolhendo os livros referentes aos reis e profetas, os de Davi e as cartas dos reis respeitantes às oferendas” (II Mac. 2,13).
23. Os Cinco Livros de Jasão de Cirene:
A história de Judas Macabeu e seus irmãos, a purificação do grande templo e a dedicação do altar, as guerras contra Antíoco Epífanes e seu filho Êupator, as manifestações do céu a favor dos que pelejaram pelo judaísmo com valentia e zelo, os quais, sendo poucos, se tornaram senhores de todo o país e puseram em fuga um grande número de bárbaros, recobraram o templo famoso em todo o mundo, livraram a cidade da escravidão, restabeleceram as leis que iam ser abolidas, graças ao Senhor que lhes foi propício com evidentes provas da sua bondade, tudo isto, que Jasão de Cirene escreveu em cinco livros, procuramos nós resumir num só volume”. (II Macabeus)

DO NOVO TESTAMENTO

1. A Epístola Prévia de Paulo aos Coríntios:
Por carta vos escrevi que não tivésseis comunicação com os fornicadores; não certamente com os fornicadores deste mundo, ou com os avarentos, ou ladrões, ou com os idólatras; doutra sorte deveríeis sair deste mundo.” (1Cor. 5,9-10).
2. Epístola de Paulo aos Laodicenses:
Saudai os irmãos que estão em Laodicéia, e Ninfas e a igreja que se reúne em sua casa. Lida que for esta carta entre vós, fazei que seja lida também na Igreja dos Laodicenses; e vós, lede a dos laodicenses” (Col. 4,15-16).
É importante notar que o Apóstolo Pedro parece afirmar que as Epístolas de Paulo eram Escritura Sagrada:

E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição.” (II Pedro 3, 15-16)
Se Pedro estiver realmente falando que o que Paulo escreveu era escritura inspirada, isto significa que tanto a Epístola Prévia aos Coríntios, quanto a Carta a Laodicéia eram livros inspirados que não foram preservados.
3. A Profecia de Enoque:
Também Enoque, o sétimo patriarca depois de Adão, profetizou destes, dizendo: ‘Eis que vem o Senhor, entre milhares dos seus santos, a fazer juízo contra todos, e a argüir todos os ímpios de todas as obras da sua impiedade, que impiamente fizeram, e de todas as palavras injuriosas, que os pecadores ímpios têm proferido contra Deus’” (Jd. 1,14-15).
4. A Disputa pelo Corpo de Moisés:
Quando o arcanjo Miguel, disputando com o demônio, altercava sobre o corpo de Moisés, não se atreveu a proferir contra ele a sentença da maldição, mas disse somente: ‘Reprima-te o Senhor’” (Jd. 1,9).
BIBLIOGRAFIA


Charles the Hammer. Traditional Catholic Apologetics.

PARA CITAR


RODRIGUES, Rafael. 27 Livros Perdidos Citados Pela Bíblia Sagrada. Disponível em: <http://apologistascatolicos.com.br/index.php/apologetica/deuterocanonicos/636-27-livros-perdidos-citados-pela-biblia-sagrada>. Desde 12/03/2014

Plano Nacional de Educação deseja incluir a ideologia de gênero

Por Pe. Luiz Carlos Lodi



A ideologia de “gênero” prega, em matéria sexual, a “liberdade” e a “igualdade”. A “liberdade”, porém, é entendida como o direito de praticar os atos mais abomináveis. E a “igualdade” é vista como a massificação do ser humano, de modo a nivelar todas as diferenças naturais que existem entre o homem e a mulher.

A origem da ideologia de gênero é marxista. Para Marx, o motor da história é a luta de classes. E a primeira luta ocorre no seio da família. Em seu livro A origem da família, da propriedade privada e do Estado (1884), Engels escreveu:

Em um velho manuscrito não publicado, escrito por Marx e por mim em 1846, encontro as palavras: ‘A primeira divisão de trabalho é aquela entre homem e mulher para a propagação dos filhos’. E hoje posso acrescentar: A primeira oposição de classe que aparece na história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre homem e mulher unidos em matrimônio monogâmico, e a primeira opressão de classe coincide com a do sexo feminino pelo sexo masculino[1].

Dentro da família, há uma segunda opressão – a dos filhos pelos pais – que Marx e Engels, no Manifesto Comunista (1848), pretendem abolir: “Censurai-nos por querer abolir a exploração das crianças por seus próprios pais? Confessamos esse crime”[2].

Fiel à sua raiz marxista, a ideologia de gênero pretende que, em educação, os pais não tenham nenhum controle sobre os filhos. Nas escolas, as crianças aprenderão que não há uma identidade masculina nem uma feminina, que homem e mulher não são complementares, que não há uma vocação própria para cada um dos sexos e, finalmente, que tudo é permitido em termos de prática sexual.

Note-se que a doutrina marxista não se contenta com melhorias para a classe proletária. Ela considera injusta a simples existência de classes. Após a revolução proletária não haverá mais o “proletário” nem o “burguês”. A felicidade virá em uma sociedade sem classes – o comunismo – onde tudo será de todos.

De modo análogo, a feminista radical Shulamith Firestone (1945-2012), em seu livro A dialética do sexo (1970), não se contenta em acabar com os privilégios dos homens em relação às mulheres, mas com a própria distinção entre os sexos. O fato de haver “homens” e “mulheres” é, por si só, inadmissível.

Como a meta da revolução socialista foi não somente a eliminação do privilégio da classe econômica, mas a eliminação da própria classe econômica, assim a meta da revolução feminista deve ser não apenas a eliminação do privilégio masculino, mas a eliminação da própria distinção de sexo; as diferenças genitais entre seres humanos não importariam mais culturalmente[3].

Se os sexos estão destinados a desaparecer, deverão desaparecer também todas as proibições sexuais, como a do incesto e a da pedofilia. Diz Firestone:

O tabu do incesto é necessário agora apenas para preservar a família; então, se nós acabarmos com a família, na verdade acabaremos com as repressões que moldam a sexualidade em formas específicas[4].

Os tabus do sexo entre adulto/criança e do sexo homossexual desapareceriam, assim como as amizades não sexuais [...] Todos os relacionamentos estreitos incluiriam o físico[5].

Por motivos estratégicos, por enquanto os ideólogos de gênero não falam em defender o incesto e a pedofilia, que Firestone defende com tanta crueza. Concentram-se em exaltar o homossexualismo.

Ora, não é preciso uma inteligência extraordinária para perceber que os atos de homossexualismo são antinaturais. Nas diversas espécies, o sexo se caracteriza por três notas: a dualidade, acomplementaridade e a fecundidade.

Dualidade: há animais assexuados, como a ameba, que não têm sexo. Os animais sexuados, porém, têm necessariamente dois sexos. Não há uma espécie em que esteja presente apenas o sexo masculino ou apenas o feminino.

Complementaridade: os dois sexos são complementares entre si. E isso não se refere apenas aos órgãos de acasalamento e às células germinativas (gametas) de cada sexo. A fisiologia e a psicologia masculinas encontram na fisiologia e psicologia femininas seu complemento natural e vice-versa.

Fecundidade: a união de dois indivíduos de sexo oposto é apta a produzir um novo indivíduo da mesma espécie.

Percebe-se que nada disso está presente na conjunção carnal entre dois homens ou entre duas mulheres. Falta a dualidade, a complementaridade e a fecundidade próprias do verdadeiro ato sexual. Os atos de homossexualismo são uma grosseiríssima caricatura da união conjugal, tal como foi querida por Deus e inscrita na natureza.

A ideologia de gênero pretende, porém, obrigar as crianças a aceitar com naturalidade aquilo que é antinatural. Tal ideologia distingue o sexo, que é um dado biológico, do gênero, que é uma mera construção social. Gêneros, segundo essa doutrina, são papéis atribuídos pela sociedade a cada sexo. Se as meninas brincam de boneca, não é porque tenham vocação natural à maternidade, mas por simples convenção social. Embora só as mulheres possam ficar grávidas e amamentar as crianças e embora o choro do recém-nascido estimule a produção do leite materno, a ideologia de gênero insiste em dizer que a função de cuidar de bebês foi arbitrariamente atribuída às mulheres. E mais: se as mulheres só se casam com homens e os homens só se casam com mulheres, isso não se deve a uma lei da natureza, mas a uma imposição da sociedade (a “heteronormatividade”). O papel (gênero) de mãe e esposa que a sociedade impôs à mulher pode ser “desconstruído” quando ela decide, por exemplo, fazer um aborto ou “casar-se” com outra mulher.

Em 2010, o Ministério da Saúde publicou a cartilhaDiversidades sexuais[6] com o objetivo único de inculcar nos adolescentes e jovens a ideologia de gênero. A eles é ensinado que o homossexualismo é não uma desorientação, mas uma “orientação sexual”. E mais: que tal “orientação” é natural e espontânea, e não depende da escolha da pessoa!

Hoje já se sabe que ser gay ou lésbica não é uma opção, porque não implica uma escolha. O (a) homossexual não opta por ser homossexual, assim como o (a) heterossexual não escolhe ser heterossexual, o mesmo acontecendo com os (as) bissexuais. É uma característica natural e espontânea[7].

Essa afirmação, apresentada como certeza (“hoje já se sabe...”) é duramente atacada pelo psicólogo holandês Gerard Aardweg, especialista em comportamento homossexual:

O infantilismo do complexo homossexual tem geralmente sua origem na adolescência, e em grau menor na primeira infância. [...]. Não é, porém, durante a primeira infância que o destino do homossexual é selado, como muitas vezes defendem os homossexuais emancipistas, entre outros. Essa teoria ajuda a justificar uma doutrinação das crianças na educação sexual tal como: ‘Alguns de vocês são assim e devem viver de acordo com sua natureza’[8].

Ora, não há uma “natureza homossexual”, pois o homossexualismo é, em sua essência, um vício contra a natureza. Isso, porém, os ideólogos de gênero proíbem que se diga. Para eles, somente os preconceituosos se opõem às práticas homossexuais. Tal “preconceito”, que eles desejam que se torne um crime a ser punido[9], recebe o nome pejorativo de “homofobia”.

O Projeto de Lei 8035/2010, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020, trazia termos próprios da ideologia de gênero: “igualdade de gênero e de orientação sexual”, “preconceito e discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero”. O Senado Federal, porém, em dezembro de 2013, aprovou um substitutivo (PLC 103/2012) que eliminou toda essa linguagem ideológica e ainda acrescentou como diretriz do Plano a “formação para o trabalho e a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade” (art. 2º, V). De volta à Câmara, o projeto agora enfrenta a fúria dos deputados do PT e seus aliados, que pretendem retirar os “valores éticos e morais” e reintroduzir o “gênero” no PNE, a fim de dar uma base legal à ideologia que o governo já vem ensinando nas escolas.

Nem todos compreendem a importância e a extensão do problema. A vitória da ideologia de gênero significaria a permissão de toda perversão sexual (incluindo o incesto e a pedofilia), a incriminação de qualquer oposição ao homossexualismo (crime de “homofobia”), a perda do controle dos pais sobre a educação dos filhos, a extinção da família e a transformação da sociedade em uma massa informe, apta a ser dominada por regimes totalitários.

É a própria família brasileira que está em jogo.

QUE PODEMOS FAZER?
 
1) LIGUE GRATUITAMENTE PARA O DISQUE CÂMARA 0800 619 619. Tecle "9"

Desejaria enviar uma mensagem para todos os deputados membros da Comissão Especial destinada a votar o Plano Nacional de Educação (Projeto de Lei 8035/2010):

Solicito a Vossa Excelência que mantenha longe do Plano Nacional de Educação as expressões "gênero", "igualdade de gênero" e "orientação sexual". Tal linguagem não é inócua, mas é própria da ideologia de gênero, que tem por fim destruir a família e massificar o ser humano, nivelando as diferenças naturais entre o homem e a mulher. As crianças e os pais agradecem.

2) ASSINE A PETIÇÃO CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO

http://www.citizengo.org/pt-pt/5312-ideologia-genero-na-educacao-nao-obrigado

3) PASSE ADIANTE...

Anápolis, 11 de março de 2014.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis
 
Fonte Eletrônica;
 

terça-feira, 4 de março de 2014

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2014

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) fará a abertura oficial da Campanha da Fraternidade de 2014 na Quarta-feira de Cinzas, dia 5 de março, às 14h, em sua sede em Brasília. Este ano, a campanha aborda o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e o lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1). O evento será transmitido, ao vivo, pelas emissoras de inspiração católica.
bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, presidirá a cerimônia. Na ocasião estarão presentes representantes do governo e de entidades da sociedade civil. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso; o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcello Laverene Machado; e a secretária Executiva do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), pastora Romi Márcia Bencke, confirmaram presença.
Na ocasião, será divulgada a mensagem do papa Francisco para a Campanha da Fraternidade.
Dioceses
Em todo o país, paróquias e dioceses programaram atividades para a quarta-feira de Cinzas, dia 5 de março. Confira horários e locais de missas em algumas dioceses e os eventos de lançamento da Campanha da Fraternidade.
Fonte Eletrônica;
http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/noticias/13743-lancamento-da-campanha-da-fraternidade

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Vida Sim, Aborto Não.A breve e tocante vida de Zion

Dylan Benson publicou uma foto onde aparece na sala de cuidados intensivos com um bebê frágil nos braços. (Foto: Reprodução)
Yahoo Brasil/Reprodução - Dylan Benson publicou uma foto onde aparece na sala de cuidados intensivos com um bebê frágil nos braços. (Foto: Reprodução)
Desde que o meu filho Eduardo nasceu, há 7 meses, eu, que pensava ser uma mulher durona, virei uma manteiga derretida. Claro que o nascimento de um filho muda a vida, mas o que mais percebo é o quanto a maternidade me fragilizou. Fragilizar não significa enfraquecer. Me sinto mais forte e disposta para encarar o dia a dia, mesmo após meses de sono interrompido. Mas hoje tenho outro entendimento sobre as questões e aflições maternas e, muitas vezes, acabo me colocando no lugar de outras mães.
Dylan e Robyn no dia de seu casamento em julho de 2013. (Foto: Reprodução)
 
 Tento exercer a maternidade quando estou com o meu filho e, na medida do possível, também quando não estou. Participo de grupos de mães no Facebook, sigo um monte de blogs sobre o tema e acabo tendo acesso à muita informação. Entre tantas histórias que já conheci, duas chamaram a minha atenção nesta semana e me emocionaram demais.
Uma delas foi o nascimento por cesariana do bebê canadense Iver Cohen Benson. Sua mãe, Robyn Benson, de 32 anos, sofreu uma hemorragia cerebral no dia 21 de dezembro, quando estava com 22 semanas de gravidez e foi considerada clinicamente morta desde então. Os médicos mantiveram os aparelhos dela ligados até que o bebê pudesse nascer. E ele nasceu!
A outra história é a do pequeno Zion. Estão preparados, leitores?
Josh e Robbyn Blick e ainda ‘grávidos’ descobriram que o filho Zion sofria de uma anomalia genética. (Foto: Re …

O casal norte-americano Josh e Robbyn Blick esperava mais um filho (pelas fotos parece que já tinha quatro). Ainda ‘grávidos’, eles descobriram que o filho Zion sofria de uma anomalia genética e teria poucos dias de vida após o seu nascimento. Notícia triste em meio à tanta alegria.
Mas aí é que vem a parte linda dessa história. Os pais decidiram que a vida de Zion, mesmo que breve, seria cheia de amor e pediram para que todos que tivessem contato com o bebê sentissem a bênção que Deus tinha mandado para essa família com a vinda dele, e assim comemoram cada dia de sua vida. Zion partiu 10 dias depois. A família registrou em fotos e vídeo diversos momentos da vida do filho. E tenho certeza que as imagens vão tocar vocês, assim como me tocaram. A grandeza e amor dessa família fazem a gente repensar a vida. Vamos deixar as bobagens para lá e valorizar o que realmente importa nesse mundo, estar perto das pessoas que amamos!
Zion sofria de uma anomalia genética. (Foto: Reprodução)










Zion viveu exatamente 10 dias. (Foto: Reprodução)


O casal fotografou cada momento do filho. (Foto: Reprodução)



A família registrou em fotos e vídeo diversos momentos da vida do filho. (Foto: Reprodução)




Os pais decidiram que a vida de Zion, mesmo que breve, seria cheia de amor. (Foto: Reprodução)


A grandeza e amor dessa família nos fazem a gente repensar a vida. (Foto: Reprodução)

Eles comemoram cada dia da vida de Zion. (Foto: Reprodução)


Zion emocionou o mundo. (Foto: Reprodução) Ser mãe é... não precisa nem ser mãe para se emocionar com essa linda história! ; )
Até a próxima! Grace.
 
Fonte Eletrônica;