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domingo, 28 de abril de 2013

Refutando o suposto cânon da divisão da Bíblia

Alegação protestante:

Cristo declara o cânone hebraico da palavra de Deus.
Lucas 24,44-45 E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos. Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras.
Aqui, no versículo acima, Jesus divide a palavra de Deus escrita em três categorias. O hebraico bíblico, conhecido pelo acrônimo Tanakh, tem esta três divisões: em primeiro lugar a Torá, os primeiros cinco livros de Moisés. Segundo a Nevi'im ou profetas, terceiro da Ketuvim ou Escritos. Cristo estava expondo o testemunho das Escrituras sobre Si, a partir de um termo da Bíblia para o outro. Desde o princípio, passando por Moisés, ao lado dos profetas, e, em seguida, sobre a última divisão que começou com Salmos; Cristo explica a partir do hebraico bíblico, o Tanakh, que ele era o Messias.
Resposta:
Apreciemos melhor os fatos. Veremos que Jesus não divide a Palavra de Deus em três, mas apenas em duas categorias...
1º) Cerca de 300 das 350 citações ao Antigo Testamento feitas pelo Novo Testamento, são retiradas da Septuaginta. Isto é fato, ponto pacífico entre católicos, ortodoxos e grande parte dos protestantes não-fundamentalistas!
Entretanto, convém observar que não são apenas os 4 Evangelistas que citam a Septuaginta (ainda quando esta discorda do texto hebraico); eles também apontam categoricamente o próprio Jesus citando-a diretamente, inclusive nos Evangelhos de Mateus e João (estes dois Evangelistas, ressalte-se, são palestinos e testemunhas oculares dos eventos); eis alguns casos: Mateus 13,10-15; 15,1-9; 21,14-17; Marcos 4,10-12; 7,5-7; Lucas 4,16-21; Lucas 8,9-10; João 12,36b-41.
Mas como se divide a Septuaginta?
Não há uma resposta exata para isso; academicamente, há quem a divida em duas (legislação+história e poetas+profetas), em três (legislação+história=Lei, poetas e profetas) e em quatro categorias (legislação, história, poetas e profetas).
A divisão em duas categorias, estritamente técnica, é bastante respeitável por ter sido proposta por ninguém menos que Alfred Ralphs, um dos maiores e mais respeitados especialistas na Septuaginta.
Já divisão em quatro categorias é deduzida da forma como o teor de cada livro pode ser classificado, e segue mais ou menos a ordem como se encontram esses livros nos códices mais antigos. Nesta forma de classificação, teríamos então:
a) Lei: Gênesis - Êxodo - Levítico - Números - Deuteronômio
b) História: Josué - Juízes - Rute - 1Reis=1Samuel - 2Reis=2Samuel - 3Reis=1Reis - 4Reis=2Reis - 1Paralipômenos=1Crônicas - 2Paralipômenos=2Crônicas - Esdras+Neemias - Ester (com adições em grego) - Judite - Tobias - 1Macabeus - 2Macabeus
c) Poetas: Salmos - Jó - Provérbios de Salomão - Eclesiastes - Cântico dos Cânticos - Sabedoria de Salomão - Eclesiástico=Sabedoria de Sirac
d) Profetas: Isaías - Jeremias - Baruc - Lamentações - Epístola de Jeremias=Baruc 6 - Ezequiel - Daniel (com adições em grego) - Oséias - Amós - Miquéias - Joel - Abdias - Jonas - Naum - Habacuc - Sofonias - Ageu - Zacarias - Malaquias.

Praticamente todas as Bíblias que conhecemos seguem esta 3ª classificação (incluindo as Bíblias Protestantes, que tão somente omitem os livros deuterocanônicos e alteram a ordem de apenas um ou outro livro).
Há ainda uma quarta forma de classificação, tida por "mista": consiste em manter a tripla classificação tradicional “lei - profetas – escritos” e a ordem dos livros segundo a Bíblia hebraica, introduzindo-se os deuterocanônicos, conforme seu teor, entre os Escritos ou entre os Profetas e os Escritos.
Esta quarta forma de classificação também seria possível porque a tríplice divisão não era desconhecida dos judeus de Alexandria! Ora, é justamente o Prefácio do Eclesiástico que testemunha claramente, pela 1ª vez na História, a tríplice divisão das Escrituras dos judeus palestinos, pois já era observada pelo avô hebraico (que, aliás, possui o mesmo prenome do Salvador!) e tal dado já era de conhecimento do seu neto, que traduziu a obra para o grego:
“Meu avô Jesus, depois de dedicar-se intensamente à leitura da Lei, dos Profetas e dos outros livros [=parte dos Escritos] dos antepassados” (Eclesiático, Prefácio,7-10).

Tal fato é reconhecido também pelo autor protestante Edgar J. Goodspeed, em sua obra "Como nos veio a Bíblia?":
“A mais antiga referência a esta ampliação das Escrituras judaicas pela adição de um terceiro corpo de livros está no prefácio à Sabedoria de Sirac [=Eclesiástico]. Josué ou Jesus, filho de Sirac foi um sábio judeu que compôs sua Sabedoria lá pelo fim do terceiro século antes de Cristo, ou no começo do segundo. Ele escreveu em hebraico, mas cincoenta anos depois seu neto, no Egito, traduziu seu livro em grego, prefixando a este poucas linhas de explicação. Neste prefácio, ele fala da Lei, das Profecias e do resto dos livros, como já traduzidos para o grego, como que para ilustrar a dificuldade para traduzir o hebraico para aquela língua.
Assim a terceira parte do Velho Testamento já estava tomando forma e sendo acrescentada à Lei e aos Profetas no segundo século antes de Cristo; de fato ela estava sendo já traduzida para o grego, para o uso dos judeus no Egito que conheciam melhor o grego que o hebraico, e também para fins missionários.
Esta terceira porção das Escrituras judaicas não havia ainda sido finalmente fixada e incluída no cânon até cerca do fim do primeiro século depois de Cristo, quando no Sínodo Judaico de Jâmnia, cerca de 90 A.D., algumas dificuldades que ainda haviam a seu respeito foram eliminadas” (grifos nossos).
Por isso, não é de se estranhar que embora a tríplice divisão "lei - profetas - escritos" fosse de conhecimento dos judeus palestinenses e dos judeus alexandrinos, a ordem exata dos livros que compunha estas duas últimas categorias nunca tenha sido estabelecida como "dogma" a ser seguido. É o que atesta, por exemplo, a "TEB-Tradução Ecumênica da Bíblia" (1ª ed,, 1994, p.4), que contou com a colaboração de judeus, católicos, ortodoxos e protestantes:
“As edições da Bíblia hebraica agrupam os livros sob três títulos: a 'Lei', os 'Profetas', os 'Escritos'. Esse uso é anterior à era cristã (cf. Sirácida [Eclesiástico] Prólogo) e é bastante estável; algumas listas e manuscritos apresentam divergências no modo de agrupar os livros no interior da seção 'Profetas' (p.ex. Isaías pode vir depois de Jeremias e Ezequiel), ou da seção 'Escritos'” (grifo nosso).
Logo, ao contrário do que diz o artigo, não é Jesus quem divide a palavra de Deus escrita em três categorias. Na melhor das hipóteses Ele estaria usando a tripla divisão tradicional, conhecida de ambos os judeus, palestinos e alexandrinos!


2º) Mas estaria mesmo Jesus empregando a tripla divisão?
Ora, quando Jesus não utiliza os termos “Escritura” (ex.: Marcos 12,10; João 7,38), “Escrituras” (ex.: Mateus 22,29; Lucas 24,27), qual outra expressão utiliza?
“Não penseis que vim abolir a lei e os profetas. Não vim para abolir, mas para cumprir” (Mateus 5,17).

“Tudo o que quereis que os homens vos façam, fazei-o vós a eles. Esta é a lei e os profetas” (Mateus 7,12).

“Porque todos os profetas e a lei profetizaram até João” (Mateus 11,13).

“Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas” (Mateus 22,40)

“A lei e os profetas duraram até João. Desde então é anunciado o Reino de Deus, e cada um faz violência para aí entrar” (São Lucas 16,16).

Isso mesmo: a expressão "a lei e os profetas"! Exatamente aquela mesma expressão cunhada pelo livro... deuterocanônico de 2 Macabeus (um dos últimos a ser escrito), única ocorrência em todo o Antigo Testamento:
"Encorajou-os citando a lei e os profetas, lembrou-lhes os combates outrora sustentados e inflamou-os desse modo com um novo ardor" (2Macabeus 15,9).

3º) Por outro lado, a passagem de Lucas 24,44-45, lê-se assim, literalmente, no "Novo Testamento Interlinear Grego-Português", da Sociedade Bíblica do Brasil (dispostas as palavras ordenadamente):
“E disse-lhes: 'Estas minhas palavras vos falei ainda estando convosco: que é preciso que todas as coisas escritas na lei de Moisés e nos profetas E salmos acerca de mim sejam cumpridas'. Então abriu a mente deles para entenderem as Escrituras”
Repare-se a ausência de preposição/artigo entre "Profetas" e "Salmos", ao contrário do que ocorre antes de "lei" e antes de "profetas", em que a preposição/artigo aparecem. Com efeito, "Salmos" aqui:
a) OU está ligado a “Profetas” por uma simples cláusula aditiva “e” (“kai”, em grego), de modo que ambos se encontram em um mesmo conjunto (o que seria plenamente compatível caso se adotasse a divisão em 2 categorias, proposta por Ralphs).

b) OU confere certa autonomia ao livro dos Salmos (apontado nominalmente) que, embora de fato pertença ao grupo dos  "Escritos", não é efetivamente a este grupo e muito menos quanto a quais livros o compõem (e sua respectiva ordem interna) a que Jesus se refere! Jesus o cita simplesmente por causa da especial importância que o livro dos Salmos tem para os judeus (incluindo Jesus e os Apóstolos), como demonstram estas outras ocorrências explícitas (e únicas nos Evangelhos):
“Depois do canto dos Salmos, dirigiram-se eles para o monte das Oliveiras” (Mateus 26,30).

“Terminado o canto dos Salmos, saíram para o monte das Oliveiras” (Marcos 14,26).
“Pois o próprio Davi, no livro dos Salmos, diz: Disse o Senhor a meu Senhor: Senta-te à minha direita”
Isto apenas para não apontar os casos em que Jesus citou implicitamente (ex. Mateus 23,39 = Salmo 118,26) ou certamente fez uso prático dos Salmos (p.ex.: muito provavelmente durante a Última Ceia, cantou o Hillel - Salmos 113 a 118 - como qualquer bom judeu).
Mas por que então Jesus Ressuscitado, em Lucas 24,44-45, faria questão de recordar aos discípulos o livro dos Salmos especificamente? Ora, basta ler Lucas 20,41-44, quatro capítulos, em que faz referência explícita aos Salmos (citando-o também nominalmente), questionando os escribas diante de seus discípulos:
Lucas 20, 41. Jesus perguntou-lhes: Como se pode dizer que Cristo é filho de Davi? 42. Pois o próprio Davi, no livro dos Salmos, diz: Disse o Senhor a meu Senhor: Senta-te à minha direita, 43. até que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés (Sl 109,1). 44. Portanto, Davi o chama de Senhor! Como, pois, é ele seu filho?
Com isto, o Senhor Ressuscitado apresenta aos discípulos a prova final de que Ele é de fato o Cristo, o Filho de Davi, o Supremo Rei a quem foi dada toda a autoridade no céu e na terra (Mateus 28,18), com todas as demais consequências que isto significa para os judeus, para eles mesmos, para a Igreja e para o mundo, que a partir de então deve ser conquistado segundo a Nova Aliança (Mateus 28,19-20; Marcos 16,19-20; Lucas 24,46-51).

Repare-se, por derradeiro, na íntima relação que existe entre essas duas passagens (Lucas 20,41-44 <-> Lucas 24,44-45), que só encontramos em Lucas, não se registrando nem mesmo paralelos implícitos! Eis aí o "link" bilateral e único que ao mesmo tempo confere autonomia e isolamento à expressão anterior do Senhor "a lei e os profetas", em Lucas 24,44!

4º) Continuando: Para quais Escrituras Cristo abriu a mente dos Apóstolos?
Isto é mais que óbvio e independe da adoção do cânon curto (palestinense) ou do cânon longo (alexandrino):  Para todas, evidentemente, inclusive as obras deuterocanônicas, pois fazem parte integrante da Bíblia adotada pelos Apóstolos e seus sucessores (=Septuaginta), indiscutivelmente, histórica e cientificamente falando!
E já vimos que até sociedades bíblicas e autores protestantes admitem que a Septuaginta era o Antigo Testamento oficial da Igreja Apostólica e Primitiva.
Logo, não precisamos perder muito tempo com este ponto.

5º) Recorde-se, mais uma vez, que ainda que Jesus adotasse em Lucas 24,44 a "divisão tripartida" tradicional dos judeus palestinenses (o que é bem diferente de adotar exatamente os mesmos livros definidos em Jâmnia, cerca de 1 século depois, e ainda na mesmíssima ordem em que se encontram na Bíblia hebraica desde então), isto de maneira nenhuma excluiria os deuterocanônicos, porque estes - como parte integrante da Bíblia adotada pelos Apóstolos -, poderiam ser fácil e naturalmente classificados dentro do grupo dos Escritos e Proféticos (tal como os protocanônicos), e talvez numa disposição que preservasse a ordem de primeiro e último livros dentro de cada divisão (logo, seria possível abrigar facilmente os 46 livros dentro da divisão tradicional), pois, como já vimos, os livros que compunham estas duas categorias ainda suscitavam fortes discussões entre os judeus em plena Era Cristã, quando a Antiga Aliança já tinha sido superada pela Nova!
Principalmente, também, porque os diversos livros do Antigo Testamento não estavam unidos em um volume único, como temos hoje na nossa Bíblia (e que só foi possível pela criação dos "códices"); na verdade, cada livro era um ***rolo distinto***, guardados juntos tendo em vista sua sacralidade. Quanto a isto, esclarece a "TEB-Tradução Ecumênica da Bíblia" (1ª ed., 1994, p. 4):
“Antes da aparição da forma codex (=páginas encadernadas em sequência como nos livros atuais), os livros eram rolos; sendo necessários uns vinte rolos para escrever todo o Antigo Testamento. Os bibliotecários os ordenavam em cofres, para protegê-los e classificá-los. O caráter eminentemente sagrado do Pentateuco vetava guardar outra coisa no cofre que lhe era reservado, mas quanto à disposição dos outros rolos, não havia nenhuma ordem rigorosa.” (grifos nossos).
A propósito, convém ressaltar que, quanto a um "cânon certo e indiscutível", a única certeza consensual entre os diversos grupos judaicos (saduceus, fariseus, essênios, samaritanos, alexandrinos etc), é que os Cinco Livros de Moisés (Pentateuco: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio) formavam a "Lei" em sentido estrito e que aqui nenhum outro livro deveria ser acrescentado, ainda que anteriormente se falasse de "Heptateuco" (=7 livros), que  acrescentava à Lei também os livros de Josué e Juízes!
É por isso que vemos Jesus discutir com os saduceus usando apenas argumentos tirados da Lei pois, para estes, o que estivesse fora do Pentateuco (Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio) não era de fato Escritura Sagrada! Por que Jesus não aproveitou a oportunidade para um debate ou esclarecimento "mais aprofundado", já que adotava um cânon "certo e mais longo" que o dos saduceus??

6º) Que Jesus não criou uma categorização própria já o livro do Eclesiástico (escrito originariamente por um judeu-palestinense) demonstra com cerca de dois séculos de antecedência, como vimos.
E poderiam ser acrescentados livros (=rolos) ao cânon do Antigo Testamento depois destes "antepassados" lidos pelo avô do tradutor? Certamente que sim, pois o cânon ainda não estava definitivamente encerrado e o livro protocanônico de Daniel é um bom exemplo disso: sua redação final, tal como se encontra em nossas Bíblias, é do período macabaico (entre 167 e 164 a.C.).
Ademais, os critérios adotados pelo Sínodo de Jâmnia, no séc. I d.C. (nunca custa lembrar este detalhe!) eram claramente nacionalistas (os livros deveriam ser redigidos e conservados em hebraico ou originados na Palestina).
Ora, se havia, com toda a certeza, judeus fiéis a Deus fora da Palestina, porque só os residentes neste último território seriam privilegiados por Ele? Os judeus residentes em Alexandria, cumpridores da fé judaica, não fariam também parte do Povo Santo, do Povo Eleito? Por que Deus se calaria, em claro prejuízo para estes?
Por outro lado, se a língua hebraica era imprescindível, porque o livro de Daniel possui significante parte (2,4 a 7,28) redigida em aramaico? E ainda no de Esdras (4,8 a 6,18) e de Jeremias (10,11)? E se se aceita esta outra língua, por que não aceitar também o grego? E se - como alguns irmãos separados fazem questão de argumentar - o problema era a língua grega em si (por não ser nem o hebraico nem o aramaico do Antigo Testamento, violando assim a clara determinação de Jâmnia) por que essa a mesma língua grega não teria contaminado 100% do Novo Testamento (salvo o original aramaico de Mateus, que se perdeu)?
Constata-se, assim, quão insólitos e frágeis são os argumentos do artigo ora refutado.

FONTE

NABETO, Carlos. Refutando o suposto cânon da divisão da Bíblia hebraica.  Disponível em: <http://www.catolicoporque.com.br/index.php/colaboradores/carlos-martins-nabeto/respostas-a-leitores-cmn/1280-canon-qual-o-canon-do-antigo-testamento-considerado-pelo-novo-testamento>. Acesso em: 18/08/2012

Fonte Eletrônica;

http://www.apologistascatolicos.com.br/index.php/apologetica/deuterocanonicos/589-refutando-o-suposto-canon-da-divisao-da-biblia-hebraica

sábado, 20 de abril de 2013

PROFETAS, referências Bíblicas

Os profetas foram homens escolhidos por Deus, para serem canais da manifestação de sua vontade ao povo israelita. Instrumento poderosamente usado e através destes, a glória do Senhor por diversas vezes foi manifestada. Ao contrário do que pregam muitas igreja, a Bíblia não determina o fim deste ofício em João Batista, na verdade, afirma que nos dias finais os veríamos, em plena atividade. Eu particularmente, glorifico o nome do Senhor, pois, através destes profetas, Ele tem falado aos meus ouvidos e honrado-me com Seu grande amor.

A seguir, transcrevo da Bíblia inúmeros textos que abordam o tema. Leia-os e medite.

1- Os Profetas: a) Levantados por Deus. Am 2.11 b) Ordenado. 1Sm 3.20; Jr 1.5 c) Enviados. 2Cr 36.15; Jr 7.25 d) Enviados por Jesus. Mt 23.34 e) Cheios do Espírito Santo. Lc 1.67 f) Guiados pelo Espírito Santo. 2Pe 1.21 g) Falam pelo Espírito Santo. At 1.16; 11.28; 28.25 h) Falam em nome do Senhor 2Cr 33.18; Tg 5.10 i) Falam com autoridade 1 Rs 17.1

j) Deus fala por meio deles Os 12.10; Hb 1.1 k) Mensageiros de Deus 2Cr 36.15; Is 44.26 l) Servos Jr 35.15 m) Houve algumas profetisas Jl 2.28

2- Chamados de: a) Homem de Deus 1Sm 9.6 b) Profeta de Deus Ed 5.2 c) Santos Lc 1.70; Ap 18.20; 22.6; 2Pe 1.21; 2Rs 4.9 d) Videntes 1Sm 9.9

3- Ouvem o Senhor: a) Seus segredos Am 3.7 b) Em diversas ocasiões Hb 1.1 c) Voz audível Nm 12.8; 1Sm 3.4-14

d) Por meio de anjos Dn 8.15-26; Ap 22.8,9 e) Em sonhos e visões Nm 12.6; Jl 2.28 f) Sob controle do Espírito Santo Lc 1.67; 2Pe 1.21 g) Fala em nome do Senhor 2Cr 33.18; Ez 3.11; Tg 5.10 h) Serviam de Sinais ao povo Is 20.2-4; Jr 19.1,10,11; 27.2,3; 43.9; 51.63; Ez 4.1-13; 5.1-4; 7.23; 12.3-7; 21.6,7; 24.1-14; Os 1.2-9

4- Devem ser: a) Ousados e inflexíveis Ez 2.6; 3.8,9 b) Vigilantes e fiéis Ez 3.17-21 c) Atentos às palavras recebidas Ez 3.10 d) Fieis, transmitir apenas o recebido Dt 18.20 e) Obedientes na transmissão da palavra Jr 26.2 f) Escreviam e narravam as mensagens recebidas 2Cr 21.12; Jr 36.2; Lc 4.17; At 13.15

5- Suas Predições eram: a) Anunciadas na porta da casa do Senhor Jr 7.2 b) Proclamadas nas cidades e ruas Jr 11.6 c) Escritas e fixadas em lugares públicos Hc 2.2 d) Escritas em rolos Is 8.1; Jr 36.2 e) Todas cumpridas 2Rs 10.10; Is 44.26; At 3.18; Ap 10.7 f) Orientavam os judeus Ed 5.2

6- Os Judeus: a) Ordenados a ouvi-los e crer Dt 18.15 com 2Cr 20.20 b) Perseguiam-nos 2Cr 36.16; Mt 5.12 c) Aprisionavam-nos 1Rs 22.27; Jr 32.2; 37.15,16 d) Matavam-nos 1Rs 18.13; 19.10; Mt 23.34-37

7- Outros ensinamentos: a) Poderosos por meio da fé Hb 11.32-40 b) Pacientes em meio ao sofrimento Tg 5.10 c) Eram vingados por Deus 2Rs 9.7; 1Cr 16.21,22; Mt 23.35-38; Lc 11.50 d) Cristo nomeado de antemão Dt 18.15 com At 3.22 e) Cristo foi profeta Mt cap 24; Mc 10.32-34

8- Profetas na Igreja – Novo Testamento: At 13.1; 1Co 12.28; 14.29; Ef 4.11

a) Zacarias Lc 1.67 b) Ana Lc 2.36 c)Agabo At 11.28; 21.20 d) Filhas de Filipe At 21.9 e) Paulo 1Tm 4.1 f) Pedro 2Pe 2.1,2 g) João Ap 1.1

9- Nome dos profetas bíblicos: a) Arão Ex 7.1 b) Abraão Gn 20.7 c) Ágabo At 21.10 d) Ageu Ed 5.1 e) Aias 1Rs 11.29 f) Amós Am 1.1 g) Ananias Jr 28.17 h) Balaão Nm 22.5 i) Daniel Mt 24.15 j) Davi Mt 13.35 k) Eldade Nm 11.26 l) Elias 1Rs 18.36 m) Eliseu 1Rs 19.16 n) Ezequiel Ez 1.3 o) Gade 1Sm 22.5 p) Habacuque Hc 1.1 q) Ido 2Cr 13.22 r) Isaías 2Rs 19.2 s) Jeú 1Rs 16.7 t) Jeremias Jr 1.5 u) João Batista Lc 7.28 v) Joel Jl 1.1 w) Jonas 2Rs 14.25 x) Josué 1Rs 16.34 y) Malaquias Ml 1.1 z) Medade Nm 11.26 aa) Micaias Jr 26.18 ab) Miquéias Jr 26.18 ac) Moisés Dt 34.10 ad) Natã 2Sm 7.2 ae) Naum Na 1.1 af) Obadias Ob 1 ag) Odede 2Cr 28.9 ah) Oséias Os 1.1 ai) Samuel 1Sm 3.20 aj) Semaias 2Cr 12.5 ak) Sofonias Sf 1.1 al) Zacarias Lc 1.67 am) Zacarias Zc 1.1

Fonte eletrônica;




ANJOS

O mundo invisível é constantemente descrito na bíblia como algo constantemente presente em nosso meio, não como uma realidade distante, mas como algo presente entre nós. Os anjos não estão apenas ocasionalmente presentes na Bíblia; eles estão constantemente presentes! O termo “anjo” ocorre mais de 250 vezes nas páginas da revelação eterna de Deus das Escrituras, não apenas descrevendo o que ele têm feito mas também mostrando as coisas que eles fazem em nosso dia-a-dia, além do que têm feito no passado.

“Não são, porventura, todos eles espíritos ministradores, enviado para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?” Hb 1.14

A resposta da Bíblia é “Sim”, isto significa que o seu ministério aplica-se a nós – Hoje!

1. Cinco aspecto do ministério dos anjos

“Bendizei ao SENHOR, todos os seus anjos, valorosos em poder, que executais as suas ordens e lhe obedeceis à palavra. Bendizei ao SENHOR, todos os seus exércitos, vós, ministros seus, que fazeis a sua vontade.” Sl 103.20,21

Os anjos existem para servir a Deus de cinco maneiras, pelo menos.

2. Variedade na aparência dos Anjos.

“Então, a mulher foi a seu marido e lhe disse: Um homem de Deus veio a mim; sua aparência era semelhante à de um anjo de Deus, tremenda; não lhe perguntei donde era, nem ele me disse o seu nome.” Jz 13.6

Dependendo da sua ordem da criação, os anjos aparecem em diferentes formas.

3. Estrutura organizada no mundo dos anjos.

“pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele.” Cl 1.16

Os anjos constituem uma sociedade estruturada.

4. A influência dos anjos sobre as nações.

“Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; porém Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu obtive vitória sobre os reis da Pérsia.” Dn 10.13

Alguns anjos tem influências sobre as nações.

5. Anjos como mensageiros.

“Um anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Dispõe-te e vai para o lado do Sul, no caminho que desce de Jerusalém a Gaza; este se acha deserto. Ele se levantou e foi.” At 8.26

Os anjos continuam ativos na edificação do reino de Deus, na qualidade de mensageiros.

6. Anjos da guarda – Cuidando de nós.

“Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos. Eles te sustentarão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra.” Sl 91.11,12

Cada fiel tem seu anjo que o guarda.

7. Jesus e os anjos.

“Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João, o qual atestou a palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo, quanto a tudo o que viu.” Ap 1.1,2

Jesus está diretamente associado com os anjos por ocasião do seu nascimento, nos quarenta dias de jejum, em sua agonia na noite em que foi traído, na Ressurreição, na Ascensão e na sua segunda vinda.

8. Anjos caídos.

“Houve peleja no céu. Miguel e os seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos; E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a terra, e, com ele, os seus anjos.” Ap 12.7-9

A mente e a compreensão dos anjos caídos foram tomadas por grande engano, tornando-os instrumentos da rebelião de satanás.

9. Espíritos Ministradores.

“Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação?” Hb 1.14

Os anjos são espíritos ministradores.

10. Os serafins.

“Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava.” Is 6.2

Os serafins estão constantemente glorificando a Deus, supervisionando a adoração celestial.

11. Os querubins.

“E, expulso o homem, colocou querubins ao oriente do jardim do Éden e o refulgir de uma espada que se revolvia, para guardar o caminho da árvore da vida.” Gn 3.24

Os querubins guardam o trono de Deus e estão diretamente relacionados com a presença e retirada da glória de Deus.

12. Os arcanjos.

“Contudo, o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo e disputava a respeito do corpo de Moisés, não se atreveu a proferir juízo infamatório contra ele; pelo contrário, disse: O Senhor te repreenda!” Jd 9

Arcanjo significa: Ser o primeiro. Representa o mais alto grau na hierarquia das hostes celestiais.

13. Lúcifer.

“Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo.” Is 14.12-14

Satanás era um anjo, que sucumbiu ao orgulho.

14. Crentes acompanhados por anjos.

“Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado.” Lc 6.22

Os anjos acompanham os fiéis na presença de Deus, por ocasião da sua morte e os congregam diante de Cristo por ocasião do seu retorno.

Fonte Eletrônica;


Fariseus, quem são?

Nome de uma das três principais seitas judaicas, juntamente com os saduceus e os essênios. Era a seita mais segura da religião judaíca, At 26. 5. Com certeza, a seita dos fariseus foi criada no período anterior à guerra dos macabeus com o fim de oferecer resistência ao espírito helênico que se havia manifestado entre os judeus tendente a adotar os costumes da Grécia. Todo quantos aborreciam a prática desses costumes pagãos, já tão espalhados entre o povo, foram levados a criar forte reação para observar estritamente as leis de Moisés. A feroz perseguição de Antíoco Epifanes contra eles, 175-164 AC levou-os a se organizarem em partido. Antíoco queria que os judeus abandonassem a sua religião em troca da fé idólatra da Grécia, tentou destruir as Santas Escrituras, e mandou castigar com a morte a quantos fossem encontrados com o livro da lei. Os hasideanos que eram homens valentes de Israel, juntamente com todos que se consagravam voluntariamente à defesa da lei, entraram na revolta dos macabeus como um partido distinto. Parece que este partido era o mesmo dos fariseus. Quando terminou a guerra em defesa de sua liberdade religiosa, passaram a disputar a supremacia política; foi então que os hasidianos se retraíram. Não se fala deles durante o tempo em que Jônatas e Simão dirigiam os negócios públicos dos judeus, 160-135 AC.

Os fariseus aparecem com este nome nos dias de João Hircano, 135-105. Este João Hircano pertencia à seita dos fariseus, da qual se separou para se tornar adepto das doutrinas dos saduceus. Seu filho e sucessor Alexandre Janeu, tentou exterminá-los à espada. Porém, sua esposa Alexandra que o sucedeu no governo no ano 78, reconhecendo que a força física era impotente para combater as convicções religiosas, favoreceu a seita dos fariseus. Daí por diante, a sua influência dominava a vida religiosa do povo judeu. Os fariseus sustentavam a doutrina da predestinação que consideravam em harmonia com o livre arbítrio. Criam na imortalidade da alma, na ressurreição do corpo e na existência do espírito; criam nas recompensas e castigos na vida futura, de acordo com o modo de viver neste mundo; que as almas dos ímpios eram lançadas em prisão eterna, enquanto que as dos justos, revivendo iam habitar em outros corpos, At 23. 8.

Por estas doutrinas se distinguiam eles dos saduceus, mas não constituíam a essência do farisaísmo, que é o resultado final e necessário daquela concepção religiosa, que faz consistir a religião em viver de conformidade com a lei, prometendo a graça divina somente àqueles que fazem o que a lei manda. Deste modo, a religião consistia na prática de atos externos, em prejuízo das disposições do coração. A interpretação da lei e a sua aplicação aos pormenores da vida ordinária, veio a ser um trabalho de graves conseqüências; os doutores cresciam em importância para explicar a lei, e suas decisões eram irrevogáveis. Josefo, que também era fariseu, diz que eles, não somente aceitavam a lei de Moisés, interpretando-a com muita perícia, como também haviam ensinado ao povo mais práticas de seus antecessores, que não estavam escritas na lei de Moisés, e que eram as interpretações tradicionais dos antigos, que nosso Senhor considerou de importância secundária, Mt 15. 2, 3, 6.

A principio, quando era muito arriscado pertencer à seita dos fariseus; eram eles pessoas de grande valor religioso e constituíam a parte melhor da nação judaica. Subseqüentemente, tornou-se uma crença hereditária, professada por homens de caráter muito inferior que a ela se filiavam. Com o correr do tempo, os elementos essencialmente viciosos desta seita, desenvolveram-se a tal ponto de fazerem dos fariseus objeto de geral reprovação. João Batista, dirigindo-se a eles e aos saduceus, chamou-os de raça de víboras. É muito conhecida a linguagem de Jesus, pela qual denunciou severamente estas seitas pela sua hipocrisia e orgulho, pelo modo por que desprezavam as coisas essenciais da lei para darem atenção a minúcias das práticas externas, Mt 5.20; 16.6,11,12; 23.1-39. Formavam uma corporação de intrigantes. Tomaram parte saliente na conspiração contra a vida de Jesus, Mc 3.6; Jo 11.47-57. Apesar disso, contavam-se em seu meio, homens de alto valor, sinceros e retos, como foi Paulo, quando a ela pertencia e de que se orgulhava, em defesa de sua pessoa, At 23.6; 26.5-7; Fp 3.5. Seu mestre Gamaliel também pertencia à mesma seita.
Fonte Eletrônica;


Como ser puros neste mundo ?

Como ser puros em dias nos quais a sexualidade é tão explorada? Não é muito fácil! Hora após horas nos deparamos com o diabo oferecendo um cardápio “convidativo”, mexendo com nossos sentidos. Ao ligarmos a TV, lá está o maligno usando o erotismo com toda as suas forças; sãos as novelas e os filmes pornográficos (inclusive, o servo de Deus não deve assistir novelas ou filmes pornô); os programas humorísticos, são verdadeiros exploradores da sexualidade; nas revistas mulheres seminuas são tratadas como mercadorias à venda na feira e nas propagandas o nudismo vende de arroz a carros importados; na escola é o assunto das rodinhas de “amigos” que influenciam a muitos que se dizem “crentes”; no trabalho, é o assunto preferido dos companheiros e até na igreja os relacionamentos entre os jovens são imorais à semelhança do mundo.

A resposta de como ser puros neste mundo e:

“Guarda-te para que não sejas também tentado”. Gl 6.1

Este é o mandamento deixando por Deus a todos, sejam jovens ou anciãos! É preciso ser cheio do Espírito Santo, andar em santidade, retidão e com o coração transbordando de amor pelo Eterno, este amor nos constrange a vivermos segundo os Seus preceitos. É provável que o nosso amor pelo Pai, nos colocará em algumas situações difícil, em relação à vida social ou mesmo profissional.

“Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça…” Mt 6.33

“Ninguém pode servir a dois senhores; … Não podeis servir a Deus e às riquezas.” Mt 6.24

Amados do Senhor, melhor é servir a Deus exclusivamente, buscando colocá-Lo em primeiro lugar em todos os aspectos de nossa vida. Primeiro a vontade de Deus, em seguida a nossa! Assim deve ser a vida do Servo.

Servo de Deus: Padrão, Modelo (1Tm 4.12 e Tt 2.7)

O diabo sabiamente através de muitos canais tem ensinado que a juventude precisa aproveitar a vida, curti-la ao máximo; e nessa idéia louca, muitos pratos são apresentados, em seu interior manjares com aromas agradáveis e aparência que enche os olhos tem seduzido a muitos, destruindo totalmente as vidas.

Infelizmente é a conseqüência do pecado, da inobservância das orientações do Senhor; que ensina-nos a dizer não ao mundo.

O maligno tem sabido manipular com grande astúcia aos homens e dissimuladamente planta em suas mentes, vazias do Espírito Santo, a aparência do mundo. Leva ao homem a pensar segundo os princípios da terra e a assimilar suas práticas. É comum encontrarmos nas igrejas pessoas que se dizem “crentes”, porém, tão envolvidos com o mundo e seus costumes que infelizmente é impossível vê-los como padrão ou modelo de alguma coisa boa. Sãos homens com longos cabelos e mulheres tosquiadas; piercing; tatuagens; roupas, músicas, linguagem comuns aos filhos das trevas; mente depravada; adeptos da masturbação e de relacionamentos nos quais a sensualidade vem à tona; seguidores de homens e de seus costumes. Meu Deus, é uma juventude dura, fria e doente.

Como ser modelo assim? Onde estão os “Timóteos” da casa do Senhor? Tm 1.18

Servos de Deus: Santos (1Co 6.13b; Cl 3.5; Sl 119.9)

Quando o Senhor chamou o homem para junto de Si, deu-lhe um mandamento: “sede santos, como Eu sou” (1Pe 1.16)

A vida “santa” (segundo preceitos da lei divina) é a condição principal para a vitória diante do diabo e seus demônios. A santidade nos reveste com a armadura do Senhor, protegendo-nos do toque do maligno, de sua espada e dardos. Viver em santidade é morrer para o mundo, afastar-se do pecado e entronizar na vida o Senhor Jesus, obedecendo-O incondicionalmente até às últimas conseqüências. É impossível ser santo e continuar nas práticas comuns aos filhos das trevas! Se continuares a ter prazer em tais práticas, com certeza, o Senhor não tem prazer em tua vida! Ame o Senhor acima de todas as coisas!

Servo de Deus: Puro no Namoro (Dt 7.3,4; 2Co 6.14)

A preocupação com o namoro e até mesmo a sua prática é totalmente dispensável, quando nos deixamos guiar e olhamos as coisas com a visão do Espírito de Deus; afinal, somos participantes da providência divina. É preciso que tenhamos em mente, que o Senhor nos conhece e tem um carinho especial para com cada um de Seus servos. Nada acontece por acaso; acasos não existem para Deus! Bom e sabermos esperar, pois, no devido tempo, conforme a Sua vontade será providenciada a pessoa certa para companheiro(a). Esta busca louca, desenfreada pela “cara metade” é uma distorção da vontade de Deus. É um meio de alimentar a carne com os atos impuros que normalmente há nos namoros; vergonhosamente isto acontece entre os cristãos. Infelizmente, o diabo tem aproveitado esta brecha para entrar e agir no meio da juventude; os costumes e atos são semelhantes aos dos ímpios. “Ficar” (antigamente: paquerar) é uma prática inconcebível ao servo de Deus; em si mesma, denota que é um relacionamento apenas para a alegria da carne, a impureza e sensualidade exacerbada são comuns.
Cada vez é mais comum, encontrarmos em congressos e acampamentos de jovens os casais relâmpagos, que se formam e separa-se em apenas algumas horas! Na vida do verdadeiro servo de Deus não há lugar para isso.

Pais amados, ensine e aconselhe seus filhos a andarem nos caminhos da santidade!

Servos de Deus: Fiel ao Senhor (Rm 8.39)

Nos últimos anos muitos conceitos foram mudados e entraram em choque com os princípios bíblicos e outros ainda serão reformulados. A juventude foi atingida em cheio, encontra-se vivendo em um mundo preparado para o pecado, no entanto devem ser santos. O apelo a pecar é muito forte e muitos falham, deixa-se levar.

A virgindade, por exemplo, deixou de ser uma honra e tornou-se vergonha. Adolescentes são questionados quanto a serem virgens e são escarnecidos quando admitem que são! Porque a zombaria? A resposta é simples: Vivemos num mundo dominado pelas forças malignas. E a idéia principal do rei do mundo é destruir o homem.

Lamento, ver que até mesmo a igreja tem incorporado como normal muitas ações comuns ao mundo! São as reuniões “sociais” e algumas idéias insanas que as afastam do Pai.

Os namoros impuros, cheio de prazeres da carne, são formas claras e evidentes da infidelidade ao Senhor (Mt 5.28; 1Ts 4.1-8; 2Pe 2.13). Geralmente, estes relacionamentos culminam na fornicação (1Co 7.2; 6.9; Gl 5.19). É uma tragédia na vida de qualquer jovem. Fugir do pecado é uma forma sábia de agir.

Servo de Deus: Foge (2Tm 2.22)

Paulo cheio do Espírito Santo, aconselhou a Timóteo dizendo: “Foge das paixões da mocidade”. É um conselho completo para você, de fácil entendimento: Foge do pecado! Foge!

O Espírito de Deus está dizendo: Evite as companhias que não edificam e o induzem ao pecado! Não freqüentes lugares, onde o Senhor não entraria!

Uma auto-pergunta: “O Senhor Jesus agiria assim?”

Fonte Eletrônica;

O grande engano da Teologia da Prosperidade

Jesus nunca ensinou que o Evangelho pudesse ser uma fonte de enriquecimento ou um meio de se levar uma vida “regalada”, “em nome de Deus”; ao contrário, o Senhor ofereceu a renúncia e a cruz àqueles que o seguirem:

“Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz a cada dia e me siga. Porque, quem quiser salvar a sua vida vai perdê-la, mas quem sacrificar a sua vida por amor de mim salvá-la-á” (Lc 9,23-24).

Jesus fala de sacrifico, renúncia, perder a própria vida; e diz que se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, não pode dar fruto (cf. Jo 12, 24). Isto está longe de ser um ensinamento de enriquecimento porque se faz a vontade de Deus. Ele não é contra a riqueza justa, e sabiamente usada para o bem de si mesmo e dos outros, mas isto está longe de justificar a teologia da prosperidade.

No entanto o adeptos dessa teologia, baseiam-se no Antigo Testamento para dizer que os homens de Deus foram ricos como Salomão, e que Jesus prometeu que veio para que tenhamos “vida em abundância”. (Jo 10,10) Segundo a Teologia da Prosperidade, Deus concede riqueza e bens materiais a quem Lhe é fiel e paga o dizimo com generosidade; mas esta concepção está mal fundamentada.

Todos os católicos devem dar a sua contribuição material à Igreja para que ela possa prover suas necessidades materiais; isto é ensinado pelo Catecismo:§2043 –

“Os fiéis cristãos têm ainda a obrigação de atender, cada um segundo as suas capacidades, às necessidades materiais da Igreja. O quinto mandamento [da Igreja] (“Ajudar a Igreja em suas necessidades”) recorda aos fiéis que devem ir ao encontro da necessidades materiais da Igreja, cada um conforme as próprias possibilidades (CDC, cân. 222)”.

Nem o Catecismo e nem outro documento da Igreja obriga que o dízimo seja 10% do salário, embora muitos adotem isto na prática, o que é bonito. Mas o dizimo não pode ser uma troca com Deus; deve ser uma doação generosa de quem ama a Deus gratuitamente e desinteressadamente. Na mentalidade do AT, quando não se tinha uma noção clara da vida eterna, os antigos judeus julgavam que a recompensa de Deus para os bons seria neste mundo mesmo; mas esta mentalidade foi mudando, como se pode ver no livro de Jó, Eclesiastes, Daniel, etc. A certeza da vida eterna e de uma recompensa muito melhor foi finalmente trazida por Jesus:

“Dirá o rei aos que estiveram a sua direita: Vinde, benditos do meu Pai, recebei por herança o reino preparado para vós desde a fundação do mundo”.(Mt 25, 26).

E São Paulo completa: “O que os olhos não viram, os ouvidos não ouviram, e o coração do homem jamais percebeu, eis o que Deus preparou para aqueles que O amam” (1Cor 2,9).

Jesus não propôs riqueza nem prosperidade aos seus seguidores. Prometeu sim, vida, e vida em abundancia, mas não é a vida mortal, sempre ameaçada, que o homem conhece na terra, mas a vida imortal em comunhão com o Pai, o Filho e o Espírito Santo. A “Carta aos Hebreus” ensina que Deus nos corrige para o nosso bem:

“É para a vossa educação que sofreis: Deus vos trata como filhos. Qual é, com efeito, o filho cujo pai não educa? Se sois privados da educação da qual todos participam, então sois bastardos e não filhos”. (Hb 12, 7s) Dessas palavras pode-se ver que é falso dizer que Deus paga em dinheiro e bens materiais a quem Lhe é fiel.São Paulo mostra os riscos do enriquecimento para quem não sabe se contentar com o que tem; isto, o avarento:

“A piedade é de fato grande fonte de lucro, mas para quem sabe se contentar. Pois nada trouxemos para o mundo, nem coisa alguma dele poderemos levar. Se, pois, temos alimento e vestuário, contentemo-nos com isso. Ora, os que querem se enriquecer caem em tentação e cilada, e em muitos desejos insensatos e perniciosos, que mergulham os homens na ruína e na perdição. Porque a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro, por cujo desenfreado desejo alguns se afastaram da fé, e a si mesmos se afligem com múltiplos tormentos”. (1Tm 6,5-10)
E Jesus deu-nos uma lição importante quando do encontro com aquele jovem rico, que perdeu a coragem de seguir Jesus por causa do dinheiro:

“Jesus lhe respondeu: Se quiseres ser perfeito, vai vende os teus bens e dá aos pobres, e terás um tesouro nos céus. Depois, vem e segue-me. O moço, ouvindo essa palavra, saiu pesaroso pois era possuidor de muitos bens. Então Jesus disse aos seus discípulos: Em verdade vos digo que um rico dificilmente entrará no Reino dos Céus. E vos digo ainda: é mas fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus. Ao ouvirem isso, os discípulos ficaram muito espantados e disseram: Quem poderá então salvar-se? Jesus fitando-os, disse: Ao homem isso é impossível, mas a Deus tudo é possível”. (Mt 19,21-26).

O Brasil tomou conhecimento do triste caso do casal de “bispos” da igreja Renascer. Um juiz brasileiro, da 1ª Vara Criminal de São Paulo, Paulo Antonio Rossi, decretou a prisão deles, em 11 jan 07 (Folha de SP), depois de terem sido presos nos EUA pelo FBI. O casal foi detido no aeroporto de Miami, na Flórida, em, 09 jan 07, pelo FBI, ao tentar entrar no país com US$ 56 mil não-declarados (mais de R$ 120 mil) em dinheiro vivo, que estava dentro de uma Bíblia, em um porta-CD e nas malas. No despacho, os promotores acusam Estevam e Sônia de continuar a praticar lavagem de dinheiro, dessa vez em solo norte-americano - eles já respondem a esse mesmo tipo de crime na capital paulista.

No Brasil, Estevam e Sônia também são réus em processos por falsidade ideológica, estelionato e evasão de divisas. Desde então, já tiveram bens e contas bancárias seqüestrados ou bloqueados pela Justiça. É o caso do haras em Atibaia (a 60 km de SP), comprado pela Renascer por R$ 1,8 milhão, e uma casa de praia em Boca Raton, na Flórida, que vale US$ 470 mil (R$ 1,27 milhão).Esses fatos confirmam os argumentos evangélicos apresentados de que a teologia da prosperidade é uma farsa perigosa que tem enganado a muitos. Pessoas bem intencionadas, às vezes desesperadas com os seus problemas, dão o que têm, e às vezes o que não têm a essas “igrejas”, e depois ficam muitas vezes em pior situação ainda. Não é esta a vontade Deus; Jesus alertou:

“cuidado com os falsos profetas... pelos seus frutos os conhecereis”. (Mt 7,15-16)

PERGUNTAS QUE OS PROTESTANTES NÃO RESPONDEM

Para sermos totalmente justos com os protestantes, iremos utilizar os critérios que são habitualmente e insistentemente defendidos por eles.

Aliás, trata-se de apenas um único critério.

E qual seria este critério?

O critério “Sola Scriptura” de Lutero que em outras palavras significa “Só a Bíblia”.

Como se sabe, os protestantes rejeitam a tradição apostólica e o magistério da Igreja. Pois bem, vamos ver se algum protestante pode responder as questões abaixo a partir da “Sola Scriptura”:

1) Onde está na Bíblia a permissão para Lutero promover uma reforma na Igreja Católica?

2) Onde está na Bíblia a permissão para que qualquer um promova reformas na Igreja Católica?

3) Onde está na Bíblia a permissão para que alguém promova reformas em qualquer igreja, seja católica ou não?

Considerando que nós católicos “não” lemos a Bíblia, mas apenas os protestantes, iremos considerar que algum protestante não só encontrou permissão bíblica para que alguém promova reformas na Igreja Católica, mas também encontrou referências a Lutero como o escolhido e enviado por DEUS.

Então perguntamos:

4) Considerando que DEUS teria levantado Lutero para rever os “erros” do catolicismo, onde está na Bíblia a permissão para alguém separar-se de Lutero e do Luteranismo e fundar uma nova denominação protestante?

Vamos considerar agora que o protestante, assíduo leitor da Bíblia e ao mesmo tempo mestre e teólogo de si mesmo, também encontrou um texto bíblico que lhe permita fundar uma nova denominação protestante se constatar que Lutero cometeu também equívocos com sua pretensa reforma.

Assim perguntamos:

5) Onde está na Bíblia os critérios para que se conclua com total êxito as situações em que Lutero errou ou acertou?

6) Qual o texto bíblico que ensina ao protestante quando ele tem o direito ou não de consertar o Luteranismo?

7) Onde está na Bíblia as situações que permitem a qualquer protestante fundar novas denominações?

8) Onde está na Bíblia as situações que permitem a qualquer protestante mudar de denominação?

Se fosse possível aos protestantes responderam as questões acima pela Bíblia, ainda assim perguntaríamos:

9) Onde está na Bíblia as explicações necessárias ao protestante para que ele saiba quando e quem deve fundar denominações e quando e quem deve apenas trocar de denominações?

E dentro desta pergunta, como se sabe que um crente deve mudar de igreja duas, três ou dez vezes?

Qual o protestante pode mudar mais, qual protestante pode mudar menos, qual deles não pode mudar e qual deles deve fundar uma nova denominação?

Quero texto bíblico para tudo isto.

Mas então vem o protestante e diz em alto e bom som: “Foi Constantino que fundou a Igreja Católica.

Temos o direito de fundar denominações também.”

Então vamos lá.

Lembrem-se protestantes: “Só a Bíblia”.

10) Onde está na Bíblia que foi Constantino que fundou a Igreja Católica?

11) Onde está na Bíblia que Lutero deveria consertar os erros da Igreja de Constantino?

12) Onde está na Bíblia que após os consertos de Lutero, alguns protestantes deveriam permanecer com ele e outros deveriam fundar novas denominações para consertar também os erros de Constantino e do próprio Lutero?

Aliás, Sr. Protestante, como é possível seguir um reformador de uma Igreja de Constantino?

Sr.Protestante, o senhor rejeita a Igreja Católica, descartando que a mesma tenha sido fundada sobre Pedro por Jesus Cristo, mas tão e somente por Constantino e acaba por abraçar o seu pretenso reformador e sua pretensa reforma?

Me dê o texto bíblico para esta aberração por favor.

Para tentar responder a qualquer destas perguntas acima o protestante terá que sair da Bíblia necessariamente.

Terá que dizer que leu, ouviu, pesquisou, etc…

Mas o fato concreto é que terá que sair da Bíblia e inventar visões e revelações dos seus “ungidos”.

Pela Bíblia o protestante não pode provar Lutero e nem o protestantismo.

Pela Bíblia o protestante não pode provar a necessidade de qualquer da milhares de seitas que andam por aí.

Na prática, o que estamos dizendo é que o protestantismo é contraditório em si mesmo.

Meras doutrinas de homens. E nada além disto.

O que impera no protestantismo ?

Pode-se encontrar soberba ?

Certamente.

Pode-se encontrar orgulho ?

Seguramente.

Mas o que encontramos no protestantismo em 100% dos casos é o ACHISMO.

“Eu acho que está certo.”

“Eu acho que está errado.”

Quem promoveu a reforma achou que a Igreja estava errada.

Quem não ficou com Lutero achou que Lutero não estava completamente certo.

Quem copiou de Lutero o Sola Scriptura achou que Lutero estava certo.

Quem não ficou com Calvino achou que Calvino estava errado.

Quem ficou com Wesley achou que ele melhor do que Lutero e Calvino.

E também discordando da Bíblia, o protestante achou que Paulo estava errado e achou que deve desprezar as tradições.
Achando ainda o protestante que Tiago estava errado também despreza as obras.

Achando que Isabel estava errada, o protestante já não pode chamar Maria de mãe do meu senhor.

Nessa situação o protestante não só discorda de Isabel como também de Lucas.

Discordando ainda de João Batista que estremeceu no ventre de Isabel ao ouvir a vóz de Maria o protestante se enfurece ao ouvir o seu nome.

Discordando ainda de Isabel que ficou cheia do Espírito Santo com a saudação de Maria o protestante fica cheio de raiva.

E discordando do próprio anjo de DEUS que disse Ave Maria, o protestante diz que Maria é uma mulher como outra qualquer.

Essa é boa.

Quantos de nós recebemos a saudação de um anjo de DEUS???

Pois Maria foi saudada por um anjo de DEUS.

Mas o crente também acha que Abraão é maior.

Abraão que ao contrário de Maria ajoelhou-se diante de um anjo.

Como sempre a teoria do “eu acho”.

E discordando do próprio altíssimo que fez de Maria alguém plena, repleta e cheia de Graça, o protestante diz que Maria não serve para nada.

E finalmente, quem funda uma nova denominação é porque achou que alguém ou alguns estão errados.

E quem troca de denominação é porque não tem certeza de nada ou apenas tem certeza de que outros estão errados e ele talvez seja o único certo.

Nem ele sabe de si próprio.

Quais são as únicas certezas do protestantismo, além do relativismo presente em todas as seitas e em todos os crentes?

Todos são contra o catolicismo, o catolicismo está 100% errado e todos os protestantes estão certos, ainda que todos sejam divergentes entre si.

Assim, curiosamente e na visão distorcida do protestante, estariam certos ao mesmo tempo o defensor do divórcio e quem lhe faz oposição.

Estariam certos ao mesmo tempo quem batiza e quem não batiza.

É como se DEUS tivesse vontades diversas. Ao invés de um DEUS sim ou não, o protestantismo criou um DEUS tanto faz.

Tanto faz?

Tanto faz não.

Serve qualquer doutrina de qualquer seita protestante, mas não serve Igreja Católica.

E não é só isso.

O protestante que grita “Só a Bíblia” também não consegue responder:

13) Onde está na Bíblia que o protestante pode chamar Maria de mãe de aluguel ou de mulher como outra qualquer ? Com que autoridade o protestante o faz?

14) Onde está na Bíblia que ao contrário de Jesus Cristo o protestante não deve de chamar de pai o Altíssimo DEUS?

15) Onde está na Bíblia que o protestante só deve batizar quando a pessoa tiver “entendimento”?

16) Onde está na Bíblia que o protestante está desobrigado de recitar o PAI NOSSO?

17) Onde está na Bíblia que o protestante pode ignorar o texto de Tiago que diz que a Fé sem obras é morta e ao contrário do que diz a Bíblia todo e qualquer protestante pode sentir-se salvo assim mesmo e com antecedência e sem julgamento?

18) Onde está na Bíblia a autorização para que o protestante ignore a Bem Aventurança de Maria?

19) Onde está na Bíblia que os “irmãos” de Jesus eram filhos carnais de Maria e José?

O protestante tudo que menos faz é sustentar suas teses pela Bíblia.

E não é só isso.

20) Onde está na Bíblia que interpretação alguma é de caráter particular ? A Bíblia diz o contrário. Pedro afirma o contrário.

21) Onde está na Bíblia que o protestante deve desprezar a tradição? São Paulo nos orienta a guardarmos as tradições. Com que autoridade o protestante interpreta a Bíblia e ignora a tradição?

E antes que alguém nos faça perguntas semelhantes sobre este ou aquele tema e respectivos amparos bíblicos, é bom que se lembre que nós católicos não estamos obrigados a responder tudo pela Bíblia.

Seguimos o magistério da Igreja, coluna e sustentáculo da verdade.

E seguimos a tradição apostólica e conseqüente transmissão oral. Quem se obrigou ao “Só a Bíblia” foi o protestante.

Criou um critério para cobrar dos católicos que ele mesmo não tem pretensão de seguir. E amarrou assim um pedra ao seu pescoço lançando-se mar adentro.

E por que?

Porque dois protestantes jamais concordam entre si em todos os temas.

Assim, necessariamente um dos dois está errados sobre determinado tema, quando não em raras vezes ambos estão equivocados.

E não para nisso.

22) Onde está na Bíblia que o protestante pode dizer e considerar que Igreja não serve para nada ou não salva ninguém?

Como não?

A Bíblia diz que a Igreja é coluna e sustentáculo da verdade.

O que significa tal expressão?

Significa que sem a Igreja a verdade não se sustenta.

E se a verdade não se sustenta sem a Igreja, como é possível ao protestante conhecer a verdade se despreza sua coluna e sustentáculo?

E terminou?
Não.

23) Onde está na Bíblia de forma clara os pecados contra o Espírito Santo? A Bíblia só diz que os pecados que a blasfêmia contra o Espírito Santo não será perdoada. Mas o que seria a blasfêmia contra o Espírito Santo?

Algum protestante pode explicar pela Bíblia?

24) Onde está na Bíblia o motivo pelo qual as blasfêmias contra Jesus podem ser perdoadas e contra o Espírito Santo não são passíveis de perdão?

Por que tal distinção? Acaso ambos não são pessoas do mesmo DEUS ? Sobretudo, o que o protestante não se pergunta é

24) Por que ele confia na Bíblia?

25) Por que ele confia em Lutero se já leu: “maldito o homem que confia em outro homem”?

26) Como o protestante pode saber pela Bíblia, portanto sem confiar no homem, se sua Bíblia tem todos os livros corretos e inspirados pelo Espírito Santo?

27) Como pode o protestante pela Bíblia saber se a própria Bíblia é a única fonte de revelação?

28) Onde está na Bíblia a doutrina da trindade?

Sr.Protestante, sabe por que a grande maioria dos protestantes confessa a trindade?

Não é porque a Bíblia diz. É porque Lutero, Calvino e outros acatavam os concílios católicos.

29) Onde está escrito na Bíblia que alguém para ser salvo deve “aceitar” Jesus em uma seita protestante?

30) Onde está na Bíblia a tão falada Igreja invisível?

Quero capítulo e versículo Sr.Teólogo protestante.

Nós até podemos falar em Igreja invisível. Recordo que seguimos o magistério infalível da Igreja e a tradição.

A Igreja para nós é mais do que uma construção. Temos a Igreja triunfante que está no céu.

A Igreja padecente do purgatório. Mas o protestante vive pela Bíblia. Se para o protestante purgatório não existe porque não está na Bíblia, também não deveria existir igreja invisível.

E estranhamente esta igreja invisível da qual não fala a Bíblia é integrada apenas por protestantes e evangélicos, independentemente de doutrina e do cristianismo que se prega ou que se segue por cada crente e por cada denominação.

Agora, sem embromação.

Sem aquela “Tudo posso naquele que me fortalece” ou “Conhecereis a verdade e a verdade nos libertará.”

Textos bíblicos. Sr. Protestante, viva pelo critério que deseja impor aos demais.

Só a Bíblia e nada além dela.

E não se esqueçam. Se os santos e Maria não podem interceder por nós, por que os protestantes oram uns pelos outros?

Não são vocês que dizem que só há um mediador?

Não utilizam tal passagem para caluniarem o catolicismo?

Leiam o texto até o final.

A mediação ali descrita refere-se a redenção do gênero humano. Sem dúvida alguma apenas o sacrifício de Jesus Cristo é causa da nossa redenção. Não se ensina diferente no catolicismo.

Mas se vocês que são dúbios e vacilantes podem interceder por que não os santos e Maria?

Acaso nunca leram que muito vale a oração de um justo?

De que justo a Bíblia está falando?

De vós?

Os santos e Maria estão mortos?

Não é o que diz a Bíblia.

Moisés e Elias estavam bem vivos na transfiguração.
E o mesmo se deu com o ladrão da cruz.

Respondam usando apenas a Bíblia.

Texto com capítulo e versículo completos.

André Silva