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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O protestantismo e apenas algumas de suas incontáveis aberrações

Não iremos tecer comentários sobre erros comuns aos homens.

Homens cometem pecados.

Homens cometem erros, sejam católicos ou protestantes.

O evangelho nos adverte que aqueles que matam a alma são mais perigosos do que aqueles que matam apenas o corpo.

Considerando então que devemos estar alertas diante das falsas doutrinas, sendo estas mais perigosas, até mesmo do que os homens comuns e pecadores católicos e protestantes.

Marque com um (x) Sr.Protestante aquele que para você prega o Cristo verdadeiro e sua doutrina integral:

( )O pregador do aborto

( )O pregador que vende Bíblia da prosperidade

( )O pregador que prega o “ministério” do patrocínio, a determinação bíblica e o débito automático

( )O pregador do trízimo, ofertas, carnês e campanhas

( )O pregador do evangelho Judaizante

( )O pregador da unção do Zoológico

( )O pregador da unção do Leão

( )O pregador do divórcio

( )O pregador da transferência de Unção

Qual deles é seu “irmão” em Cristo ?

Quando foi que você viu a Igreja Católica pregar uma das doutrinas acima tão difundidas no meio protestante ?

O que você diria da Igreja Católica se ela pregasse alguma destas doutrinas ?

Você acusaria a Igreja Católica de heresias se ela praticasse alguma daquelas doutrinas ou repetiria o chavão comum no meio protestante: “Deixa que eles estão fazendo a obra de DEUS.”?

2)É fato que as denominações protestantes divergem entre si.

Todos irão concordar que alguns batizam e outros não batizam.

Uns acatam o divórcio e outros o repudiam.

Outros casam pessoas do mesmo sexo e outros lhes fazem oposição no meio protestante.

Tem aqueles que praticam o evangelho judaizante e são criticados por outros grupos que não praticam. Entre os protestantes existem os que apoiam as unções do zoológico e outros dizem que tais práticas não são de DEUS.

Perguntamos quais destes grupos de fato faz a vontade de DEUS e segue a doutrina tal como Jesus nos ensinou?

Se todos estão certos, seria correta a afirmação de que para Jesus tanto faz se alguém batiza ou não batiza ou se alguém aceita ou não o divórcio?

3) Todo e qualquer protestante, especialmente os pregadores, dizem que religião não serve para nada. Dizem que religião só atrapalha.

Todos dizem: “Olha para Jesus”.

Entretanto, quando criticados se dizem perseguidos e alegam perseguição religiosa.

O que lhe parece?

Estes que desfilam com tais discursos, dizendo que religião não serve para nada, ao mesmo tempo que alegam perseguição religiosa, parecem ou não contraditórios?

4) Imaginando que um católico resolvesse aderir a uma denominação protestante e, considerando que entre protestantes uns chamam os outros de hereges com frequência, razão pela qual se dividem continuamente, pergunta-se?

Qual denominação protestante este católico deveria abraçar, de modo que não recebesse críticas de outros grupos protestantes?

Um exemplo: Quem prega teologia da prosperidade chama de trouxa quem não pratica.

Isto é fato.

E quem não pratica teologia da prosperidade chama de herege quem lhe abraça.

Neste caso, por exemplo, como deveria proceder o católico na sua escolha?

Deveria aderir à teologia da prosperidade, de modo que seria chamado de herege, ou deveria recusar tal teologia, arriscando-se a ser chamado de trouxa por aqueles que praticam tal teologia?

5)Quando o protestante se depara com escândalos em suas denominações, é comum ouvi-los defendendo muitas vezes o indefensável.

Expressões como: “Não toca no ungido do Senhor”, “Não podemos julgar”, são repetidas aos quatro ventos pelos filhos de Lutero.

O que você acha que o católico deve fazer quando verificar algum escândalo ou desvio cometido por sacerdote?

Ele deve fazer como os protestantes e procurar defender com unhas e dentes os seus padres, ou deve entender que os homens estão sujeitos às falhas e separar a doutrina da Igreja, ou seja, o que ela ensina, daquilo que os homens praticam efetivamente?

6)A Santa Igreja Católica faz distinção entre pecados.

Os pecados veniais, por exemplo, são pecados leves, que podem ser expiados até mediante as obras penitentes. Entretanto, os protestantes afirmam que pecado é tudo igual.

Ora, sabemos pela Bíblia que existem pecados que levam à morte e pecados que não levam à morte. Jesus também disse que maior pecado cometeu quem lhe entregou a Pilatos.

Ficou claro, pela Bíblia, a diferença entre os pecados que são cometidos pelos homens.

Pergunta-se: Quem está certo ?

Os católicos, que fazem distinção entre os pecados, tal como Jesus ou os protestantes, que dizem que pecado é tudo igual?

7)Pela Bíblia podemos saber que aqueles que causam divisão no corpo de Cristo devem merecer total desconfiança. Com base na Bíblia, é lícito dividir o corpo de Cristo?

Quando surge uma nova denominação protestante a partir de uma outra que já existia, o que você como protestante conclui?

Está ocorrendo mais uma vez a divisão do corpo condenada pela Bíblia, ou está havendo um “avivamento” espiritual, de modo que o fundador da nova denominação teve uma “visão” para fundar uma nova Igreja?

Se você é daqueles que faz a opção pelo “avivamento” espiritual, podemos então concluir que para você protestante as brigas, contendas e acusações entre pregadores protestantes são obras que fazem parte do plano de DEUS ?

Por que então Jesus nos mandou que amássemos até mesmo nossos adversários e mesmo oferecer-lhes a outra face, se na prática o que ele pretendia era muita briga, acusações e divisões e sobretudo que, uns acusassem os outros de heresias?

8) Vamos admitir que alguém deixou uma determinada denominação por não concordar com a Teologia da Prosperidade.

Quem está salvo ?

O que mudou de denominação ?

O que permaneceu na denominação ?

Ou aquele que fundou uma nova denominação?

O protestante que mudou de denominação, o que permaneceu e o que fundou uma nova, todos, sem exceção, fazem oposição ao catolicismo, por julgarem que suas diferenças com Roma são intoleráveis.

Entretanto, estes mesmos três protestantes também são radicalmente divergentes entre si.

Um foi contra a teologia da prosperidade e outro foi a favor.

E um terceiro não concordou com os outros dois e fundou uma nova denominação.

Pergunta-se por que ao mesmo tempo que fazem oposição ao catolicismo, estes três protestantes tão divergentes se consideram “irmãos em Cristo”?

Não será por causa do Rótulo protestante?

Ou será porque todos tem como inspiração o pai do protestantismo Martinho Lutero?

Que católicos e protestantes tenham divergências todos podem entender. Até as Bíblias deles são diferentes. Mas como é possível que protestantes que possuem as mesmas Bíblias e, sob a “assistência” do mesmo Espírito Santo, sejam tão divergentes?

Não é pelo amor que estão unidos. Pelo contrário.

Muito provavelmente, quem deixou a denominação que praticava teologia da prosperidade, disse poucas e boas para os defensores daquela doutrina.

Por outro lado, possivelmente quem praticava teologia da prosperidade chamou de trouxa quem não a praticava.

E quem sabe ainda, aquele que fundou uma nova denominação o fez em função de que não podia suportar tantas brigas e acusações entre membros de uma mesma denominação.

O que une protestantes tão divergentes?

Também não pode ser por causa de Cristo, pois o Senhor da Glória diria sim ou não para a Teologia da Prosperidade.

Ele jamais diria tanto faz.

E se fosse por Cristo, estes protestantes enxergariam os católicos de outra maneira, porquanto antes de Lutero existir a Igreja Católica , já dizia que Jesus Cristo é o Senhor.

O que une protestantes com doutrinas opostas?

O rótulo?

Os ídolos?

Ou o ódio contra o Catolicismo?

Qual deles tem razão ?

Qual deles está certo ?

Ou todos estão certos ao mesmo tempo que divergem absurdamente entre si?

9)Considerando que a Bíblia diz que a Igreja é coluna e sustentáculo da verdade, portanto, sem a coluna e sustentáculo a verdade não se firma, pergunta-se:

Se a Bíblia diz que a Igreja é coluna e sustentáculo da verdade, e sabemos que é fato que sem a verdade todos podem perecer, por que o protestante considera esta mesma Igreja como desnecessária para a salvação?

Vamos pensar a respeito:.

Se todos precisam conhecer a verdade para alcançarem salvação, e nisto todos os protestantes acreditam, pois são eles que gritam: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”, e, sendo a Igreja Coluna e Sustentáculo da verdade, conforme definido pela Bíblia em Timóteo, por que os protestantes dizem que igreja não serve para nada, se a própria Bíblia a confirma como indispensável para que a verdade prevaleça?

Ora, se a verdade é essencial e se a verdade somente fica de pé através da Igreja, como é possível ao protestante ignorar a Igreja, sem a qual a verdade desmorona?

De que igreja a Bíblia está falando?

Como protestante você acha mais provável que seja a Igreja Católica ou alguma igreja da teologia da prosperidade ou do evangelho judaizante ou ainda uma igreja da unção do zoológico?

Será que a Bíblia está falando da Igreja primitiva ?

E onde ela está ?

O que você está fazendo na sua denominação de 15 ou 30 anos de idade?

Por que não larga tudo e vai para aquela Igreja primitiva que não tinha Bíblia e que surgiu há 2.000 anos atrás?

10) A Bíblia ensina que interpretação alguma é de caráter privado.

Pergunta-se:

De acordo com a determinação bíblica, é lícito a qualquer um interpretar a Bíblia?

Pergunta-se ainda:

Se a Bíblia proíbe a interpretação privada, a quem cabe tal interpretação?

Esta interpretação não caberia à Igreja, que é coluna e sustentáculo da verdade?

Por que todo e qualquer protestante “interpreta” a Bíblia, se a própria Bíblia o proíbe de fazê-lo?

Quem está certo ?

O Eunuco da Rainha, que pediu explicação, ou o protestante, que não precisa de explicação alguma ?

Quem está certo ?

Aquele cuja fé vem pelo ouvir, ou o protestante, cuja “fé” vem pela leitura e interpretação pessoal da Bíblia?

Autor: A.Silva com a colaboração de V.De Carvalho

domingo, 12 de agosto de 2012

A Bíblia de Genebra e os Deuterocanônicos

Todo estudante americano sabe que os peregrinos desembarcaram em Plymouth Rock, mas eles sabem qual a Bíblia que os peregrinos usaram? A maioria das pessoas, se questionadas, diria que os puritanos usaram a boa e velha King James Version (Versão Do Rei Tiago - KJV). Errado. A Bíblia King James foi a “Versão Autorizada” da igreja estabelecida na Inglaterra e os puritanos eram dissidentes religiosos desta igreja. A Bíblia dos puritanos por escolha foi a Bíblia de Genebra, que foi traduzida pelos protestantes que fugiram da Inglaterra para Genebra durante o reinado da rainha Maria.

A Bíblia de Genebra foi inovadora para as Bíblias impressas. Foi a primeira Bíblia a atribuir capítulo e versículos ao texto e as suas copiosas notas marginais, qualificaram-na como a primeira Bíblia de Estudo. As notas marginais eram de uma perspectiva “Reformada” e a Bíblia de Genebra (1599) ainda é reverenciada por muitos protestantes “reformados” hoje.

Como quase todas as Bíblias protestantes antigas, a Bíblia de Genebra continha os Deuterocanonicos reunidos em um apêndice entre o Antigo e Novo Testamento, intitulado “Apócrifos” (Na direita - a tabela de 1599 do conteúdo da bíblia de Genebra). Por “apócrifo”, os primeiros “reformadores” entendiam que eram aqueles livros que são bons e benéficos para os cristãos lerem, mas não com a finalidade de confirmar a doutrina.

A Bíblia de Genebra também ostentou (como as primeiras edições de suas contrapartes autorizadas) referências aos “apócrifos” no Novo Testamento. A importância dessas referências não deve ser minimizada, pois elas demonstram que os editores antigos acreditavam que os “apócrifos” tinham um papel integral no texto do Novo Testamento e que os textos referenciados ajudavam o leitor protestante na compreensão e interpretação do Novo Testamento. Com o passar do tempo, esses benefícios foram ofuscados pelo preconceito anti-católico e o desejo de minimizar os livros que a Igreja Católica sempre afirmou e reafirmou como Escritura Inspirada. As referências lentamente começaram a desaparecer das margens da Versão do Rei Tiago e da Bíblia de Genebra, até que todas elas e os “apócrifos” desaparecessem completamente.

A seguir, os exemplos mais interessantes das referências aos “apócrifos” que foram omitidos (suprimidos?) em edições posteriores.

Genebra 1560 - Mateus 27, 43 / Sabedoria 2, 18

Genebra 1599 – Sabedoria Omitida

A edição de 1560 da Bíblia de Genebra listava duas referências cruzadas para Mateus 27,43, o Salmo 22, 9 e a Sabedoria 2, 18. Ao contrário do Salmo 22, 9, somente Sabedoria 2, 18 liga a promessa de Deus de resgatar o Justo que clamava ser o Filho de Deus. No entanto, a edição 1599 da mesma Bíblia mantém apenas Salmo 22, 9 substituindo Sabedoria 2, 18 como uma referência cruzada para o Evangelho de Mateus.



Genebra 1560 - Tiago 3, 2 - Eclesiástico

Genebra 1599 – Omitido
A edição de 1560 dá a Tiago 3, 2 três referências cruzadas consecutivas ao livro do Eclesiástico (Eclo. 14, 1; 19,16 e 25, 11). Não há nada mais claro que essas referências. Ainda assim, é interessante que os editores da edição de 1560 viram várias referências a Eclesiástico, enquanto os editores da1599 omitiram totalmente todas.

Genebra 1560 - Hebreus 1, 3 – Saberia 7, 26

Genebra 1599 - Omitido
A edição de 1560 oferece uma importante referência de Hebreus 1, 3 a Sabedoria 7, 26. Hebreus fala de Jesus como o “esplendor” (Bíblia de Genebra “brilho”) da glória de Deus. A palavra grega “Apaugasma” é usada apenas em Hebreus 1, 3 e Sabedoria 7, 26 na Bíblia grega. Além disso, o contexto da descrição do livro da Sabedoria a respeito da Sabedoria personificada lança muita luz (trocadilho intencional) sobre quem é Jesus. Infelizmente, os leitores da edição de 1599, foram deixados no escuro quanto a esta conexão.

Genebra 1560 - Hebreus 11, 5 - Omitido

Genebra 1599 - Referência a II Macabeus

A edição 1560 de Genebra estranhamente omite uma referência a II Macabeus 7, 1-42 em Hebreus 11,35, embora a ligação entre estes dois textos seja incontestável. Não é só Macabeus 7, 1-42 o único lugar na Bíblia grega, onde as pessoas sofreram tortura e morte explicitamente por a sua esperança na ressurreição (II Macabeus 7, 9, 11, 14, 23, 29), mas Hebreus 11, 35-36 descreve o seu sofrimento usando as mesmas palavras como Macabeus (tympanizo e empaigmos). A edição 1599 sanou este defeito anterior, não por referências II Macabeus 7, 1-42, mas pela inserção da declaração enigmática: “Ele [o escritor aos Hebreus] diz respeito a perseguição que Antíoco fez.”

Em meu livro, “Why Catholic Bibles Are Bigger: The Untold Story of the Lost Books of the Protestant Bible” (Por que Bíblias católicas são maiores: A História não contada dos livros perdidos da Bíblia protestante) eu narro a morte dos “apócrifos” nas Bíblias protestantes. E, francamente, foi uma das seções mais difíceis de escrever do meu livro já que eu podia ver como muitos protestantes hoje em dia têm sido enganados sem saber de sua herança protestante, porque os editores posteriores estavam envergonhados das crenças dos antecessores. Parecia claro para mim então (como agora) que estas omissões não foram o resultado de superlotação de margens. Elas foram removidos por outra finalidade. Como o teólogo protestante William Daubney explica:

“Claramente, as referências à apócrifos conta uma inconveniente história do uso que a Igreja entendia que deveria ser feito; então... essas referências desapareceram das margens” (a utilização dos apócrifos Na Igreja Cristã (London: Clay e Sons, 1900), 21).
Daí, vemos a antiga forma histórica da Bíblia protestante. Não só isso, mas ainda o mais importante, vemos uma renuncia ainda maior da forma das Bíblias históricas e das antigas bíblicas cristãs, que sempre incluíram os deuterocanônicos entremeadamente no corpo do Antigo Testamento.
Para citar

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MICHUTA, Gary. Apologistas Católicos. A Bíblia de Genebra e os Deuterocanônicos. Disponível em: < http://apologistascatolicos.com.br/index.php/apologetica/deuterocanonicos/533-a-biblia-de-genebra-e-o-os-deuterocanonicos>. Desde: 12/08/2012. Tradutor: Rafael Rodrigues

FONTE ELETRÔNICA;















PROTESTANTES NÃO USAM LÓGICA E NÃO TEM CRITÉRIOS DEFINIDOS NAS SUAS “INTERPRETAÇÕES”

Com todo o respeito, eu acho que o povo protestante deve decidir o que deseja seguir.

Tem protestante citando o Concílio de Nicéia para condenar o “apóstolo” Valdemiro Santiago.
Como ???
Aceitam a condenação católica para a heresia de Ario e não aceitam a decisão católica para a ex comunhão de Lutero ?

Aceitam a decisão da igreja sobre os livros que deveriam compor o Novo Testamento e não aceitam a decisão católica sobre os livros que deveriam integrar o Velho Testamento ?

Tem hora que a Igreja Católica foi fundada por Constantino e tem hora que a Igreja Católica é a Igreja prerigrina quando o interesse é condenar doutrina alheia.
E citam o Concílio de Nicéia ?

De que Igreja é este Concílio ?

Da Igreja de Constantino ?
Como condenar Valdemiro Santiago citando um Concílio Católico ?

E como condenar Valdemiro Santiago se ele como todo e qualquer protestante lê e interpreta a Bíblia com a “assistência” do Espírito Santo ?

Por que ele é o herege e não os outros que lhe acusam de heresia ?

Quem não aceita a autoridade da Igreja Católica para definir o que é ou não heresia, mas prefere seguir o livre exame de Lutero, tem que se preparar para opiniões e convicções diferentes das suas.

Eu sigo a Igreja, coluna e sustentáculo da verdade(Timóteo).

Eu escuto a Pedro que condena a interpretação particular.

E quem não segue a Igreja e interpreta a Bíblia por conta própria, deveria citar o Concílio de Nícéia ?

A contradição evangélica seria similar a um católico que, por exemplo, cite a pregação do Edir Macedo para condenar doutrina da sua própria Igreja.

Se a Igreja é de Constantino ninguém deveria citar concílio algum.

Tem gente citando Santo Agostinho quando quer condenar doutrina protestante alheia.

E depois estes mesmos que citam Santo Agostinho o deixam de lado quando ele defende a primazia da Igreja Católica ou veneração a Virgem Maria e aos santos.

O problema de todo protestante é o mesmo de sempre.

Ele escolhe o que pretende seguir e faz de sua própria doutrina a “verdade” absoluta que ele acredita ser “inspiração” do Espírito Santo.

Tem hora que tem que estar explícito na Bíblia. É o caso da Assunção de Maria.

Tem hora que não precisa estar explícito. É o caso da Igreja “invisível” que eles defendem.

Tem hora que recorrem a interpretação literal. É o caso do purgatório quando nos cobram textos literais.

Mas quando mostramos que Jesus manda que comamos de sua carne e bebamos de seu sangue, o protestante deixa a interpretação literal que antes lhe servia e parte para o relativismo.

Depois retoma a interpretação literal que descartou para nos cobrar o batismo infantil.

E depois quando lhe mostramos que a fé sem obras é morta o protestante diz que obras não servem para nada.

Quando lhe mostramos que a verdadeira religião é visitar órfãos e viúvas o protestante diz que isto é problema dos governos.

Aí vem o protestante outra vez com a interpretação literal que lhe serve e nos cobra o nome Igreja Católica na Bíblia.

Quando lhe perguntamos se o protestantismo é bíblico, ele protestante esquece a interpretação literal mais uma vez e diz que Lutero foi “levantado” por DEUS.

Então quando lhe cobramos por que abandonou Lutero, vem o protestante e diz que Lutero cometeu erros.

Ora, se Lutero foi levantado por DEUS por que o protestante não lhe segue ?

Seguem o que desejam de Lutero, em especial nas doutrinas do Sola Scriptura e no Sola Fide.

E esquecem do mesmo reformador quando ele demonstra veneração pela Virgem Maria e pelos santos.

O protestante que sabe que Lutero e Calvino se odiavam e por isto não permaneceram juntos, consegue dar razões a ambos mesmo sabendo que os dois divergiam.

Ao mesmo tempo que aceitam Calvino e sua espúria doutrina, recusam Calvino quando este chama de ignorantes aqueles que atribuíam irmãos a Jesus.

E depois de usarem como querem a Bíblia, Lutero e Calvino, ainda recorrem ao grego, hebraico e aramaico, sempre quando for interessante para provar suas doutrinas particulares.

E se nada lhes servir, ainda podem contar com os dvd´s e cd´s de pregações de outros “profetas” quando não raras vezes acreditam na “visão” e “direção” que o pastor de sua denominação disse ter recebido.

E se não concordar com nada, o protestante muda de denominação, escolhendo entre as milhares de igrejolas aquela que se “adapte” a ele.

Se não encontrar nada que lhe sirva ele ainda tem duas opções:

Tornar-se um sem igreja ou fundar uma nova denominação sob a regência de um novo Super Papa que é ele próprio.

A infalibilidade negada a Pedro pelos protestantes é praticada por cada protestante com a sua doutrina particular.

Concluindo:

Vale sempre o que cada protestante quiser. A sua doutrina é sempre a doutrina certa.
Lutero resumiu bem o pensamento que iria contaminar seus filhos:

“Quem não crê como eu está destinado ao inferno. O meu juízo e o juízo de DEUS são a mesma coisa.”

Estranhamente, o mesmo protestante que condena as doutrinas de outros protestantes chama os supostos hereges de “irmãos em Cristo”.

E todos estão “salvos” e todos estão “certos” ao mesmo tempo, mesmo que divergentes entre si.

E todos são “inspirados” pelo Espírito Santo.
E todos integram o “Povo de DEUS” onde só entra protestante.
Depois grita o protestante que placa de igreja não salva ninguém.

Eis o protestantismo. !

A “arte” de escolher sua própria doutrina.

A “arte” de deturpar a palavra de DEUS, acrescentando-lhe doutrinas e recusando outras.
No protestantismo se cumpre: “…não suportarão a sã doutrina e ajustarão mestres para si”

A Igreja Católica é a porta estreita.
A Igreja que não tolera o divórcio.

A igreja que não muda.

A Igreja “arcaica”.

A Igreja que proíbe a uso de preservativos e que condena o aborto.
O protestantismo é a porta larga onde para ser “salvo” basta levantar o dedo e “aceitar” Jesus, pouco importando o Jesus que se segue e o cristianismo que se pratica.

E depois de ignorar metade da Bíblia, grita o protestante:

Católicos leiam a Bíblia.

"Papel do pai é pré-figurativo de Deus Pai", destaca padre

Amar, educar, orientar, repreender quando preciso. Para além do sustento da família, o pai desempenha papel fundamental no ambiente familiar. Este Dia dos Pais, comemorado pelos brasileiros neste domingo, 12, representa a oportunidade de celebrar a vida desses homens que assumem a missão divina de formar cidadãos novos para o mundo.

Quando opta pelo matrimônio, o homem deve estar ciente das funções que vai exercer além de ser marido, o que, para padre Arlon Costa, da comunidade Canção Nova, inclui a responsabilidade por toda a família.

“O papel do pai é pré-figurativo de Deus Pai, que nos ama, que cuida de nós, das nossas necessidades. O homem, quando se casa, ele se torna não só marido, mas responsável por sua família, seja pela esposa, seja pelos filhos”.

Mas nos dias atuais, nem todo filho tem a oportunidade de crescer com a presença dessa figura paterna. As mudanças na vivência da sexualidade e a independência cada vez maior do universo feminino são apenas algumas das características da sociedade atual que tornam cada vez mais comum a existência de famílias sem pai. Isso, para padre Arlon, tem reflexo total na sociedade.

“A falta dessa figura paterna causa a falta de uma referência de pai, que talvez na infância não seja percebida, porque isso vai ser suprido de alguma forma pela mãe, tios e parentes, mas terá um grande impacto na adolescência, quando a criança vai perceber e sentir essa ausência da figura paterna; do carinho, auxílio e educação do pai e isso vai acarretar consequências negativas no futuro daquele filho e daquela filha”.

São José, modelo de pai

Para os católicos, o grande modelo de pai é São José, patrono dos trabalhadores, da Igreja Universal, da justiça e também dos pais. Para falar da importância dessa figura religiosa, padre Arlon lembrou a passagem bíblica que relata a matança de crianças ordenada por Herodes e o importante papel desempenhado por São José nesta ocasião.

“O anjo aparece a São José, dizendo pra ele que Herodes queria matar as crianças e que ele fugisse com Nossa Senhora e com Jesus que tinha acabado de nascer. O anjo poderia aparecer a Nossa Senhora, a outra pessoa, mas veja que belo, o anjo aparece a José porque ele é o pai de família. José assume a proteção da família e foge para o Egito”.
O padre elencou ainda outras características de São José que podem ser herdadas pelos pais que buscam ser exemplo para seus filhos. Ele contou que José era um homem simples, trabalhador, carinhoso, orante e também muito íntimo de Deus.

“Um homem que sabia colher de Deus as respostas que ele precisava para a família e pra pessoa dele, um homem que amava profundamente Jesus, o seu filho, e tinha um grande amor por sua esposa, Nossa Senhora. A figura de São José é um exemplo a ser seguido em todos os sentidos para a família católica hoje”.

Com a palavra, o pai

Esse modelo de São José, além de ser ideal para a família, traz valores fundamentais para a caminhada ao longo da vida. Isso é o que pensa o vendedor aposentado Paulo Xavier Pereira, que é pai de três filhos.

Ele contou que sempre procurou vivenciar a religiosidade em sua família baseando-se na conduta de seus pais. O aposentado acredita que a figura paterna é muito importante para família e exige boa conduta, já que o pai vai ser um sinal na vida do filho.

“Eu, olhando para os procedimentos dos meus pais, comecei desde cedo a freqüentar a Igreja mediante a conduta deles, que sempre frequentaram. Então existe um peso muito grande quando o pai tem a sua religiosidade, procura as coisas de Deus, todo esse procedimento do pai tem uma influência muito grande sobre os filhos”, disse.

Paulo acredita que os filhos precisam se afirmar na vida e aquilo que o pai e a mãe buscam ao longo de sua trajetória deixa uma segurança para os filhos, uma “âncora para que eles, em suas decisões a serem tomadas, busquem sempre a firmeza dos procedimentos que vêm do pai”.
Partilhando sua experiência de pai, Paulo deixou ainda um conselho para os jovens garotos que, um dia, vão assumir essa mesma responsabilidade. “Que eles tenham uma experiência muito particular com Jesus, que é quem realmente dá segurança para eles. Que busquem nos pais, nos catequistas, na Igreja de uma maneira geral, na Palavra de Deus, no Evangelho e na religiosidade a força para que possam vencer as dificuldades”.

FONTE ELETRÔNICA;



quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Teologia da Prosperidade

“A teologia da prosperidade está mesmo funcionando para os líderes, eles sim, estão cada vez mais ricos”

Ariovaldo Ramos – Presidente da Visão Mundial no Brasil

Com gratidão ao autor, publicamos a seguir, um artigo do Padre Inácio José do Vale, Professor de Teologia Sistemática na Faculdade de Teologia de Volta Redonda(RJ).

O Poeta alemão, Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832), autor da mais célebre das versões do mito de Fausto, o homem que vende sua alma ao demônio em troca da suprema excelência em sua profissão, e também por alguns prazeres, especialmente o de administrador do ducado de Wilmar durante anos, de modo que, quando acrescentou em 1832, no fim da vida, alguns capítulos novos de Fausto que começou a escrever 60 anos antes, aplicou lições que aprendeu em sua experiência como espécie de autoridade monetária.
Num desses capítulos novos, há uma cena antológica e de exame obrigatório nas escolas de economia: “Mefistófeles se apresenta ao imperador numa terça-feira de Carnaval, e o encanta com as maravilhas do papel-moeda.
Embevecido o imperador ordena a seus artesãos que multipliquem os tais papéis, que circulam, “rápidos e festivos como raios de primavera”, trazendo prosperidade, desenvolvendo para o reino, porém apenas de forma fugaz. Tudo era falso como as fantasias de carnaval e de Mefistófeles. Segue-se a inflação, a crise e o sofrimento. O imperador havia sido enganado, como Fausto, ao abdicar de valores permanentes, a alma, em troca de realizações efêmeras1.
Estamos vivendo a era religiosa de Fausto. Muitos líderes religiosos estão vendendo a alma ao demônio do dinheiro, da ganância e da fama em troca da luxuria e do poder terreno. É a inversão dos valores éticos da teologia Apofática e Teândrica pela Teologia da Prosperidade.
Nossa era está sendo marcada por uma prática religiosa escandalosa sem precedentes. Estamos vivendo a era de falsas teologias, de efêmeras igrejas, de pastores fugazes e de crentes desvalorizados. Esse tipo de religiosidade é pior que “reality shows”.
Como disse Ariovaldo Ramos “ A Igreja evangélica brasileira está sendo alvo de várias tentativas de golpe e não pode capitular à ganância dos maus pastores que vêem nela um trampolim para a riqueza, para a fama e para o poder; à ganância dos que nela vêem um mercado a ser desenvolvido e explorado”2.
O Bispo e teólogo Robinson Cavalcanti disse: “Creio ter vindo o suficiente para presenciar o crescimento decadente do protestantismo brasileiro – seu abandono, quase por completo, das fontes reformadas; sua adoção e práticas do pragmatismo secular, a intolerância do exclusivo fundamentalista; e a suprema ironia da adoção de pontos de vista católico-romano, quando mais alta seja a retórica da sua pregação”3.

Na década de 60, surge nos Estados Unidos a filosofia da prosperidade através dos ensinos budistas e taoístas. O filosofo Dr. Essek W. Kenyon (1867-1948), foi o mentor de transportá-la para o meio cristão. Na década de 70, a filosofia da prosperidade virou teologia da prosperidade, tendo como seu maior expoente o pregador americano Kenneth Hagin.

A cantora americana pop-star Madonna disse: “Nós americanos, somos obcecados por valores totalmente errados, como ser bonito, ter dinheiro no banco, sem bem sucedido”.
O pensamento de Madonna define muito bem a teologia da prosperidade. É de maneira mais completa a do psicanalista inglês Adam Phillip. “No século XIV, se as pessoas fossem interrogadas sobre o que queriam na vida, diriam que buscavam a salvação divina. Hoje a resposta é “ser rico e famoso”. Existe uma espécie de culto que faz com que as pessoas não consigam enxergar o que realmente querem da vida”.
O apóstolo Paulo disse: “Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo (Cl 2.8)”
O ensino da teologia da prosperidade que o crente não adoece e tem o poder de conseguir tudo por determinação e decreto, é puro engano e heresia. Tal ensino não é segundo Cristo, e sim segundo a esperteza de falsos pastores (Is 56.11 ; Fl 3.2 : Ap 21,8).
O ensinamento de Nosso Senhor Jesus Cristo para os verdadeiros pastores e cristãos é, segundo o grande teólogo suíço Urs von Balthasar (1905-1988), “uma decisão por Cristo que comporta inelutavelmente a aceitação da morte e do martírio. O Cristão se engana e é infiel à sua fé se não concebe a vida como uma resposta de amor ao amor Divino que se manifesta em sua glória através do Kenosis sobre a cruz. É a cruz que nos torna plenamente disponíveis á missão de estabelecer o reino de Cristo em meio aos homens”4.

Para os verdadeiros seguidores de Jesus Cristo, as beatitudes de Mt 5,1-12 são suficientes para a glória do martírio.

Estamos vivendo uma crise moral em todos os contextos sociais. É muito triste essa crise na igreja legitimada pela teologia liberal e da prosperidade. Luzia Nagib Eluf, procuradora da Justiça e autora de “A Paixão no banco dos réus”, disse: “Estamos num mundo que valoriza a ostentação, consumismo desenfreado e neurotizante. Se não há outros valores que não sejam o dinheiro e a gratificação imediata, pelo consumismo ou pelo sexo, não se pode esperar respeito por nada ou por ninguém”5

Ultimamente, muitas organizações e até pessoas começaram a utilizar um método muito eficiente de proselitismo: o “evangelho do enriquecimento”. Muitas igrejas, pregadores, esotéricos e afins dizem: “Vem para cá e tu ficarás rico” ou “ ouve os testemunhos”. Então é elencada ostensivamente uma relação de bens adquiridos.
É o que Ari Pedro Oro, autor do livro “Avanço pentecostal e a reação Católica” (Editora Vozes) chama “Teologia da prosperidade”; e de efeito multiplicador. A “teológica da prosperidade” é uma tática de proselitismo extremamente eficiente e tentadora porque vai ao ponto vulnerável: o consumismo, a vaidade. A indústria moderna põe no mercado bens que a população, de mentalidade consumista, geralmente não consegue adquirir. Esta demanda reprimida é que faz com que os pobres vislumbrem nesta versão do evangelho uma possibilidade de satisfação individual, até mesmo pela influencia dos testemunhos televisionados. É apresentado um Deus mercador da felicidade, um Jesus na forma de gênio da lâmpada. A idéia de “efeito multiplicador”, conforme chama Ari Pedro Oro, é um chamariz eficientíssimo. Lembra-nos a prática dos sacrifícios pagãos, que eram feitos em troca de alguma vantagem.
Este efeito assemelha-se a uma hipotética aplicação financeira mais rentável do que as concorrentes: as pessoas venderiam seus bens para ali aplicar. As Igrejas tradicionais pediam dinheiro e estimulavam o dízimo, contudo não criavam nos contribuintes a expectativa de que as suas contribuições os fariam ricos. As novas igrejas conseguiram conciliar a ganância material dos crentes com seus anseios espirituais: o mesmo que faziam os adoradores do deus pagão mamom. As suas orações e suas ofertas são quase uma transação comercial. Deram um respaldo espiritual ao materialismo: estimulando à semelhança de Satanás que ofereceu o mundo a Jesus (Mt 4, 8-11). Os testemunhos televisionados, referentes ao enriquecimento para estimular a cobiça dos crentes, servem também para “massagear-lhes o ego” (dizendo “você mereceu ficar rico”).

Para uma meditação abissal:

“Mas é grande ganho a piedade com contentamento. Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele.Tendo, porém sustento, e com que nos cobrimos, estejamos com isso contentes. Mas, os que querem ser ricos caem em tentação e em laços e, em muita concupiscência louca e nociva, que submergem os homens na perdição e ruína; porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e com muitas dores (1 Tm 6, 6-10).

REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

1 Gustavo Franco – Veja 28/5/03 – pág 34;

2 Ariovaldo Ramos – Nossa Igreja Brasileira: uma opção sobre a história recente, São Paulo: Hagnos, 2002, pags 20 e 37;

3 Robinson Cavalcanti – Ultimato, Maio-Junho 2003 – Pag, 49

4 Batista Mondin – Os grandes Teólogos do século Vinte: Teologia;

5 Luiza Nagib Eluf - Ultimato, Maio-Junho 2003 – pag 22;

6 D.Estevão Bettencourt,OSB – Boletim Ontem, hoje e sempre – Março-Abril 2003 Pag 5

Publicado na revista “Pergunte e Responderemos” – Ano XLVII – Novembro 2007 – nº 545

Fonte: Lista Exsurge Domini

Autor: Padre Inácio José do Vale

Transmissão: Vicente Gargiulo

A SALVAÇÃO PELO RÓTULO

Foi só uma pesquisa anunciar que os “evangélicos” estão em marcha crescente que os filhos de Lutero se arvoraram em comemorar o crescimento de sua religião “una”. Sites e mais sites enaltecem a subida vertiginosa das religiões e igrejas ditas evangélicas.

Entretanto, alguns fatos passaram desapercebidos:

a) O crescimento evangélico já foi maior nos primeiros anos da década pesquisada;

b) O número de evangélicos que se declara como “sem igreja” já soma mais de 6 milhões de pessoas e continua crescendo.

c) Todo mundo já ouviu de algum pregador protestante a famosa expressão: “Nós o povo de DEUS representamos 30% da população brasileira.”...

Primeiro que não são 30%. São 22% , sendo que 6.000.000, aproximadamente, integram o grupo dos “sem igreja” e neste caso os 22% representam mais ou menos apenas 19%. De 30% anunciados pelos pregadores televisivos para 19% existe uma diferença bem grande.

Segundo, tais pregadores que falam do “Povo de DEUS” não possuem condições de avaliar o que cada crente em cada denominação crê e pratica. Se já é difícil a um pregador de São Paulo conhecer a fé de cada um dos seus súditos, o que se dirá da fé e cristianismo praticados em uma denominação em Roraima ou da fé e cristianismo de um crente em Goiânia!

Terceiro, neste suposto “Povo de DEUS” estão incluídos aqueles que são acusados de heresias por outros pregadores. Sim. Não há um pregador que não acuse outros pregadores de heresias e não há um pregador que não tenha sido chamado de herege por outros pregadores protestantes.

No entanto, quando surgem as estatísticas, como em um passe de mágica, todos voltam a ser “Povo de DEUS”, “Raça Eleita” e “Irmãos em Cristo.” Como isto é possível, a não ser pelo fato de que o protestante crê na salvação pelo rótulo ?

Ora, entre os 22% de evangélicos espalhados pelo país estão aqueles que pertencem à denominação cujo líder é favorável ao aborto. Encontram-se dentro deste percentual também aqueles que diziam que o papa João Paulo II era a besta do apocalipse. Erraram feio, mas ainda que sejam falsos profetas continuam sendo respeitados e tem gente parando para escutar o que esses falsos “ungidos” pregam!

Dentro desse percentual encontram-se ainda aqueles que integram a denominação que defende a heresia de Ário. Encontram-se ainda os praticantes do evangelho judaizante, os defensores do casamento entre pessoas do mesmo sexo, os defensores do divórcio e aqueles que pregam a teologia da prosperidade...

A estes grupos acrescentamos os “sem Igreja”, os defensores da “teologia da determinação” e aqueles que praticam unção do cachorro, unção da vassoura, unção do helicóptero, unção do zoológico e unção da galinha, entre tantos outros grupos.

Que unidade evangélica é essa desse suposto “povo de Deus”?

Estariam todos “salvos”, sendo tão divergentes entre si?
Nestes 22% que se autodenominam “Povo de DEUS” estão aqueles que disseram que 99% dos cantores evangélicos estão endemoniados. E curiosamente encontram-se também nos mesmos 22% os ditos endemoniados que, negando a acusação, dizem que seus algozes estão desesperados com a fuga de fiéis. Incrível ! Só no protestantismo tal ocorrência é possível. Integram o grupo dos “salvos” os acusados de terem demônios e seus acusadores. E todos se reconhecem como “irmãos em Cristo”.
Vamos considerar a máxima: Se todos estão salvos, o que lhes favorece tal condição mesmo que sejam divergentes entre si e mesmo que uns acusem outros de heresias ?

A primeira coisa a considerarmos é que se todos acusam alguém no meio como hereges e todos são chamados de hereges em algum momento, podemos afirmar categoricamente que para o protestante heresia protestante não condena ninguém ao inferno.

É incompatível alguém chamar outro de herege e ao mesmo tempo os dois juntos integrarem um mesmo “Povo de DEUS”. Mas é assim que funciona o protestantismo.

Assim sendo, se por um lado admitem que heresia protestante não condena ninguém ao inferno, o que efetivamente leva o protestante para o céu ?
1)Estão todos salvos pelo fato de que todos “aceitaram” Jesus em um templo protestante ? Então o protestante é salvo pelos próprios méritos. Ele teve a inteligência de escolher uma denominação protestante para seguir e teve a sabedoria de “aceitar” Jesus.

2)Estão todos salvos por que desfilam com os rótulos protestante ou evangélico ? Então ao contrário do que dizem que placa de igreja não salva, já não é a fé ou o cristianismo que se pratica, mas apenas o rótulo. Pouco importa seguir ou não a Jesus e seu evangelho, mas apenas receber as marcas protestante ou evangélico.

3)Estão todos salvos por que possuem em comum como inimiga a Igreja Católica?

Então o que é o protestantismo a não ser a doutrina que prega o anti catolicismo?

Temos ainda no meio protestante quem goste da transferência de unção. Já tem doutrinador negando que Jesus Cristo é DEUS, mas apenas uma criação deste mesmo DEUS. Outros tantos praticam a doutrina que determina a vitória em nome de Jesus. Outros professam um Jesus patrocinador e adepto de dízimos no débito automático.
Tem até Jesus operador de TV a cabo. Que horror!

As opções são muitas no protestantismo. O que não falta ao protestante é criatividade. Tem “Jesus” para todos os gostos.

Há também aqueles que praticam quebras de maldições e descarrego.

Temos ainda a unção da lama ou do chifre. Temos Jesus protestante adepto de fogueiras santas e desafios financeiros

Tem unção do helicóptero e benção do aeroporto !

Tem teologia da regressão ao útero materno. Diz o protestante: “Deve ser tremendoooooo”

Tem quem determina sua vitória e faça exigências a DEUS para que suas “necessidades” sejam atendidas.

Tem até quem defenda que se deve tomar posição diante de DEUS. Não foi isto que Judas fez ?

Não foi ele que tomou posição diante do DEUS vivo ?

Tem quem diz que DEUS irá restituir tudo que lhe foi tomado.

Tomado por quem ? DEUS está obrigado a restituir ? Será que ele já não nos deu o bastante ?

Tem pregador com cobra enrolada no pescoço e tem quem batize em parque de diversões.

Tem quem promova lutas para atrair público. Eu pensava que Jesus Cristo já era motivo mais do que suficiente para atrair as pessoas.

E todos são “irmãos em Cristo”, todos engrossam o “Povo de DEUS”, todos aparecem nas estatísticas como 22% da população brasileira e todos, sem exceção, vibram com a possibilidade de chegarem aos 50% em 2040.

Em outras palavras, no meio protestante quem não pratica tais doutrinas se faz cúmplice de tais obras quando assume a condição de religião única evangélica ou quando se declara “irmão em Cristo” de um daqueles.

Todos os protestantes creem da mesma forma ? Definitivamente não.
Os protestantes são parecidos no que eles costumam definir como “doutrina básica” ? Não.

Existem doutrinas muito divergentes. E nem Jesus ou a Bíblia ensinam que as doutrinas poderiam divergir e que “tanto faz” isso ou aquilo.

Seguramente, podemos afirmar que Jesus Cristo não tem opiniões distintas para um mesmo tema. Ele é firme. Ele é a verdade e não meia verdade. Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente.

Portanto, repudiamos as doutrinas que defendem um Jesus Cristo do tanto faz. Tanto faz se tem batismo ou não. Tanto faz se aceita ou não o divórcio. “O importante é a fé”. “Não importa a denominação.” “Olha para Jesus.”

“Uma só fé”, disse S. Paulo. Significa que todos devem crer nas mesmas verdades. Tal não ocorre no protestantismo.

“Um só batismo”, disse S. Paulo. No protestantismo tem quem não batize, tem quem batize muito diferente um do outro e tem que não aceita batismo de outra igreja.

“Um só Senhor”, disse S. Paulo. É no protestantismo que tem gente negando o Senhor.

Um só DEUS. No protestantismo cada denominação ou cada cabeça cria seu próprio “deus” moldado conforme as necessidades pessoais.

Onde são vistas as heresias que acima evidenciamos ? No protestantismo ou no catolicismo ?

E agora ? Uma só Igreja ou 50.000 divergentes entre si ?
Somadas as milhares de seitas, estas juntas alcançam a 1/3 do número de católicos.

Foram necessárias 50.000 igrejas diferentes se unirem contra apenas uma para alcançarem menos de 20% da população brasileira.

E o que têm todas essas seitas divergentes em comum ? Aversão pela Igreja Católica.

Que ninguém se engane. Esta igreja não atravessou dois milênios para nada.

Esta Igreja assistiu a derrota do Império Romano. Assistiu a derrota dos nazistas e a derrocada dos comunistas no mundo inteiro.
Esta Igreja viu Napoleão e seu grande exército desaparecerem.
Esta Igreja continuará oferecendo até o fim dos tempos o sacrifício perfeito do qual falaram os profetas no Antigo Testamento.

Com toda certeza podemos dizer:

1) “PESQUISA DO IBGE, ESTATÍSTICA E RÓTULO DE POVO DE DEUS NÃO SALVAM NINGUÉM.”

2) “E as portas do inferno não prevalecerão contra minha Igreja”

Mateus 16:

(15) Disse-lhes Jesus: E vós quem dizeis que eu sou?

(16) Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!

(17) Jesus então lhe disse: Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus.

(18) E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, as portas do inferno não prevalecerão contra ela.

(19) Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.

Autor: A. Silva / Com a colaboração de V.De Carvalho e Claudio Maria

Autor: Catia