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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Características do Neo-protestantismo

O Evangelho da Prosperidade – onde a benção e a graça de Deus sobre a pessoa é medida pelos bens que ela possui. Teologia esta que está na maioria dos púlpitos das igrejas pentecostais e neopentecostais. Descobri recentemente um detalhe interessante nesta teologia, que Cristo morreu na Cruz do Calvário para que eu tivesse muita saúde, carro zero, casa na praia e ser muito rico, ou seja, Jesus não passa de um gênio da lâmpada.
Teologia Inclusiva – A Teologia Inclusiva, como a própria denominação sugere, é um ramo da teologia tradicional voltado para a inclusão, prioritariamente, dos homossexuais. Segundo os seus adeptos, a Teologia Inclusiva contempla uma lacuna deixada pelas estruturas religiosas tradicionais do Cristianismo, pois, por meio da Bíblia, compreende que todos os que compõem a diversidade humana, seja ela qual for, têm livre acesso a Deus por meio do sacrifício de Jesus Cristo na cruz. É o famoso venha como está e fique como está.
Alguns textos que condenam o homossexualismo: Gn 19; Lv 18.22, 20.13; Rm 1.24-28,32; 1Co 6.9,10; 1Tm 1.8-10. Mas Deus é poderoso para mudar a vida dessas pessoas.
Teísmo Aberto ou Teologia Relacional – O atributo mais importante de Deus é o amor. Todos os demais estão subordinados a este. Isto significa que Deus é sensível e se comove com os dramas de suas criaturas. Deus não é soberano. Deus ignora o futuro, pois Ele vive no tempo, e não fora dele. Ele aprende com o passar do tempo. Deus se arrisca. Ao criar seres racionais livres, Deus estava se arriscando, pois não sabia qual seria a decisão dos anjos e de Adão e Eva. E continua a se arriscar diariamente. Deus corre riscos porque ama suas criaturas, respeita a liberdade delas e deseja relacionar-se com elas de forma significativa.
Igrejas Emergentes – As igrejas emergentes estão mais preocupadas com o ouvinte do que com a mensagem em si, e em seu desejo de pregar um evangelho que seja “aceitável” ao homem pós-moderno, acabam por negligenciar os pressupostos básicos do cristianismo, chegando mesmo a negar a literalidade do nascimento virginal de Cristo, seus milagres, a ressurreição de Jesus e a existência do inferno eterno. É “a preferência pela vivência correta ao invés da doutrina correta”. Teologia passa longe dessas igrejas.
Missão Integral – Esse evangelho não passa de uma variante protestante da Teologia da Libertação. Os que defendem essa teologia são líderes cristãos que continuam trancados no armário do socialismo
Teologia Liberal (Liberalismo Teológico) – A “Teologia Liberal é um movimento que, iniciado no final do século XIX na Europa e Estados Unidos, tinha como objetivo extirpar da Bíblia todo elemento sobrenatural, submetendo as Escrituras ao crivo da crítica científica (leia-se ciências humanas) e humanista. No liberalismo teológico, geralmente, não há espaço para os milagres, profecias e a divindade de Cristo Jesus”. Relativizando a autoridade da Bíblia, o liberalismo teológico estabeleceu uma mescla da doutrina bíblica com a filosofia e as ciências da religião. Ainda hoje, um autor que não reconhece a autoridade final da Bíblia em termos de fé e doutrina é denominado, pelo protestantismo ortodoxo, de “teólogo liberal”. Um pequeno exemplo nós encontramos em relação à existência de Jó. Para os liberais ele não passa de uma alegoria, mas então eu me questiono porque que em Ez 14.14, 20; Tg 5.11 falam dele como se ele fosse um personagem real? Então eu fico com a Bíblia e não com os defensores dessa teologia. Bem disse Jesus “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mt 22.29).
Nessa babel de novidades no mercado da fé, identifica alguns tipos de pastores
Primeiro, há pastores que são mentores de novidades. São pastores marqueteiros. Quando um pastor entra por esse caminho, precisa ter muita criatividade, pois uma novidade é atraente por algum tempo, mas logo perde seu impacto. Aí é preciso inventar outra novidade. É como chiclete. No começo você mastiga, ele é doce, mas depois você começa a mastigar borracha.
Segundo, há pastores que são massa de manobra. São pastores sem rebanho que estão a serviço de causas particulares de obreiros fraudulentos.
Terceiro, há pastores que deliberadamente abandonaram a sã doutrina. Muitos pastores inexperientes, discipulados por esses mestres do engano, abandonam o caminho da verdade e se capitulam à heresia. É importante afirmar que o liberalismo é um veneno mortífero. Aonde ele chega, mata a igreja. Há muitas igrejas mortas na Europa, na América do Norte e, agora, há igrejas que estão flertando com esse instrumento de morte também no Brasil. Não temos nenhum registro de um liberal que tenha edificado uma igreja saudável. Não temos nenhum registro de um liberal que tenha sido instrumento de Deus para um grande reavivamento espiritual.
Quando, uma igreja chega ao ponto de abandonar sua confiança na inerrância e suficiência das Escrituras, seu destino é caminhar rapidamente para a destruição.
A teologia define o caráter e à medida que o pastor se afasta da teologia bíblica, automaticamente ele irá se afastar de Deus e seguir outra direção. Mudar a mensagem para agradar aos ouvintes é mercadejar a Palavra de Deus. Os bancos não podem controlar o púlpito. O pastor não pode ser seduzido pelas leis do mercado, mas deve ser um fiel despenseiro de Deus (1Co 4.1,2). O dever do pregador não é encher o auditório, mas encher o púlpito. Querendo as pessoas ou não ouvir a verdade, não temos que fazer marketing religioso e de falar apenas o que elas querem ouvir. A crise moral e espiritual está por demais enraizadas para ser solucionada com remendos superficiais. Por isso precisamos urgentemente reavaliar a nossa teologia, a nossa fé e o nosso ministério para não cairmos também no descrédito assim como muitos tem caído.
. O que na verdade está crescendo em nosso país não é o evangelho, mas outro evangelho, um evangelho híbrido, sincrético e místico. Vemos prosperar nessa terra uma igreja que se diz evangélica, mas que não tem evangelho. Prega sobre prosperidade, e não sobre salvação. Fala de tesouros na terra, e não de tesouros no céu.
Alguns tipos de pastores:
Primeiro, há pastores que são mentores de novidades. São pastores marqueteiros. Quando um pastor entra por esse caminho, precisa ter muita criatividade, pois uma novidade é atraente por algum tempo, mas logo perde seu impacto. Aí é preciso inventar outra novidade. É como chiclete. No começo você mastiga, ele é doce, mas depois você começa a mastigar borracha.
Segundo, há pastores que são massa de manobra. São pastores sem rebanho que estão a serviço de causas particulares de obreiros fraudulentos.
Terceiro, há pastores que deliberadamente abandonaram a sã doutrina. Muitos pastores inexperientes, discipulados por esses mestres do engano, abandonam o caminho da verdade e se capitulam à heresia. É importante afirmar que o liberalismo é um veneno mortífero. Aonde ele chega, mata a igreja. Há muitas igrejas mortas na Europa, na América do Norte e, agora, há igrejas que estão flertando com esse instrumento de morte também no Brasil. Não temos nenhum registro de um liberal que tenha edificado uma igreja saudável. Não temos nenhum registro de um liberal que tenha sido instrumento de Deus para um grande reavivamento espiritual.
Quando, uma igreja chega ao ponto de abandonar sua confiança na inerrância e suficiência das Escrituras, seu destino é caminhar rapidamente para a destruição.
 
Fonte Eletrônica;
 

A homossexualidade é compatível com a fé cristã ?


O padrão de Deus para o exercício da sexualidade humana é o relacionamento entre um homem e uma mulher no ambiente do casamento. Nesta área, a Bíblia só deixa duas opções para os cristãos: casamento heterossexual e monogâmico ou uma vida celibatária. À luz das Escrituras, relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo são vistas não como opção ou alternativa, mas sim como abominação, pecado e erro, sendo tratada como prática contrária à natureza. Contudo, neste tempo em que vivemos, cresce na sociedade em geral, e em setores religiosos, uma valorização da homossexualidade como comportamento não apenas aceitável, mas supostamente compatível com a vida cristã. Diferentes abordagens teológicas têm sido propostas no sentido de se admitir que homossexuais masculinos e femininos possam ser aceitos como parte da Igreja e expressar livremente sua homoafetividade no ambiente cristão.
Existem muitas passagens na Bíblia que se referem ao relacionamento sexual padrão, normal, aceitável e ordenado por Deus, que é o casamento monogâmico heterossexual. Desde o Gênesis, passando pela lei e pela trajetória do povo hebreu, até os evangelhos e as epístolas do Novo Testamento, a tradição bíblica aponta no sentido de que Deus criou homem e mulher com papéis sexuais definidos e complementares do ponto de vista moral, psicológico e físico. Assim, é evidente que não é possível justificar o relacionamento homossexual a partir das Escrituras, e muito menos dar à Bíblia qualquer significado que minimize ou neutralize sua caracterização como ato pecaminoso. Em nenhum momento, a Palavra de Deus justifica ou legitima um estilo homossexual de vida, como os defensores da chamada “teologia inclusiva” têm tentado fazer. Seus argumentos têm pouca ou nenhuma sustentação exegética, teológica ou hermenêutica.
A “teologia inclusiva” é uma abordagem segundo a qual, se Deus é amor, aprovaria todas as relações humanas, sejam quais forem, desde que haja este sentimento. Essa linha de pensamento tem propiciado o surgimento de igrejas onde homossexuais, nesta condição, são admitidos como membros e a eles é ensinado que o comportamento gay não é fator impeditivo à vida cristã e à salvação. Assim, desde que haja amor genuíno entre dois homens ou duas mulheres, isso validaria seu comportamento, à luz das Escrituras. A falácia desse pensamento é que a mesma Bíblia que nos ensina que Deus é amor igualmente diz que ele é santo e que sua vontade quanto à sexualidade humana é que ela seja expressa dentro do casamento heterossexual, sendo proibidas as relações homossexuais.
Em segundo lugar, a “teologia inclusiva” defende que as condenações encontradas no Antigo Testamento, especialmente no livro de Levítico, se referem somente às relações sexuais praticadas em conexão com os cultos idolátricos e pagãos, como era o caso dos praticados pelas nações ao redor de Israel. Além disso, tais proibições se encontram ao lado de outras regras contra comer sangue ou carne de porco, que já seriam ultrapassadas e, portanto, sem validade para os cristãos. Defendem ainda que a prova de que as proibições das práticas homossexuais eram culturais e cerimoniais é que elas eram punidas com a morte – coisa que não se admite a partir da época do Novo Testamento.
É fato que as relações homossexuais aconteciam inclusive – mas não exclusivamente – nos cultos pagãos dos cananeus. Contudo, fica evidente que a condenação da prática homossexual transcende os limites culturais e cerimoniais, pois é repetida claramente no Novo Testamento. Ela faz parte da lei moral de Deus, válida em todas as épocas e para todas as culturas. A morte de Cristo aboliu as leis cerimoniais, como a proibição de se comer determinados alimentos, mas não a lei moral, onde encontramos a vontade eterna do Criador para a sexualidade humana. Quando ao apedrejamento, basta dizer que outros pecados punidos com a morte no Antigo Testamento continuam sendo tratados como pecado no Novo, mesmo que a condenação capital para eles tenha sido abolida – como, por exemplo, o adultério e a desobediência contumaz aos pais.
Pecado e destruição
Os teólogos inclusivos gostam de dizer que Jesus Cristo nunca falou contra o homossexualismo. Em compensação, falou bastante contra a hipocrisia, o adultério, a incredulidade, a avareza e outros pecados tolerados pelos cristãos. Este é o terceiro ponto: sabe-se, todavia, que a razão pela qual Jesus não falou sobre homossexualidade é que ela não representava um problema na sociedade judaica de sua época, que já tinha como padrão o comportamento heterossexual. Não podemos dizer que não havia judeus que eram homossexuais na época de Jesus, mas é seguro afirmar que não assumiam publicamente esta conduta. Portanto, o homossexualismo não era uma realidade social na Palestina na época de Jesus. Todavia, quando a Igreja entrou em contato com o mundo gentílico – sobretudo as culturas grega e romana, onde as práticas homossexuais eram toleradas, embora não totalmente aceitas –, os autores bíblicos, como Paulo, incluíram as mesmas nas listas de pecados contra Deus. Para os cristãos, Paulo e demais autores bíblicos escreveram debaixo da inspiração do Espírito Santo enviado por Jesus Cristo. Portanto, suas palavras são igualmente determinantes para a conduta da Igreja nos dias de hoje.
O quarto ponto equivocado da abordagem que tenta fazer do comportamento gay algo normal e aceitável no âmbito do Cristianismo é a suposição de que o pecado de Sodoma e Gomorra não foi o homossexualismo, mas a falta de hospitalidade para com os hóspedes de Ló. A base dos teólogos inclusivos para esta afirmação é que no original hebraico se diz que os homens de Sodoma queriam “conhecer” os hóspedes de Ló (Gênesis 19.5) e não abusar sexualmente deles, como é traduzido em várias versões, como na Almeida atualizada. Outras versões como a Nova versão internacional e a Nova tradução na linguagem de hoje entendem que conhecer ali é conhecer sexualmente e dizem que os concidadãos de Ló queriam “ter relações” com os visitantes, enquanto a SBP é ainda mais clara: “Queremos dormir com eles”. Usando-se a regra de interpretação simples de analisar palavras em seus contextos, percebe-se que o termo hebraico usado para dizer que os homens de Sodoma queriam “conhecer” os hóspedes de Ló (yadah) é o mesmo termo que Ló usa para dizer que suas filhas, que ele oferecia como alternativa à tara daqueles homens, eram virgens: “Elas nunca conheceram (yadah) homem”, diz o versículo 8. Assim, fica evidente que “conhecer”, no contexto da passagem de Gênesis, significa ter relações sexuais. Foi esta a interpretação de Filo, autor judeu do século 1º, em sua obra sobre a vida de Abraão: segundo ele, “os homens de Sodoma se acostumaram gradativamente a ser tratados como mulheres.
Ainda sobre o pecado cometido naquelas cidades bíblicas, que acabaria acarretando sua destruição, a “teologia inclusiva” defende que o profeta Ezequiel claramente diz que o erro daquela gente foi a soberba e a falta de amparo ao pobre e ao necessitado (Ez 16.49). Contudo, muito antes de Ezequiel, o “sodomita” era colocado ao lado da prostituta na lei de Moisés: o rendimento de ambos, fruto de sua imoralidade sexual, não deveria ser recebido como oferta a Deus, conforme Deuteronômio 23.18. Além do mais, quando lemos a declaração do profeta em contexto, percebemos que a soberba e a falta de caridade era apenas um entre os muitos pecados dos sodomitas. Ezequiel menciona as “abominações” dos sodomitas, as quais foram a causa final da sua destruição: “Eis que esta foi a iniquidade de Sodoma, tua irmã: soberba, fartura de pão e próspera tranquilidade teve ela e suas filhas; mas nunca amparou o pobre e o necessitado. Foram arrogantes e fizeram abominações diante de mim; pelo que, em vendo isto, as removi dali” (Ez 16.49-50). Da mesma forma, Pedro, em sua segunda epístolas, refere-se às práticas pecaminosas dos moradores de Sodoma e Gomorra tratando-as como “procedimento libertino”.
Um quinto argumento é que haveria alguns casos de amor homossexual na Bíblia, a começar pelo rei Davi, para quem o amor de seu amigo Jônatas era excepcional, “ultrapassando o das mulheres” (II Samuel 1.26). Contudo, qualquer leitor da Bíblia sabe que o maior problema pessoal de Davi era a falta de domínio próprio quanto à sua atração por mulheres. Foi isso que o levou a casar com várias delas e, finalmente, a adulterar com Bate-Seba, a mulher de Urias. Seu amor por Jônatas era aquela amizade intensa que pode existir entre duas pessoas do mesmo sexo e sem qualquer conotação erótica. Alguns defensores da “teologia inclusiva” chegam a categorizar o relacionamento entre Jesus e João como homoafetivo, pois este, sendo o discípulo amado do Filho de Deus, numa ocasião reclinou a sua cabeça no peito do Mestre (João 13.25). Acontece que tal atitude, na cultura oriental, era uma demonstração de amizade varonil – contudo, acaba sendo interpretada como suposta evidência de um relacionamento homoafetivo. Quem pensa assim não consegue enxergar amizade pura e simples entre pessoas do mesmo sexo sem lhe atribuir uma conotação sexual.
“Torpeza”
Há uma sexta tentativa de reinterpretar passagens bíblicas com objetivo de legitimar a homossexualidade. Os propagadores da “teologia gay” dizem que, no texto de Romanos 1.24-27, o apóstolo Paulo estaria apenas repetindo a proibição de Levítico à prática homossexual na forma da prostituição cultual, tanto de homens como de mulheres – proibição esta que não se aplicaria fora do contexto do culto idolátrico e pagão. Todavia, basta que se leia a passagem para ficar claro o que Paulo estava condenando. O apóstolo quis dizer exatamente o que o texto diz: que homens e mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza, e que se inflamaram mutuamente em sua sensualidade – homens com homens e mulheres com mulheres –, “cometendo torpeza” e “recebendo a merecida punição por seus erros”. E ao se referir ao lesbianismo como pecado, Paulo deixa claro que não está tratando apenas da pederastia, como alguns alegam, visto que a mesma só pode acontecer entre homens, mas a todas as relações homossexuais, quer entre homens ou mulheres.
É alegado também que, em I Coríntios 6.9, os citados efeminados e sodomitas não seriam homossexuais, mas pessoas de caráter moral fraco (malakoi, pessoa “macia” ou “suave”) e que praticam a imoralidade em geral (arsenokoites, palavra que teria sido inventada por Paulo). Todavia, se este é o sentido, o que significa as referências a impuros e adúlteros, que aparecem na mesma lista? Por que o apóstolo repetiria estes conceitos? Na verdade, efeminado se refere ao que toma a posição passiva no ato homossexual – este é o sentido que a palavra tem na literatura grega da época, em autores como Homero, Filo e Josefo – e sodomita é a referência ao homem que deseja ter coito com outro homem.
Há ainda uma sétima justificativa apresentada por aqueles que acham que a homossexualidade é compatível com a fé cristã. Segundo eles, muitas igrejas cristãs históricas, hoje, já aceitam a prática homossexual como normal – tanto que homossexuais praticantes, homens e mulheres, têm sido aceitos não somente como membros mas também como pastores e pastoras. Essas igrejas, igualmente, defendem e aceitam a união civil e o casamento entre pessoa do mesmo sexo. É o caso, por exemplo, da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos – que nada tem a ver com a Igreja Presbiteriana do Brasil –, da Igreja Episcopal no Canadá e de igrejas em nações européias como Suécia, Noruega e Dinamarca, entre outras confissões. Na maioria dos casos, a aceitação da homossexualidade provocou divisões nestas igrejas, e é preciso observar, também, que só aconteceu depois de um longo processo de rejeição da inspiração, infalibilidade e autoridade da Bíblia. Via de regra, essas denominações adotaram o método histórico-crítico – que, por definição, admite que as Sagradas Escrituras são condicionadas culturalmente e que refletem os erros e os preconceitos da época de seus autores. Desta forma, a aceitação da prática homossexual foi apenas um passo lógico. Outros ainda virão. Todavia, cristãos que recebem a Bíblia como a infalível e inerrante Palavra de Deus não podem aceitar a prática homossexual, a não ser como uma daquelas relações sexuais consideradas como pecaminosas pelo Senhor, como o adultério, a prostituição e a fornicação.
Contudo, é um erro pensar que a Bíblia encara a prática homossexual como sendo o pecado mais grave de todos. Na verdade, existe um pecado para o qual não há perdão, mas com certeza não se trata da prática homossexual: é a blasfêmia contra o Espírito Santo, que consiste em atribuir a Satanás o poder pelo qual Jesus Cristo realizou os seus milagres e prodígios aqui neste mundo, mencionado em Marcos 3.22-30. Consequentemente, não está correto usar a Bíblia como base para tratar homossexuais como sendo os piores pecadores dentre todos, que estariam além da possibilidade de salvação e que, portanto, seriam merecedores de ódio e desprezo. É lamentável e triste que isso tenha acontecido no passado e esteja se repetindo no presente. A mensagem da Bíblia é esta: “Todos pecaram e carecem da glória de Deus”, conforme Romanos 3.23. Todos nós precisamos nos arrepender de nossos pecados e nos submetermos a Jesus Cristo, o Salvador, pela fé, para recebermos o perdão e a vida eterna.
Lembremos ainda que os autores bíblicos sempre tratam da prática homossexual juntamente com outros pecados. O 20º capítulo de Levítico proíbe não somente as relações entre pessoas do mesmo sexo, como também o adultério, o incesto e a bestialidade. Os sodomitas e efeminados aparecem ao lado dos adúlteros, impuros, ladrões, avarentos e maldizentes, quando o apóstolo Paulo lista aqueles que não herdarão o Reino de Deus (I Coríntios 6.9-10). Porém, da mesma forma que havia nas igrejas cristãs adúlteros e prostitutas que haviam se arrependido e mudado de vida, mediante a fé em Jesus Cristo, havia também efeminados e sodomitas na lista daqueles que foram perdoados e transformados.
Compaixão
É fundamental, aqui, fazer uma importante distinção. O que a Bíblia condena é a prática homossexual, e não a tentação a esta prática. Não é pecado ser tentado ao homossexualismo, da mesma forma que não é pecado ser tentado ao adultério ou ao roubo, desde que se resista. As pessoas que sentem atração por outras do mesmo sexo devem lembrar que tal desejo é resultado da desordem moral que entrou na humanidade com a queda de Adão e que, em Cristo Jesus, o segundo Adão, podem receber graça e poder para resistir e vencer, sendo justificados diante de Deus.
Existem várias causas identificadas comumente para a atração por pessoas do mesmo sexo, como o abuso sexual sofrido na infância. Muitos gays provêm de famílias disfuncionais ou tiveram experiências negativas com pessoas do sexo oposto.  Há aqueles, também, que agem deliberadamente por promiscuidade e têm desejo de chocar os outros. Um outro fator a se levar em conta são as tendências genéticas à homossexualidade, cuja existência não está comprovada até agora e tem sido objeto de intensa polêmica. Todavia, do ponto de vista bíblico, o homossexualismo é o resultado do abandono da glória de Deus, da idolatria e da incredulidade por parte da raça humana, conforme Romanos 1.18-32. Portanto, não é possível para quem crê na Bíblia justificar as práticas homossexuais sob a alegação de compulsão incontrolável e inevitável, muito embora os que sofrem com esse tipo de impulso devam ser objeto de compaixão e ajuda da Igreja cristã.
É preciso também repudiar toda manifestação de ódio contra homossexuais, da mesma forma com que o fazemos em relação a qualquer pessoa. Isso jamais nos deveria impedir, todavia, de declarar com sinceridade e respeito nossa convicção bíblica de que a prática homossexual é pecaminosa e que não podemos concordar com ela, nem com leis que a legitimam. Diante da existência de dispositivos legais que permitem que uma pessoa deixe ou transfira seus bens a quem ele queira, ainda em vida, não há necessidade de leis legitimando a união civil de pessoas de mesmo sexo – basta a simples manifestação de vontade, registrada em cartório civil, na forma de testamento ou acordo entre as partes envolvidas. O reconhecimento dos direitos da união homoafetiva valida a prática homossexual e abre a porta para o reconhecimento de um novo conceito de família. No Brasil, o reconhecimento da união civil de pessoas do mesmo sexo para fins de herança e outros benefícios aconteceu ao arrepio do que diz a Constituição: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento” (Art. 226, § 3º).
Cristãos que recebem a Bíblia como a palavra de Deus não podem ser a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, uma vez que seria a validação daquilo que as Escrituras, claramente, tratam como pecado. O casamento está no âmbito da autoridade do Estado e os cristãos são orientados pela Palavra de Deus a se submeter às autoridades constituídas; contudo, a mesma Bíblia nos ensina que nossa consciência está submissa, em última instância, à lei de Deus e não às leis humanas – “Importa antes obedecer a Deus que os homens” (Atos 5.29). Se o Estado legitimar aquilo que Deus considera ilegítimo, e vier a obrigar os cristãos a irem contra a sua consciência, eles devem estar prontos a viver, de maneira respeitosa e pacífica em oposição sincera e honesta, qualquer que seja o preço a ser pago.
 
Fonte Eletrônica;
 

Respondendo as questões mais comum dos Protestante

Não é verdade que a Igreja Católica tornou-se bastante corrupta antes do século XVI quando ela já era há muito a Igreja de Cristo?Os auto-denominados ”reformadores” encontraram diferentes pontos da historia onde a Igreja de Cristo tornou-se supostamente corrupta. Não importa qual ponto é escolhido, mas precisa ser admitido que até aquele tempo em particular, a Igreja Católica (a única existente então) era a verdadeira Igreja de Cristo. Ora, admitir CORRUPÇÃO ou APOSTASIA, é o mesmo que dizer que Cristo falhou ao estabelecer uma Igreja – tanto por Ele NÃO PODER, como por Ele NÃO CUMPRIR sua promessa.
Três textos da Escritura provam que Cristo fez a promessa de que Sua Igreja permaneceria até o final dos tempos:
Mateus 28,18-20 – Cristo prometeu que ele mesmo iria permanecer com a Igreja até a consumação do mundo (”E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: ‘Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”).
Mateus 16,18 – Fez uma promessa a Pedro (”Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”).
João 14,16 – Cristo prometeu mandar o Espírito Santo para sustentar a Igreja para sempre (”E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre).
Estas promessas foram feitas pelo Filho de Deus e mostram que Ele PRETENDEU proteger a Igreja e ERA CAPAZ de protegê-la.
Todavia, ainda que indivíduos, grandes grupos de pessoas e até nações inteiras tenham se apostasiado de Deus, nós jamais poderemos dizer que a própria Igreja cometeu apostasia, pois isto seria o mesmo que dizer que Cristo não cumpriu suas promessas.

A Igreja Católica não despoja dos Católicos a liberdade democrática da qual se vangloriam os Protestantes?A Igreja não reivindica ser uma democracia e nenhum Católico se ressente pelo fato de que a ele não é permitido levar a liberdade ao extremo. Nenhuma pessoa sã procuraria ter o privilégio de negar a verdade absoluta.

Todavia, não é por escolha individual o tipo de governo que esse católico gostaria na Igreja. O tipo de governo foi escolhido pelo Próprio Cristo, e foi um governo baseado na autoridade, ensinamentos e disciplina.
O Próprio Cristo falou com autoridade, mudando inclusive a Lei Mosaica, como em Mateus 5,20-22. Ele conferiu esta mesma autoridade aos seus
Apóstolos:
”Pois eu vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus. Ouvistes
que foi dito aos antigos: ‘Não matarás’ e ‘Quem matar será réu de juízo’. Eu, porém, vos digo que todo aquele que se encolerizar contra seu irmão, será réu de
juízo; e quem disser a seu irmão: ‘cretino’, será réu diante do sinédrio; e quem lhe disser: ‘louco’ será réu do fogo do inferno” (Mateus 5,20-22).
”Dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares, pois, na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus”
(Mateus 16,19).
Os apóstolos exerceram esta autoridade como se pode ler em Atos dos Apóstolos, e também como São Paulo escreveu aos Gálatas 1,8: ”Mas,
ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema”.
São João em sua Segunda Epístola escreveu: ”Se alguém vem ter convosco, e não traz este ensino, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis” 2João 1,10.
Os Apóstolos foram comissionados para ir e ensinar em NOME de Cristo e com a AUTORIDADE de Cristo. Se eles são professores, eles precisaram ser estudantes e estudantes precisam aceitar a autoridade do professor.
Os católicos, é claro, amam a liberdade. E essa liberdade apenas é limitada pela verdade absoluta. Ninguém é livre para dizer que a soma de dois mais dois é
cinco. Da mesma forma ocorre no governo da Igreja. A Igreja foi fundada sobre Pedro como uma rocha, como será visto em outra questão.
Cristo fez a Si mesmo a pedra fundamental em Mateus 16,18… Será que a Igreja não usurpa o poder de Cristo clamando que Pedro foi a pedra fundamental e os Papas seus sucessores?

Uma leitura cuidadosa em Mateus 16,18 (”Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”), sob a luz de João 1,41 (”Ele achou primeiro a seu irmão Simão, e disse-lhe: Havemos achado o Messias (que, traduzido, quer dizer Cristo”), pode demonstrar que Cristo, falando sobre a pedra, estava se referindo a Pedro e NÃO a si mesmo. É claro que nós todos admitimos que Cristo é o fundador de sua Igreja, mas São Pedro foi o escolhido para ser o regente temporal dessa Igreja. São João conta a história do encontro entre São Pedro e nosso Senhor em 1,42: ”E o levou a Jesus. Jesus, fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de João, tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro)”.
A palavra ”Pedro” em aramaico, que era a língua falada por Cristo, quer dizer ”pedra”. Cristo estava seguindo uma prática comum entre os orientais, mudando o nome de uma pessoa com o significado da função que ela iria exercer. Dois anos mais tarde, Cristo atualizava a mudança de nome de Simão e prometia construir sua Igreja sobre PEDRO, conforme visto acima em Mateus 16,18
Uma leitura deste capítulo (16), de 13 a 20, vai mostrar que PEDRO era aquele que deveria ser a pedra. O SENHOR primeiramente pediu um sinal da fé de PEDRO. E Pedro disse: ”Vós sois o Cristo, o Filho de Deus vivo”. Ele então respondeu a ele: ”Abençoado sejas tu Simão Bar-Jona – porque a carne e o sangue não revelaram isto a ti, mas sim, Meu Pai no céu”. E então Ele mudou seu nome: ”Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha
igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.Certamente Cristo não pretendeu CONFUNDIR UMA CONSTRUÇÃO GRAMATICAL dizendo: ”Eu digo a Ti (falando a Pedro): tu és Pedro (e então alterando, na mesma sentença), sobre esta pedra (querendo dizer ‘sobre Mim’), Eu construirei a Minha Igreja”. Nos muitos versículos mais próximos, Ele então volta a PEDRO: ”E eu darei a TI as chaves do reino dos céus, e portanto, tudo aquilo que TU ligares na terra será ligado no céu, e o que TU não ligares na terra, não será ligado no céu”.

Ele CONFIRMOU sua promessa, depois de sua ressurreição, quando ele ordenou a Pedro para apascentar os cordeiros e ovelhas em João 21,15: ”Depois
de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro: ‘Simão, filho de João, amas-me mais do que estes?’ Respondeu-lhe: ‘Sim, Senhor; tu sabes que te amo’.
Disse-lhe: ‘Apascenta os meus cordeirinhos’. Tornou a perguntar-lhe: ‘Simão, filho de João, amas-me?’ Respondeu-lhe: ‘Sim, Senhor; tu sabes que te amo’.
Disse-lhe: ‘Pastoreia as minhas ovelhas’. Perguntou-lhe terceira vez: ‘Simão, filho de João, amas-me?’ Entristeceu-se Pedro por lhe ter perguntado pela
terceira vez: ‘Amas-me?’ E respondeu-lhe: ‘Senhor, tu sabes todas as coisas; tu sabes que te amo’. Disse-lhe Jesus: ‘Apascenta as minhas ovelhas”’.
Pedro EXERCEU esta jurisdição:
Seu nome foi sempre o primeiro nas listas dos Apóstolos.
Ele propôs a eleição de um apóstolo para substituir Judas (Atos 1,21-26).
Ele pregou o primeiro sermão no Domingo de Pentecostes (Atos 2).
Ele realizou o primeiro milagre [depois de Cristo] (Atos 3,6-8).
No Concílio de Jerusalém todos os Apóstolos se submeteram à sua autoridade (Atos 15,7-12).
A História prova que desde aquele tempo, tanto no Oriente como no Ocidente, o sucessor de Pedro foi reconhecido como a cabeça suprema [visível] da Igreja. Desde aquele dia [até hoje], houveram 265 sucessores de São Pedro. Este era o plano de Cristo que é encontrado no mesmo capítulo onde ele disse que a Igreja fundada sobre ESTA rocha iria durar até o final dos tempos e que as portas do inferno NÃO prevaleceriam sobre ela. A Igreja teve essa fundação e portanto, se ela deveria seguir avante, deveria ter sucessores que dariam continuidade ao trabalho de Pedro, a pedra…
Não é verdade que todas as Igrejas são boas e que não faz diferença em qual é  acreditada por nós, desde que vivamos corretamente?Não, isto não é verdade pois:

Isto seria dizer que tanto a verdade como a  falsidade são igualmente agradáveis a Deus.
A unidade pela qual Cristo  orou seria impossível.
Realmente FAZ diferença aquilo que acreditamos e  aquilo que fazemos.
”Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não  crer será condenado” (Marcos 16,16).
”Quem vos ouve, a mim me ouve; e  quem vos rejeita, a mim me rejeita; e quem a mim me rejeita, rejeita aquele que  me enviou” (Lucas 10,16).
”Se recusar ouvi-los, dizei-o à igreja; e, se também recusar ouvir a igreja, considera-o como gentio e publicano” (Mateus  18,17).


Será Que a Igreja Ortodoxa Grega é a mesma que a Igreja Católica Romana?
A Igreja Católica é dividida geograficamente em duas grandes divisões, a Oriental e a Ocidental. Na Oriental existe uma outra divisão de igrejas, algumas que estão em comunhão com o Papa e outras que não estão. Estas que estão ligadas a Roma são chamadas ”UNIDAS” ou mais corretamente ”Igrejas CATÓLICAS ocidentais” Aquelas que não são ligadas a Roma são chamadas Igrejas Ortodoxas.
A Igreja Grega é uma dessas Igrejas Orientais, e na Grécia, esta Igreja é dividida: uma que é ligada a Roma, Igreja católica Grega e outra que não é ligada ao Papa, a Igreja Ortodoxa Grega.
As Igrejas Ortodoxas Orientais são divididas em diversos ramos e são submetidas à supremacia de cinco Patriarcas: Constantinopla, Alexandria,
Antioquia, Jerusalém e Rússia. Em matérias essenciais, as Igrejas Ortodoxas pensam como as Igrejas Ocidentais em grande parte. Todavia elas não aceitam a
autoridade do Papa. Seus padres são efetivamente ordenados e seus bispos efetivamente consagrados. Os padres são autorizados ao matrimônio, desde que
esse casamento seja feito antes de se ordenarem, isto é, até enquanto eles forem ainda diáconos.
Sua liturgia é bastante similar à liturgia Católica Oriental, mas diferente da
liturgia Ocidental, com exceção de partes essenciais, como a consagração.
Porque os padres católicos não se casam?

A Igreja sempre considerou o matrimônio como um Sacramento e algo de Sagrado. O fato de os padres não se casarem não significa uma condenação ao casamento. A razão é que os padres VOLUNTARIAMENTE declinam do casamento para que possam estar inteiramente a serviço de Deus e ao cuidado de Seu povo. Esta é uma lei disciplinar da Igreja, e a Igreja por uma boa razão, pode dispensar do cumprimento dessa lei.
São Paulo dá isto como razão na sua epístola aos Corintos:
”Pois quero que estejais livres de cuidado. Quem não é casado cuida das coisas do Senhor, em como há de agradar ao Senhor, mas quem é casado
cuida das coisas do mundo, em como há de agradar a sua mulher, e é dividido” (1Coríntios 7,32-33).
Nas Igrejas Orientais, ligadas a Roma, os padres são permitidos a serem homens casados desde que seu casamento se dê antes deles virem a ser ordenados diáconos.
Como podem os Católicos afirmar que seres humanos podem ser infalíveis? 

É estranho ouvir tal argumento partindo de indivíduos que acreditam que todo ser humano letrado ou não letrado é infalível pelo princípio
do julgamento particular [principalmente para interpretar a Bíblia], isto é, que o julgamento de um homem é tão bom como de qualquer outro, e que o julgamento de todo mundo é correto.
A infalibilidade significa que Deus garante que, em matéria de fé e moral, o Papa não pode cometer erros.
A infalibilidade NÃO significa que o Papa não possa pecar, nem que ele não possa cometer erros em outras matérias como história, política, ciências etc., mas
somente quando ele declara uma certa verdade a respeito da revelação é que ele será infalível.
Existem quatro condições necessárias para a infalibilidade do Papa:
Ele precisa falar como chefe, pastor e professor da Igreja. As palavras que ele usa precisam deixar claro a todos que ele está falando como cabeça da Igreja em matéria de fé e moral.
Ele precisa estar falando à Igreja Universal, isto é, aos Cristãos de todos os lugares do mundo.
Ele precisa falar ”ex catedra,” ou seja, oficialmente com suprema e apostólica autoridade.
Precisa ser em matéria de fé e moral, e não em qualquer outra matéria. A prova disto encontra-se na primeira Epístola de São Paulo a Timóteo, onde ele fala da Igreja de Cristo como ”o pilar e coluna mestra da verdade” (1Tm 3,15). Também no evangelho de São João: ”Eu pedirei ao Pai e ele dará a vocês um outro advogado para ajudar a vocês para sempre”.
Da mesma forma, nós sabemos pelas Escrituras que Cristo prometeu que as portas do inferno não prevaleceriam contra a Igreja; Ele
também prometeu estar com a Igreja até o final dos tempos. Se estas promessas significam alguma coisa, elas significam que Cristo protegerá a Igreja em seus
ENSINAMENTOS da verdade porque Ele estabeleceu esta Igreja principalmente como uma Igreja de ensinamentos.
Isto não limita a discussão ou debate entre seus membros, porque a Igreja usa a proteção do Espírito Santo apenas em casos extremos quando for necessário
determinar a verdade de uma questão; e isso sempre em verdades fundamentais.Como pode a Igreja Católica tolerar a bebida?

 
A Igreja não tolera a bebida EXCESSIVA (nunca!), assim como não tolera excessos em outras coisas. As ações humanas são divididas em três categorias: boas, más e indiferentes. As ações indiferentes são aquelas que podem vir a ser boas ou más, dependendo do uso ou abuso feito delas. Por exemplo: comer é um ato indiferente, e esse ato será bom se for feito com o propósito de manter a saúde e a força; porém ele se tornará pecador quando for feito em excesso (gula). Da mesma forma, o jogo, o fumo, a dança e muitas outras ações indiferentes.
A bebida pode ser boa se feita por razões de saúde, ou recreação inocente. Seu abuso ou bebedeiras é realmente maldoso e pecador.
A Escritura não condena a bebida em si. Na Bíblia existem aproximadamente 117 referências à bebida como algo de bom. Temos um exemplo disso em São Paulo, que RECOMENDA a bebida, escrevendo a Timóteo:”Não bebas mais água só, mas usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades” (1Timóteo 5,23).

Nosso Senhor, Ele mesmo, foi acusado pelos Fariseus de ser um homem que era ”um glutão e um bebedor de vinho” (Mateus 11,19) Também nosso Senhor, ele mesmo, nas bodas de Caná transformou água em vinho. Certamente nós não podemos acusar nosso Senhor por fazer tal coisa, pois seria pecado. Todavia, a ingestão de bebidas alcóolicas é um ato indiferente; esse ato se tornará mau pelo abuso ou pelo excesso.


Porque os Católicos precisam comer peixe às sextas-feiras?
Em primeiro lugar, os Católicos NÃO PRECISAM comer PEIXE às sextas-feiras. Eles podem comer qualquer coisa que não seja CARNE.
A Sexta-feira é um dia de abstinência DE CARNE para os Católicos no sentido de que este pequeno sacrifício seja uma justificação pelos pecados
que eles tenham cometido. A Igreja ORDENA ISTO como uma mãe que insistirá para que seus filhos façam a restituição de qualquer coisa que tenham roubado, ou insistirão para que comam comidas nutritivas. A Igreja é uma mãe e reconhece que sem que nós tenhamos constante remissão, nós não seremos justificados de nossos pecados.
A carne não é considerada alguma coisa RUIM pelos Católicos. Se assim fosse, certamente a Igreja não permitiria que fosse comida todos os dias.
A sexta-feira foi escolhida porque este é o dia no qual o Senhor morreu para nos livrar dos pecados, e para nos lembrar que precisamos nos sacrifícicar
juntamente com Seu sacrifício na cruz.
 
Fonte Eletrônica;

quarta-feira, 3 de julho de 2013

O que acontecerá com os que morreram antes de Cristo

Um resumo de 1 Tessalonicenses 4:12-17 ~ Seguindo as exortações morais das passagens anteriores (1 Ts 4.1-11), São Paulo agora ocupa-se de algumas das dificuldades dos tessalonicenses, conforme relatado a ele por Timóteo. Na presente seção discute a condição dos fiéis falecidos antes do advento do Messias. Os convertidos não devem se preocupar com a morte do seus amados, achando que não terão parte na glória do Senhor que virá. Eles vão subir como Cristo os ressuscitou, e certamente encontrarão seu Salvador antes que os viventes o farão. Depois disso, os viventes juntar-se-ão a eles e seremos apanhados juntamente com Cristo, para sempre com Ele na glória. Deixe esses pensamentos ser o vosso conforto.
13. Agora não queremos que ignoreis, irmãos, acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, assim como outros que não têm esperança.
Agora não teremos que ignoreis, irmãos, etc… Esta é a maneira habitual com São Paulo introduz um assunto de grande importância. Os Tessalonicenses tinham entendido mal o ensinamento do Apóstolo sobre a Segunda Vinda de Cristo, eles pensavam que fossem viver para vê-lo em seu próprio tempo. E uma vez que alguns deles tinham morrido recentemente, eles estavam profundamente entristecidos, pensando os seus entes queridos, portanto, nunca testemunhariam ou fariam parte nas glórias da Parousia, São Paulo pede-lhes para não pesarem, como se eles não acreditassem na ressurreição de os mortos, como se fossem pagãos. Claro, ele está condenando apenas a tristeza desmedida.
Os que estão dormindo. Esta é “uma  expressão característica, mas não é a designação cristã original para se referir aos mortos” (McCown, na Bíblia de Abingdon, hoc loco).
14. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também os que dormiram em Jesus, Deus os trará com ele.
A razão pela qual os tessalonicenses não devem dar lugar a tristeza excessiva é que os fiéis mortos irão  subir novamente, e a prova disso é encontrada na Ressurreição de Cristo.
Os santos formam um corpo místico de Cristo, da qual Ele é a cabeça. E uma vez que a cabeça está ressuscitada, os membros também devem subir.
Se  a expressão “se cremos”  significa “uma vez que cremos”, como é evidente a partir do contexto dos ensinamentos de São Paulo em outros lugares, especialmente em 1 Coríntios 15. O apóstolo está falando apenas da ressurreição dos justos, porque ele está consolando os tessalonicenses quanto aos mortos que morreram em Cristo, e é só esses que terão parte no glorioso advento do Salvador e entrar em Seu reino de felicidade . O injusto também subirá, mas apenas para ser julgado e morrerá a segunda morte.
15. Eis o que vos declaramos, conforme a palavra do Senhor: por ocasião da vinda do Senhor, nós que ficamos ainda vivos não precederemos os mortos.
São Paulo aqui diz aos Tessalonicenses que, quando Cristo vier, aqueles que estiverem vivendo no momento não gozarão de qualquer precedência sobre aqueles que terão morrido, e isso ele afirma ser “a palavra do Senhor”, isto é, como uma doutrina que lhe foi comunicada diretamente pelo próprio Cristo.
“Que nós, que estamos vivos, etc”: Ou seja, aqueles que sobrevivem, que estão vivendo naquele momento. O apóstolo está falando retoricamente na primeira pessoa do plural, e por isso ele não deve ser entendido como incluindo a si mesmo e seus companheiros, entre os que foram testemunhar a Parusia. Que ele não tinha ideia de ensinar o advento iminente de Cristo é clara a partir do que ele diz abaixo em 1 Tessalonicenses 5:2, em 2 Tessalonicenses 2:1, e do ensinamento do Senhor (Mt 13:32 ss..; Atos 1:6 ), ao qual ele sempre foi fiel. E esta é a explicação, dada sua doutrina aqui, adotada por todos os Patriarcas gregos e latinos, e depois deles por São Tomás, Estius, e todos os principais comentaristas católicos. Na verdade, querer dizer que São Paulo estava em erro nesta matéria seria destruir a natureza da inspiração divina e da inerrância bíblica.  Aquele que desejar se aprofundar no assunto pode consultar a Decisão da Comissão Bíblica sobre o assunto, em 18 de junho de 1915.
16. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com mandamento, e com a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus: e os mortos que estão em Cristo, ressuscitarão primeiro.
“Porque o mesmo Senhor”, etc: Como o Senhor ascendeu visivelmente ao céu, do mesmo modo ele aparecerá no fim do mundo (Atos 1:11).
“Com mandamento, etc,”: como um general que emite ordens às suas tropas. Essas expressões devem ser entendidas em sentido figurado, como descrevendo as condições e os fenômenos que devem acompanhar o Senhor quando Ele descer do céu para chamar os mortos à vida. O apóstolo está usando uma linguagem escatológica comum entre os judeus, e que também foi empregada por nosso Senhor (Mt 24:30 ss.). Cf. Knabenbauer e Voste, hoc loco.
“E os mortos que estão em Cristo, etc”: ou seja, aqueles que morreram em união com Cristo devem primeiro levantar, de modo a estarem em pé de igualdade com aqueles que estão vivendo, em seguida, ocorrerá a transformação dos santos vivos e esta será seguida pelo arrebatamento de todos com Cristo, para estar com Ele eternamente na glória (ver. 17). E que  doutrina consoladora para os enlutados tessalonicenses, Com a palavra “primeiro” São Paulo não quer dizer que a ressurreição dos justos precederá a ressurreição geral (sobre a qual ele não está falando), mas que a ressurreição dos mortos justos santa vontade será anterior à transformação dos santos que estão vivendo no momento.
17. Então, nós que estamos vivos, que estão à esquerda, deve ser tomada juntamente com eles nas nuvens, ao encontro de Cristo, para o ar, e assim estaremos para sempre com o Senhor.
Então, nós, os vivos, etc: São Paulo repete com ênfase ao pensamento do versículo 15. Ele parece dizer claramente que os santos que estiverem vivos no momento da Parusia não morrerão, mas serão transformados e levados, juntamente com os justos mortos já levantados para a vida, para a glória de Cristo. Os Padres gregos e muitos intérpretes modernos para entender o apóstolo, e esta interpretação está de acordo com a leitura correta e significado de 1 Coríntios 15:51. Para ser coerente, devemos explicar “nós que estamos vivos” aqui como no versículo 17, isto é, como uma referência, e não a São Paulo e seus companheiros então a viver quando o apóstolo estava escrevendo, nem para os outros, em seguida, que vivem com quem ele compara os então mortos, mas para aqueles que apenas estarão vivendo quando o Senhor vier na glória. Daí se segue à conclusão de que os justos que estiverem vivos na segunda vinda de Cristo para julgar o mundo vai passar para a glória, sem morrer, e isso é o que o apóstolo estava se referindo em 2 Coríntios 5:4. Para mais discussão e consideração da opinião contrária sobre este assunto, ver vol. 1 desta série, em 1 Coríntios 15:51. Nota: Ive anexado padre.
Devem ser tomadas em conjunto com eles, etc: Como Jesus subiu ao céu envolto em uma nuvem (Atos 1:9), e como Ele voltará “sobre as nuvens do céu” (Mt 24:30), de modo a apenas no o fim do mundo, devem ser transportados em poder sobrenatural para além das nuvens, para o encontro com o Senhor, em Sua majestade real, e com ele a entrar na glória para sempre.
17. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.
Tendo em vista as palavras consoladoras que ele acaba de escrever (ver. 13-17), São Paulo convida seus leitores a não desanimarem e serem consolados na perda de seus entes queridos.
Nota importante – O sentido da expressão arrebatados não é o mesmo denotado pelas doutrinas protestantes difundidas no principalmente entre os evangélicos. Para mais informação sobre a segunda vinda, favor ler o post publicado aqui.
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Fonte Eletrônica;
 

Liturgia Cristã Primitiva – Práticas Católicas por S. Justino Mártir

O batismo cristão

Além disso, vou relacionar a maneira pela qual nos dedicamos a Deus quando tinha sido feito novo através de Cristo, a fim de que, se omitir isso, parece que estamos a ser injusto na explicação que estamos fazendo. A todos quantos estão convencidos e acreditam que o que ensinamos e diz é verdade, e se comprometem a ser capaz de viver em conformidade, são instruídos a orar e suplicar a Deus com jejum, para a remissão de seus pecados passados, estamos orando e jejuando com eles. Em seguida, eles são trazidos por nós, onde há água, e são regenerados da mesma maneira em que se estabeleceu que foram regenerados. Para, em nome de Deus, Pai e Senhor do universo, e de nosso Salvador Jesus Cristo, e do Espírito Santo, que, em seguida, receber a lavagem com água. Porque também Cristo disse: “Se não vos é nascer de novo, vocês não entrarão no reino dos céus. Agora, isso é impossível para aqueles que uma vez foram nascido para entrar em úteros de suas mães, é manifesto a todos. E como aqueles que pecaram e se arrepender deve escapar de seus pecados, é declarado pelo profeta Isaías, como eu escrevi acima, ele fala assim: “Lave-lo, torná-lo limpo, tirai a maldade de vossos atos de vossas almas, aprender a fazer o bem ; justiça ao órfão, e pleiteia para a viúva: e venha argüi, diz o Senhor. E, embora os vossos pecados sejam como a escarlata, vou fazê-los brancos como a lã, e ainda que sejam como o carmesim, vou fazê-los brancos como a neve. Mas, se recusardes e fordes rebeldes, a espada vos devorará, porque a boca do Senhor o disse.”
O Julgamento de Justino Mártir
E para este rito que aprendemos com os apóstolos este motivo. Uma vez que no nosso nascimento nós nascemos sem o nosso próprio conhecimento ou a escolha, pelos nossos pais que vêm juntos, e foram criados em maus hábitos e treinamento ímpios, a fim de que nós não podemos permanecer os filhos da necessidade e da ignorância, mas pode tornar-se o crianças de escolha e de conhecimento, e pode obter na água a remissão dos pecados anteriormente cometidos, não se pronuncia sobre ele que escolhe para nascer de novo, e se arrependeu de seus pecados, o nome de Deus Pai e Senhor do universo; o que leva a camada de a pessoa que está a ser lavado a chamá-lo por este nome sozinho. Porque ninguém pode pronunciar o nome do Deus inefável, e se alguém se atreve a dizer que não é um nome, ele delira com a loucura sem esperança. E esta lavagem é chamado iluminação, porque aqueles que aprender essas coisas são iluminados em seus entendimentos. E em nome de Jesus Cristo, que foi crucificado sob Pôncio Pilatos, e em nome do Espírito Santo, que através dos profetas predisse todas as coisas sobre Jesus, aquele que é iluminado é lavado.

Sua imitação por demônios

E os demônios, na verdade, tendo ouvido esta lavagem publicada pelo profeta, instigaram aqueles que entram seus templos, e estão prestes a abordá-los com libações e holocaustos, também para polvilhar-se, e eles levá-los também para lavar-se totalmente, como afastar-se do sacrifício, antes de entrar nos santuários em que suas imagens estão definidos. E o comando, também, dada pelos sacerdotes para aqueles que entram e adoram nos templos, que tirar os sapatos, os Diabos, aprendendo o que aconteceu com o referido profeta Moisés, têm dado à imitação dessas coisas. Porque naquele momento, quando Moisés foi ordenado a descer para o Egito e levar as pessoas dos israelitas que estavam lá, e enquanto ele estava cuidando dos rebanhos de seu tio materno, na terra da Arábia, o nosso Cristo conversou com ele sob o aparência de fogo a partir de um arbusto, e disse: “Tira os teus sapatos, e se aproximar e ouvir.” E ele, quando ele colocou os sapatos e se aproximou, soube que ele estava a descer para o Egito e levar as pessoas dos israelitas ali, e ele recebeu grande poder de Cristo, que falou com ele na aparência de fogo , e desceu e levou as pessoas, depois de ter feito coisas grandes e maravilhosas, o que, se você deseja saber, você vai aprendê-las com precisão a partir de seus escritos.

O batismo e a consagração da Eucaristia

Mas, depois de ter lavado assim que ele foi convencido e tem concordado com o nosso ensino, trazê-lo para o lugar onde aqueles que são chamados irmãos são montados, a fim de que possamos oferecer orações saudáveis em comum para nós e para os batizados pessoa iluminada, e por todos os outros em todos os lugares, para que possamos ser dignos, agora que aprendemos a verdade, por nossas obras também podem ser encontrados bons cidadãos e os detentores dos mandamentos, para que possamos ser salvos com uma eterna salvação. Tendo terminado as orações, nós saudamos uns aos outros com um beijo. Há, em seguida, levado ao presidente do pão irmãos e um copo de vinho misturado com água, e ele tomá-los, dá louvor e glória ao Pai do universo, através do nome do Filho e do Espírito Santo, e oferece graças ao comprimento considerável para sermos dignos de receber essas coisas em suas mãos. E quando ele concluiu as orações e ações de graças, todas as pessoas presentes expressam seu assentimento, dizendo amém . Esta palavra Amen respostas na língua hebraica para genoito que assim seja. E quando o presidente deu graças, e todas as pessoas têm manifestado o seu consentimento, daqueles que são chamados por nós, diáconos dar a cada um dos presentes para participar do pão e do vinho misturado com água sobre a qual a ação de graças foi pronunciada, e para aqueles que estão ausentes eles levarem uma porção.

A Eucaristia

E este alimento é chamado entre nós Eucaristia , da qual ninguém está autorizado a participar, mas o homem que acredita que as coisas que nós ensinamos são verdadeiras, e que tenha sido lavado com a lavagem que é para a remissão dos pecados, e para regeneração , e que é tão viva como Cristo ordenou. Para não como pão comum e bebida comum é que nós recebemos estes, mas na forma como a Jesus Cristo, nosso Salvador, depois de ter sido feito carne, a Palavra de Deus, teve carne e sangue para nossa salvação, assim também nos foi ensinado que o alimento que é abençoado pela oração da Sua Palavra, e da qual o nosso sangue e carne por transmutação são nutridos, é a carne eo sangue de Jesus que que se fez carne. Para os apóstolos, nas memórias compostas por eles, que são chamados de Evangelhos, têm, assim, entregou a nós o que foi prescrito a elas, para que Jesus tomou o pão e, tendo dado graças, disse: “Isso fazei em memória de mim, este é o meu corpo “, e que, da mesma maneira, tendo tomado o cálice e tendo dado graças, disse:” Este é o meu sangue “, e deu a eles sozinho. Que os demônios maus imitaram nos mistérios de Mitra, ordenando a mesma coisa para ser feito. Pois, o pão e um copo de água são colocados com encantamentos certos nos ritos místicos de quem está sendo iniciado, ou você sabe ou pode aprender.

Culto semanal dos cristãos

E depois continuamente lembrar um ao outro essas coisas. E os ricos entre nós ajuda os necessitados, e sempre mantemos juntos, e por todas as coisas que estamos fornecidos, bendizemos o Criador de tudo através de Seu Filho Jesus Cristo, e através do Espírito Santo. E no dia chamado domingo, todos os que vivem nas cidades ou no campo se reúnem para um lugar, e as memórias dos apóstolos ou os escritos dos profetas são lidos, enquanto o tempo permitir, então, quando o leitor tenha cessado , o presidente instrui verbalmente, e exorta à imitação dessas coisas boas. Então, todos nós nos levantamos juntos e oramos, e, como já disse antes, quando nossa oração esteja terminada, pão e vinho e água são trazidos, e o presidente do mesmo modo oferece orações e ações de graças, de acordo com sua capacidade, e as pessoas assentam, dizendo: Amém, e há uma distribuição a cada um, e uma participação do que sobre os quais se havia dado graças, e para aqueles que estão ausentes uma parte é enviada pelos diáconos. E os que estão bem a fazer, e pronto, dá-se o que cada um acha conveniente,  e issas doações são coletadas são depositadas com o presidente, que socorre os órfãos e as viúvas e aqueles que, por doença ou qualquer outra causa, estejam em falta, e aqueles que estão em títulos e os estrangeiros hospedados entre nós, e em uma palavra cuida de todos os que estão em necessidade. Mas o domingo é o dia em que todos temos nossa assembléia comum, porque é o primeiro dia em que Deus, depois de ter feito uma mudança nas trevas e a matéria, fez o mundo, e Jesus Cristo, nosso Salvador no mesmo dia ressuscitou dos mortos. Pois Ele foi crucificado na véspera de Saturno (sábado), e no dia seguinte ao de Saturno, que é o dia do Sol, aparecendo aos seus apóstolos e discípulos, Ele ensinou-lhes estas coisas, que apresentaram para você também para sua consideração
 
Fonte Eletrônica;
 

Protestantismo Evangélico: Se todos seguem a Bíblia somente, por que discordam entre si?

Desafio  aos protestantes

Havia uma denominação protestante com 1.000 seguidores.
Um dia o pastor da denominação começou a pregar a teologia da prosperidade.

Parte do grupo revoltou-se e começaram brigas e debates em torno daquela pregação.
Um grupo que discordou veementemente do pastor resolveu sair da denominação. Era um total de 200 membros dissidentes. Estes acusavam o pastor de pregar contra a palavra de DEUS.
Destes 200 membros dissidentes, 10 abriram novas denominações. Os outros 190 restantes dividiram-se por outras denominações já existentes. Vamos dar um exemplo de como ficaram as divisões a partir da denominação que tinha inicialmente 1.000 membros:
800 seguidores permaneceram na denominação do pastor que começou a pregar a teologia da prosperidade.
Dos 200 ex seguidores, agora dissidentes,10 deixaram a denominação e fundaram mais 10 novas igrejas protestantes.
Estas 10 novas denominações adotaram linhas diferentes.
1 abraçou Lutero, 1 abraçou Calvino, 1 abraçou Wesley, 1 tornou-se batista, 1 virou pentecostal, 1 virou neo pentecostal, 1 abraçou o casamento entre pessoas do mesmo sexo, 1(uma) outra permitiu que mulheres fossem pregadoras, 1 começou a pregar o evangelho judaizante e 1(uma) última adotou a confissão positiva.
Os outros 190 ex seguidores dividiram-se em outras denominações já existentes, sendo que:
20 foram para uma denominação que batizava e repudiava o divórcio.
20 foram para uma denominação que também repudiava o divórcio, mas não batizava.
40 foram para uma denominação que batizava, repudiava o divórcio, mas que praticava o evangelho judaizante condenado pelas demais.
10 foram para um denominação cujo pregador líder era favorável ao aborto.
Os outros 100 membros dissidentes dividiram-se ainda por diversas igrejas, sendo que parte tornou-se luterana, parte tornou-se calvinista, parte tornou-se batista e um outro grupo resolveu adotar igrejolas neo pentecostais favoráveis a unção do zoológico ou a unção do leão ou ainda a adoração da Arca da Aliança. Um grupo ainda pequeno resolveu abraçar o grupo conhecido como “sem igrejas”.
Quais são as nossas dúvidas ?
1)Qual destes grupos reteve a sã doutrina dos apóstolos ?
2)Qual destes grupos pratica o verdadeiro evangelho de Jesus Cristo ?
3)Qual destes grupos deve ser considerado como herege ?
4)Todos estão salvos ?
5)Estando todos salvos, independentemente de denominação e do Cristo que cada grupo segue em cada igreja, poderíamos dizer que o importante para a salvação é tão e somente o rótulo protestante ?
6)Se todos estão salvos, por que brigaram e se dividiram ?
7)Se todos estão salvos, por que precisam agrupar-se e criar igrejas ?
8)Qual destes grupos representa a igreja primitiva ?
9)Se todos estão salvos e salvação não pode ser perdida, e se uns chamam aos outros de hereges, razão pela qual se dividiram, podemos dizer que heresia não condena ninguém ao inferno ?
10)Se heresia não leva ninguém ao inferno, podemos dizer que não faz diferença o Cristo que se prega ou Cristo que se pretende seguir ?
11)Se heresia não condena ninguém e a salvação está restrita aos grupos protestantes, ainda que escandalosamente divergentes entre si, podemos dizer que o importante para a salvação é tão e somente levantar o dedo em qualquer denominação protestante e “aceitar” Jesus ?
12)Se todos estão salvos a partir do “aceitar” Jesus, por que pastores, por que templos, por que cultos, por que pregações, por que dvd’s, por que música Gospel, por que dízimos ? O que pode ser mais importante do que a salvação ?
13)Se a salvação não pode ser perdida, estando todos os grupos protestantes salvos, independentemente do cristianismo que abraçaram, que diferença faz pagar ou não dízimos ? Escutar ou não música Gospel ? Alguém fica mais ou menos salvo se praticar ou não todas estas coisas ?
14)Se os “sem igreja” estão salvos tal como os que frequentam denominações, podemos dizer que igrejas protestantes não servem para nada ? Porque todos os grupos se dizem salvos, incluindo os “sem igreja”. E todos se dizem inspirados pelo Espírito Santo.
15)Qual destes grupos ou denominações está interpretando corretamente a Bíblia ?
16)Se nem todos estão interpretando corretamente a Bíblia, quais destes grupos que está de fato sendo assistindo pelo Espírito Santo ?
17)Se alguns permaneceram com o pregador da teologia da prosperidade, outros dele fugiram, e os que se foram também não permaneceram juntos, pergunta-se onde está na Bíblia a permissão para cada grupo tomar a decisão que tomou ? Onde está na Bíblia a permissão para se trocar de denominação ? Onde está na Bíblia a permissão para permanecer na denominação ? Quem está certo ? Onde está na Bíblia a quantidade de vezes que cada crente pode mudar de denominação ? Onde está na Bíblia que alguém insatisfeito pode fundar uma nova denominação ?
Qual é o único ponto comum em todos os grupos protestantes ?
Resposta: O ódio ao catolicismo do qual nada conhecem e cuja caricatura lhes é apresentada por lobos devoradores.
Autor: ASilva/V.De Carvallho -Livre divulgação mencionando-se o autor
 
Fonte Eletrônica;
 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

LIVRAI-NOS DEUS DO MALIGNO


Os cristãos não se distinguem dos outros homens, nem pela sua terra, nem pela sua língua, nem pelos seus costumes. Com efeito, não moram em cidades próprias, nem falam uma língua estranha, nem têm um modo especial de viver. A sua doutrina não foi inventada por eles graças ao talento e à especulação de homens curiosos, nem professam, como outros, ensinamentos humanos. Pelo contrário, vivendo em cidades gregas ou bárbaras, conforme a sorte de cada um, e adaptando-se aos costumes dos lugares quanto ao vestuário, à alimentação e aos costumes, testemunham um modo de vida admirável e, sem dúvida, paradoxal.

Vivem na sua pátria, mas como forasteiros; participam de tudo como cidadãos, mas tudo suportam como estrangeiros. Qualquer terra estrangeira é para eles uma pátria, e qualquer pátria uma terra estrangeira. [...] Vivem na carne, mas não segundo a carne (cf 2Co 10,3; Rm 8,12-13); moram na terra, mas têm a sua cidadania no céu (cf Fil 3,20; Heb 11,16); obedecem às leis estabelecidas, mas a sua vida está muito para além das leis. Amam a todos, e são por todos perseguidos; são mal conhecidos e, apesar disso, condenados; são mortos, e desse modo recebem a vida; são pobres, mas enriquecem a muitos; carecem de tudo, mas de tudo têm abundância; são desprezados, e neste desprezo são glorificados; são amaldiçoados, e nessa maldição são justificados; quando são injuriados, abençoam; quando são maltratados, respeitam os outros. [...] Em suma, assim como a alma está no corpo, assim estão os cristãos no mundo.
 
Fonte Eletrônica;
 

 
 
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