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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Por que os Católicos fazem isto? Parte II

Por que os católicos rezam sete vezes ao dia?

O Divino Ofício, ou Liturgia das Horas, é uma antiga tradição que vem do Antigo Testamento, desde o rei Davi, “sete vezes por dia louvarei o teu nome, ó Senhor”. Esta tradição católica é observada obrigatoriamente por religiosos ordenados, mas também expontâneamente por membros leigos da Igreja.

Por que marcam as frontes com cinzas na quarta-feira de cinzas?

Para os judeus antigos, vestir-se com pano de saco e cobrir-se ou sentar em cinzas mostrava arrependimento e humildade, esse costume era tido como uma penitência. Assim, a igreja primitiva adotou a prática do uso de cinzas no início da Quaresma para mostrar arrependimento e conversão à Deus. As cinzas hoje nos lembram “Convertei-vos e permanecei fiéis ao Evangelho”, bem como que o nosso tempo na terra passará, mas a nossa vida no céu dura para sempre.

Por que acreditamos que o Papa é o chefe da Igreja na terra?

A Igreja é o corpo de Jesus Cristo, onde Jesus é a Cabeça e nós somos os membros. Jesus deu a Pedro o seu nome, que significa pedra, e declarou que construiria sua Igreja sobre aquela pedra, Pedro. Jesus também deu a Pedro as “chaves do reino dos céus” (Mateus 16:19) e prometeu aos Apóstolos que as “portas do inferno não prevaleceriam contra Sua Igreja”.

Nos dias de Jesus, a pessoa que possuía as chaves do reino representava o rei, e somente o rei poderia confiar as chaves do seu reino para quem ele decidisse. Quando Jesus entregou as chaves do seu Reino à Pedro ele estava fazendo uma referência simbólica ao gesto do Rei Davi no Antigo Testamento; quando ele deu as chaves do seu reino ao seu primeiro-ministro, confiando a ele reconhecimento público de sua autoridade enquanto seu leal representante. Este foi um gesto de confiança, mas também um sinal para os outros ministros de aquele que portava a chave era o líder dentre os ministros, e poderia agir com a autoridade de tal. Do mesmo modo, Jesus sinalizou que à Pedro fora dado um papel especial de liderança. Os Católicos acreditam que a autoridade de São Pedro não terminou com sua morte, mas foi passada aos seus sucessores, que também tornaram-se chefes da Igreja.

Porque nós cantamos canções de Natal?

A palavra “carol” significa canção de alegria. São Francisco de Assis introduziu pela primeira vez o espírito alegre das corolas ou canções de Natal na Europa no século 13. Ele criou presépios da natividade onde os atores cantavam a história do nascimento de Cristo na linguagem do público. São Francisco incentivava aos ouvintes a juntarem-se ao tempo festivo, as canções da espalharam da Itália para o resto da Europa e depois para as Américas.

Por que dizem “amém” ao final de algumas orações?

Em hebraico, a palavra “Amém” compartilha a mesma raiz que a palavra “acreditar”. Esta raiz também expressa confiança e fidelidade. Quando você lê os evangelhos, em algumas traduções verá que às vezes Jesus usa a palavra “Amém” duas vezes em uma linha para sublinhar a confiabilidade de seu ensinamento. Ele queria que seus ouvintes prestassem uma atenção especial ao que estava a dizer. Assim, quando dizemos “amém” no final de uma oração, reforçamos a nossa fé no que foi dito. Também expressamos nossa confiança de que Deus ouve nossas orações.

Por que os católicos dão o sinal da paz durante a missa?

As primeiras palavras de Jesus aos seus apóstolos depois da ressurreição foram: “A paz esteja convosco” (João 20:21). Depois disso o medo dos Apóstolos desapareceu. Ao oferecer um ao outro o sinal da paz na missa, partilhamos essa paz com todo o Corpo de Cristo. Jesus também nos disse para nos reconciliarmos uns com os outros antes de nos aproximarmos do altar de Deus (Mateus 5:23). Assim, o sinal da paz é um gesto de reconciliação com aqueles que nos rodeiam, antes de vir ao altar para receber a Sagrada Comunhão. Note que os registros já a partir de cerca de 155 DC por Justino Mártir mostram que os primeiros cristãos trocavam o beijo da paz na celebração da Missa, quando as orações eram concluídas. Esta tradição parece ter persistido e evoluído para o aperto de mão de hoje.

Por que fazem o sinal da cruz?

No século dois, quando esta prática começou, era comum a honrar um governante com um gesto de respeito, seja dobrando o joelho ou prostando-se até a tocar a testa no solo, tais gestos eram maneiras rituais para mostrar humildade diante de uma pessoa de grande poder. O Sinal da Cruz tornou-se uma tal devoção à Santíssima Trindade, e agia como um sinal de reconhecimento entre os primeiros cristãos, que às vezes eram forçados a adorar em segredo. Agora, uma oração em si mesma, cada vez que fazemos o sinal da cruz que expressamos o respeito a Deus e fazemos descer as suas bênçãos sobre nós mesmos.

Por que os católicos se benzem ao entrarem e sairem da igreja?

Antigo Testamento os judeus lavadas com água antes de entrar no recinto do Templo. Partindo de um ritual familiar para os judeus, João Batista da água usada para representar o arrependimento dos pecados e purificação. Então, quando nós nos benzemos com água benta ao entrar e sair da igreja lembramos essa história. Igualmente, esse gesto se recorda do nosso batismo, pois com a água do batismo são lavados nossos pecados e renunciamos à Satanás e suas obras.

FONTE ELETRÔNICA;

 

Descoberta arqueológica confirma doutrinas e tradições católicas

Escavações arqueológicas realizadas na cidade de Megido, em Israel, revelam as ruínas de uma igreja que pode ter sido uma das primeiras da história. Segundo a perita em inscrições antigas, Leah di Segni (Universidade Hebraica de Jerusalém), “as letras, os nomes e a forma [dos mosaicos lá encontrados] apontam para antes de Constantino”. Diz ainda que a cerâmica encontrada – potes de cozinha, jarras de vinho – é “do fim do período romano”, tal como os motivos desenhados. “A decoração é romana, não bizantina. E não temos nenhuma cruz no chão, temos peixes.” (Leia mais em Cultura e arqueologia )
Os fascinantes achados do interior do templo jogam por terra as alegações protestantes contra notórias doutrinas e praticas católicas:

1- Batismo infantil por aspersão

[...]Durante os primeiros trabalhos para a construção de mais um setor da cadeia foi achado junto do local um mikveh, ou seja pia batismal. Juntamente com ele as bases de uma grande construção e também mosaicos de grandes proporções com inscrições em grego. Leia mais em Cafe Torah

Essa descoberta revela-nos que, de fato o batismo por aspersão já era uma prática existente entre os cristãos primitivos. Fica também confirmado que o pedo-batismo, ou o batismo infantil, era uma doutrina e prática da Igreja dos tempos apostólicos, e não introdução de Constantino como afirmam alguns protestantes.

[...]Na terceira e mais importante inscrição lemos “Ao Deus Yeshua ( Deus Jesus) em sua Memória”.

2- A Divindade de Cristo

Portanto, fica confirmado que o reconhecimento da natureza divina de Cristo não foi adulteração posterior da doutrina cristã promovida pela Igreja Católica, como afirmam os testemunhas-de-jeová, e sim que esse reconhecimento constituía a crença dos cristãos primitivos.

3- Iconografia Sacra

Por fim, a igreja de Megido nos revela que o uso de representações ou iconografia sacra era uma prática corrente entre os cristãos primitivos, a qual a Igreja Católica permanece fiel desde então, ao passo que as confissões protestantes a renegam sob a alegação de que são corrupções da doutrina introduzidas pelo paganismo. Entre as varias representações encontradas pelas escavações em Megido, na mesa do altar encontra-se o mosaico de uma mulher com a seguinte inscrição : “Akeptus, uma amiga de Deus, ofereceu esta mesa a Deus, Jesus Cristo, como memorial. ” a mesa em questão pode ter sido usada para a celebracao eucaristia daquela comunidade. (Leia mais em Ciência Confirma Igreja )

FONTE ELETRÔNICA;

Provas arqueológicas confirmam que o Apóstolo Pedro viveu e morreu em Roma

Testemunhos literários e prova arqueológica confirmam a Apologética Católica e refutam os argumentos contra o primado Petrino

Resolver essa pergunta é importante porque este “morrer de Pedro em Roma e ser enterrado em Roma”, capital do Império Romano, sempre foi interpretado pela Igreja como uma vontade implícita de Cristo, fundador de Cristo, fundador da Igreja, que o Bispo de Roma deve ser considerado o sucessor de Pedro e o seu Vigário na terra.

Temos testemunhos literários que confirmam tudo isso:

1- A carta do Papa Clemente de Roma aos Coríntios (ano 96). Falando da perseguição de Nero, ano 64, escreve: “Lancemos os olhos sobre os excelentes apóstolos: Pedro foi para a glória que lhe era devida… A esses homens … juntou-se grande multidão de eleitos que, em consequência da inveja, padeceram muitos ultrajes e torturas, deixando entre nós magnífico exemplo” (5,3-7; 6,1).

2- Ireneu (140-203), Bispo de Lião-França, escreveu uma obra importante “Contra as Heresias”. Nesta nos confirma a chegada de Pedro a Roma: “À maior e mais antiga e conhecida por todos, à Igreja fundada e constituída em Roma, pelos dois gloriosíssimos apóstolos Pedro e Paulo” (III, 3, 2); “Os bem-aventurados apóstolos que fundaram e edificaram a Igreja romana transmitiram o governo episcopal a Lino” (III, 3, 3).

3- Tertuliano (160-250), no escrito “Sobre o Batimo”: Não há nenhuma diferença entre aqueles que João batizou no Jordão e aqueles que Pedro batizou no Tibre” (IV, 3). O Tibre é o rio que atravessa Roma; de tal forma que Tertuliano confirma a presença de Pedro em Roma.

4- Eusébio de Cesaréia (260-340), na sua “História Eclesiástica”: “O apostolo Pedro na Judéia, empreendeu uma longa viagem além-mar… para o Ocidente, veio para Roma” (História , II, 14, 4-5). “Nero foi também o primeiro de todos os inimigos de Deus, que teve a presunção de matar os apóstolos. Com efeito conta-se que sob o seu reinado Paulo foi decapitado em Roma. E ali igualmente Pedro foi crucificado. Confirmam tal asserção os nomes de Pedro e de Paulo, até hoje atribuidos aos cemitérios da cidade” (História, II, 25, 5).

5- Ainda Eusébio refere o testemunho do Presbítero Gaio (ano 199) que viveu durante o pontificado do Papa Zefirino (199-217), no seu escrito contra Proclo, chefe da seita dos Montanistas: “Nós aqui em Roma temos algo melhor do que o túmulo de São Filipe. Possuímos os troféus dos apóstolos fundadores desta Igreja local. Vai à via Óstia e lá encontrareis o troféu de Paulo; vai ao Vaticano e lá vereis o troféu de Pedro” (História, II, 25, 6).

6- O mesmo Eusébio nos refere outros testemunhos. No livro II refere o testemunho de Dionísio bispo de Corinto (ano 170): “Tendo vindo ambos a Corinto, os dois apóstolos Pedro e Paulo nos formaram na doutrina evangélica. A seguir, indo para a Itália, eles vos transmitiram os mesmos ensinamentos e, por fim, sofreram o martírio na mesma ocasião” (História, II,25,8).

7- Orígenes, (185-253), na obra Comentários ao Gênesis, terceiro livro (conservado na História de Eusébio, III,1, 2): “Pedro, finalmente tendo ido para Roma, lá foi crucificado de cabeça para baixo, conforme ele mesmo desejara sofrer”.

Além desses testemunhos, foram encontrados e decifrados grafites anônimos dos séculos II e III escritos sobre o túmulo de São Pedro localizado durante as escavações arqueológicas realizada debaixo da Basílica do Vaticano nas décadas de 50 e 60 (do séc. XX) que confirmam a sepultura do Apóstolo Pedro em Roma: “Pedro está aqui.” (=Petros Eni) , “Pedro, pede a Cristo Jesus pelas almas dos santos cristãos sepultados junto do teu corpo”, “Salve, Apóstolo!”, “Cristo e Pedro” , “Viva em Cristo e em Pedro”, “Vitória a Cristo, a Maria e a Pedro”.

Em 1953 foi achado um antigo túmulo hebraico com a inscrição “Simão filho de Jonas”.

Provas arqueológicas.

Em 1939, o Papa Pio XII iniciou uma série de escavações debaixo da basílica de São Pedro. Nessas buscas descobriu-se, entre outros restos, o que se julga ser o túmulo de São Pedro. A descoberta foi anunciada pelo Papa Pio XII no Ano Santo, Radiomensagem de natal, 23 de dezembro de 1950:

“As escavações debaixo da Confissão mesma, pelo menos enquanto se relacionam com a tumba do Apóstolo … e seu exame científico, foram, durante este Ano jubilar, concluídas muito bem. Este resultado foi de suma riqueza e importância. Mas a questão essencial é esta: A tumba de São Pedro foi realmente achada? A tal pergunta a conclusão final dos trabalhos e dos estudos responde com um claríssimo Sim. A tumba do Príncipe dos Apóstolos foi encontrada. Uma segunda questão, subordinada à primeira, diz respeito às relíquias do Santo. Estas já foram descobertas? Na beira do túmulo foram encontrados restos de ossos humanos, que no entanto não é possível provar com certeza que pertencem aos restos mortais do Apóstolo. Isto deixa, portanto, intacta a realidade histórica da tumba. A cúpula gigantesca foi erguida justamente sobre o sepulcro do primeiro Bispo de Roma, do primeiro Papa; sepulcro originalmente muito humilde, mas sobre o qual a veneração dos séculos posteriores com maravilhosa sucessão de obras ergueu o maior templo do Cristandade”.

Paulo VI continuou as escavações. A resposta positiva a apresentou na Audiência Geral da Quarta-feira, 26 de junho de 1968: “Uma segunda questão, subordinada à primeira, diz respeito às relíquias do Santo. Elas foram encontradas? A resposta então dada pelo venerável Pontífice foi duvidosa. Novas investigações pacientíssimas e precisas foram feitas mais tarde com resultados que Nós, confortados pelo juízo de prudentes e valiosas pessoas competentes, acreditamos que seja positivo: também as relíquias de São Pedro foram identificadas… Temos razão para acreditar que foram encontrados os poucos, mas sacrosantos restos mortais do Príncipe dos Apóstolos, de Simão, filho de Jonas, do Pescador chamado Pedro por Cristo, daquele que foi eleito pelo Senhor como fundamento da sua Igreja, e ao qual o Senhor confiou as chaves supremas do seu reino, com a missão de apascentar e de reunir o seu rebanho, a humanidade redimida, até a sua última vinda gloriosa”.

Os estudos continuaram. O mesmo Paulo VI, na Audiência Geral da quarta-feira, 28 de junho de 1978, voltou ao assunto: “Sim, a prova histórica, não somente da tumba, mas também dos seus veneradíssimos restos mortais, foi encontrada. Pedro está aqui, onde a análise documentária, arqueológica, cheia de indícios e lógica finalmente nos indica… Nós temos assim o consolo de ter um contato direto com a fonte da tradição apostólica romana mais segura, aquela que nos garante a presença física do Chefe do Colégio dos primeiros discípulos de Jesus Cristo em Roma”.

* Mons. Vitaliano Mattioli, nasceu em Roma em 1938, realizou estudos clássicos, filosóficos e jurídicos. Foi professor na Universidade Urbaniana e na Escola Clássica Apollinaire de Roma e Redator da revista “Palestra del Clero”. Atualmente é missionário Fidei Donum na diocese de Crato, no Brasil.

FONTE ELETRÔNICA;
 

Cristo fundou uma Igreja, não 38 mil

No sentido mais literal e absoluto a igreja de Cristo é um corpo. Além disso, este corpo não é um grupo de corpos, como um grupo de pessoas, mas é uma entidade orgânica e espiritual, como o corpo de uma única pessoa. Mais adiante, este corpo, a verdadeira igreja cristã, não é propriamente um corpo humano, mas um corpo divino – isto é, em virtude do fato de que é o Corpo Místico de Cristo. Na verdade, embora misticamente, os verdadeiros fiéis de Cristo são os membros do corpo da Sua igreja, enquanto Ele reina no céu, como a Cabeça do corpo da Sua igreja.

“E ele é a cabeça do corpo, a igreja.” (Colossenses 1:18). “Mas agora, há muitos membros de fato, mas um só corpo … Agora você é o corpo de Cristo, e membros do membro.” (I Coríntios. 12:20-27) “Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e de seus ossos “(Ef 5:30)” Porque, como em um corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função:. Então nós, sendo muitos, formamos um só corpo em Cristo e membros uns de outro. “(Romanos 12:4-5)” Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo? “(I Coríntios. 6:15)

Agora, as passagens acima nos dão alguns esclarecimentos muito bons quanto à estrutura da Igreja de Cristo que a Igreja Católica afirma representar. No entanto, apesar da aparente clareza dos textos das Escrituras, ainda pode haver espaço para interpretações distintas, já que estas passagens não fazem uma clara referência à Unidade da Igreja. Isto é, no entanto, esclarecido nos versos abaixo:

“Haverá um só rebanho e um só pastor.” (João 10:16). “Cuidado para manter a unidade do Espírito no vínculo da paz. Um corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação. Um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Um só Deus e Pai de todos, que está acima de todos, e por todos e em todos nós. “(Ef 4:3-6). “Rogo-vos, irmãos, para marcá-los que fazem dissensões e escândalos contra a doutrina que você aprendeu, e evitá-los.” (Rom. 16:17).

Porque uma graça especial sobrenatural era necessária para consolidar definitivamente a unidade da Sua Igreja, Cristo providenciou essa graça especial sobrenatural – Ele santificou a Sua Igreja na Verdade:

“Depois de dizer estas coisas, Jesus ergueu os olhos ao céu e disse: … Pai santo, guarda-os em teu Nome, o Nome que Me deste, para que eles sejam um, assim como Nós somos um.

. . . . Consagra-os na verdade. A tua palavra é a verdade. . . que todos sejam um, como tu, Pai, em mim, e eu em ti, para que também eles sejam um em nós. . . Eu neles, e tu em mim;. Que eles sejam perfeitos em unidade…“(João 17:1-23)

Essas passagens desafiam aquilo que muitos aceitam como normal e ‘verdade’, especialmente quando se trata do cada vez maior número de denominações protestantes/evangélicas existentes pelo mundo, processo esse iniciado ha 5oo anos atrás com a reforma protestante, mas que somente agora, principalmente nos EUA tomou dimensões exponenciais. Cada uma dessas igrejas possui sua própria versão da ‘verdade’ do evangelho de Cristo. Whitcomb escreve:

Enquanto protestante, eu fazia parte de uma “cooperativa” cristã, uma “associação inter-denominacional” composta de mais de 30 mil entidades cristãs, cada uma diferente no nome, na crença, no governo, e, em menor medida, na forma de adoração. É verdade, todos eles professavam Cristo como Senhor e Salvador, e todos eles professavam pregar o Seu Evangelho – todos eles proclamaram que seu objetivo principal era a salvação das almas. A esse respeito havia de fato uma identidade comum, ou mesmice. Mas o problema ainda permanece: Eles se recusaram a se reunir no mesmo local para professarem a sua fé em Cristo como Senhor e Salvador, discordavam quanto ao que constitui Evangelho inteiro e verdadeiro de Cristo, e estavam muito em desacordo sobre o que qualifica uma pessoa para salvação eterna.

Por exemplo, um grupo protestante preservava a visão independente de que o altar e liturgia não têm nenhuma necessidade na adoração cristã. Outra defendia a ideia independente de que os sacramentos devem ser excluídos das crianças pequenas. Outra defendia a ideia independente que o homem se torna insensível ao pecado e tem certeza da salvação, uma vez que ele aceita a Cristo como seu Salvador pessoal. Outra defendia a idéia de que a adesão à Igreja de Cristo é restrita a um seleto poucos, e quando um dos poucos escolhidos sai da graça de Deus, nenhuma quantidade de arrependimento pode restaurá-lo de volta. Outra defendia a visão de que o Dia do Senhor não domingo, e sim o sábado. Outra defendia a ideia de que os poderes independentes da administração da igreja não residem com o clero, mas com os leigos da congregação local.

Sim, aqui, neste âmbito inter-denominacional havia comunhão – havia amor, um verdadeiro e genuino desejo por Cristo e Sua promessa de salvação, isso devo admitir. Mas também havia divisão, a divisão no sentido mais explícito e flagrante da palavra. Ali, sem dúvida, havia um conceito do Corpo místico de Cristo na terra que não poderia estar em consonância com o espírito único, uma só fé, o conceito de “um pastor” descrito na Bíblia.

Indiscutivelmente, independentemente da forma como a Igreja Católica se alinha com os textos bíblicos discutidos acima, alguns ainda podem reverter para as questões de dogmas católicos e da Tradição, a fim de contra-argumentar que foi dito acima. Pretendo produzir uma série de posts sobre este assunto, para os quais fornecerei links a fim de respaldar as minhas opiniões.

FONTE ELETRÔNICA;


Saiba o como provar a doutrina do Purgatório a um Cristão Evangélico

A palavra purgatório não é mencionada na Bíblia, da mesma forma que termos como ‘encarnação’, ‘Santíssima Trindade’ ou até mesmo a palavra Bíblia, não aparecem nas Escrituras. Isso, no entanto, não é motivo para negarmos a existência de um “lugar de purgação”, o qual de fato é mencionado na Bíblia.

Há várias passagens que nos indicam a existência desse tal lugar de purificação, mas vamos dar uma olhada em 1 Coríntios 3:12-15, que ao contrário de outras referências bíblicas sobre o purgatório, não pode ser refutada por protestantes evangélicos. Vamos analisar um trecho da versão O Livro, uma popular tradução da Bíblia protestante.

12 E, se alguém sobre este fundamento levanta um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha, 13 a obra de cada um se manifestará; pois aquele dia a demonstrará, porque será revelada no fogo, e o fogo testará qual seja a obra de cada um. 14 Se permanecer a obra que alguém sobre ele edificou, esse receberá *galardão. ( s.m. *Recompensa ou prêmio por serviços valiosos prestados. Honra, glória) 15 Se a obra de alguém se queimar, ele sofrerá prejuízo; mas o tal será salvo todavia como que pelo fogo.

Quando lemos esta passagem no contexto do capítulo 3, vamos notar que São Paulo se dirige a uma porção da Igreja de Cristo. Ele repreende os fiéis coríntios sobre suas ações pecaminosas, tais como divisões e ciúme, etc. No capítulo 3, São Paulo não só afirma que nossas obras são recompensadas, mas ele também lida com a qualidade das obras do homem, pelas quais cada um de nós seremos recompensados ou punidos.

O que planta ou o que rega são iguais; cada um receberá a sua recompensa, segundo o seu trabalho. 1 Cor3: 8

Se analisarmos o versículo 15 do mesmo capítulo, temos um exemplo de uma pessoa cujas obras já foram julgadas e queimadas, portanto ela “sofrerá prejuízo”, mas será finalmente salva pelo fogo. A fim de esclarecer o que isso significa, precisamos definir o que “sofrer prejuízo” representa. A expressão “sofrer prejuízo” provém de uma forma da palavra grega Zemio. Lembre-se que o grego é o idioma original dos textos bíblicos. Outras formas dessa mesma palavra grega também aparecem no Antigo Testamento com o significado de “castigo” [Exodus 21:21, Provérbios 17:26 e 19:19, etc ..]. Isso significa que Zemio foi traduzido em 1 Cor 3:15 como “sofrer prejuízo”, mas também quer dizer punição ou castigo. Portanto, a passagem 1 Cor3:12-15 nos dá uma descrição clara do Purgatório, pois é a isso que São Paulo se refere.

São Paulo faz uma analogia sobre a qualidade dos nossos trabalhos usando materiais como ouro, prata, pedras preciosas para representar uma adesão mais perfeita ao Evangelho de Cristo, e madeira, palha e restolho, que serão queimados e, pelos quais o homem “sofrerá prejuízo” ou “punição” mas no fim ele, o homem, será salvo, todavia como que pelo fogo.

Assim, em 1 Coríntios 3:12, a madeira, feno e palha (que são queimados) significam as obras de um homem que morreu em estado de justificação e foi perdoado de qualquer pecado mortal que ele possa ter cometido. Ele é, portanto, salvo, mesmo que não tenha feito reparação por todos seus pecados cometidos depois do batismo.

Outras Referências ao Purgatório:

O senhor se irritou e mandou entregar aquele servo aos carrascos, ATÉ QUE PAGASSE toda a sua dívida. É ASSIM que o meu Pai que está nos céus FARÁ convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão.” Mateus 18: 34-35

Procura reconciliar-te com teu adversário, enquanto ele caminha contigo para o tribunal. Senão o adversário te entregará ao juiz, o juiz te entregará ao oficial de justiça, e tu serás jogado na prisão. Em verdade, te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo. Mateus 5:25-26
Ou seja, em ambas passagens vemos uma referência implícita ao lugar de expiação o qual a Igreja chama Purgatório. Enquanto estamos à caminho do tribunal, uma alusão ao julgamento individual depois da morte, somos obrigados a nos reconciliar, pois adversário ( Satanás, o acusador) nos condenará diante do Juiz (Cristo Nosso Senhor) que por sua vez nos fará justiça, e seremos jogados na prisão (purgatório), até que nossas dívidas (cada pecado cometido e não expiado) sejam pagas. Essas passagens são referências ao purgatório e não ao inferno, como alguns alegam, pois afirmam que uma vez que as dívidas são pagas, o devedor ( pecador) sairá da prisão. Como sabemos, uma vez condenado, ninguém sai do inferno. Enquanto as almas do purgatório, uma vez purificadas, ascendem ao céu.

A Posição da Igreja

Neste contexto se encaixa perfeitamente a doutrina católica sobre o Purgatório. O Concílio Católico de Lyon II, definiu Purgatório da seguinte forma:

Papa Gregório X – Concílio de Lyon II, 1274:

“Porque se eles morrem na caridade verdadeiramente arrependidos antes que eles tenham feito satisfação através de dignos frutos de penitência pelos pecados cometidos e omitidos, suas almas são purificadas depois da morte por punições purgatóriais ou depurantes…” (Denzinger 464)

Um grande exemplo de um homem que foi perdoado de seus pecados graves, mas não fez reparação por eles, é encontrado no caso de Davi. Em 2 Samuel 11 (2 Reis 11 na Douay-Rheims Bíblia católica), lemos que o Rei Davi cometeu adultério com Bate-Seba. David também mandou matar o marido de Bate-Seba. Estes são os pecados mortais. Se Davi tivesse morrido naquele estado, ele teria ido para o inferno, pois 1 Coríntios 6:9 nos mostra que nenhum adúltero ou assassinos entrarão no céu. Mas Davi se arrependeu do seus pecados, quando condenados por Natã, em 2 Samuel 12.

2 Samuel 12:13 – “E disse Davi a Natã: Pequei contra o Senhor. E disse Natã a Davi, o Senhor perdoou de teu pecado, não morrerás.

O Senhor levou o pecado de Davi, e Natã, o disse que não iria morrer. ‘Morrer’ nesse contexto significa que ele não iria morrer eternamente, ou seja, perecer no inferno. A culpa do pecado foi perdoada porque Davi se arrependeu verdadeiramente e se transformou a partir dai. Mas isso significa que tudo foi acertado? Não, pois plena satisfação por seu pecado mortal não tinham sido feitas. Lemos em 2 Samuel 12:14-15 que Davi teve de sofrer a perda de seu próprio filho para fazer satisfação por seu pecado, um pecado que já havia sido perdoado.

2 Samuel 12:14-15 “… Todavia, como desprezaste o Senhor com essa ação, morrerá o filho que te nasceu. E Natã voltou para sua casa. O Senhor feriu o menino que a mulher de Urias tinha dado a Davi, e ele adoeceu gravemente.”

Isto fornece prova inegável de que a culpa de um pecado de um crente pode ser perdoada sem que a completa punição seja levada apenas pelo arrependimento. O Concílio de Trento colocou a questão desta forma:

Papa Júlio III,

Concílio de Trento, sobre o Sacramento da Penitência, Sess. 14, cap. 8, 25 de novembro de 1551 – “… é absolutamente falsa e contrária à Palavra de Deus que a culpa [do pecado] nunca é perdoada pelo Senhor, sem que a devida punição também receba remissão. Pois exemplos claros e ilustres encontram-se nos Escritos Sagrados [cf. Gênesis 3:16 f; Num. 12:14; Nm 20:11; II Reis 12:13 ss; etc].” (Denzinger 904).

Há várias referências à existência do purgatório no Antigo Testamento, bem como outras referências no Novo Testamento, mas, como visto em 1 Coríntios 3:12-15, o conceito de Purgatório é ensinado nas Escrituras e foi aceito pelos primeiros cristãos. Mas por que os antigos cristãos acreditam no purgatório e até oravam para os mortos? Faziam-no, obviamente, porque não se trata de uma doutrina inventada pelos homens, mas de uma noção claramente ensinada nas Escrituras, e também porque esse ensinamento fazia parte da tradição recebida dos Apóstolos.

FONTE ELETRÔNICA;


Como responder biblicamente aos irmãos Protestantes PARTE 1

1 — Protestantes: — Todas as verdades reveladas por Deus encontram-se na Bíblia.

O que diz a Bíblia:

“Há muitas outras coisas que Jesus fez e que, se fossem escritas uma por uma, creio que no mundo inteiro não caberiam todos os livros que teriam que ser escritos”. (Jo 21,25)

“Embora tenham muitas coisas a vos escrever, não quis fazê-lo com papel e tinta. Mas quero ir ter convosco e vos falar de viva voz, para que a nossa alegria seja perfeita”. (3 Jo 13)

“Jesus fez, diante de seus discípulos, muitos outros sinais, que não se encontram escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome”. (Jo 20, 30-31)

2 — Protestantes: — Só a Bíblia contém as regras da fé, não a tradição.

O que diz a Bíblia:

Por conseguinte, irmãos ficai firmes: guardai as tradições que vos ensinamos oralmente ou por escrito. (2Ts 2,2)

“O que de mim ouviste na presença de muitas testemunhas, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para ensiná-los a outro” (2Tm 2,2).

3 — Protestantes: O único magistério é o da Bíblia. Somente nela se pode crer.

O que diz a Bíblia:

“Ele lhes disse de novo: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, também eu vos envio. Dizendo isto, soprou sobre eles e lhes disse: recebei o Espírito Santo”. (Jo 20 20,21)

“… ide, pois, e fazei com que todas as nações se tornem minhas discípulas, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, e ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei. E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos!” (Mt 28, 19-20).

“Quem vos ouve, a mim ouve, quem vos despreza, a mim despreza e também despreza aquele que me enviou”. (Lc 10, 16).

“Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará tudo e vos recordará tudo o que vos disse”. (Jô 14,26)

4 — Protestantes: é fácil de se entender a Bíblia, quem a lê está livre de erro.

O que diz a Bíblia:

“Isto mesmo ele (Paulo) faz em todas as suas cartas, ao falar nelas desse assunto. Nelas existem pontos difíceis de se entender, que algumas pessoas ignorantes e sem firmeza deturpam, como fazem com as demais Escrituras, para a própria perdição”. (2Pd 3,16)

“Disse então o Espírito a Filipe: Aproxima-te para bem perto do carro. Filipe acelerou o passo. Ouvindo que lia o profeta Isaías, disse-lhe: Porventura, entendes o que lês? Ele respondeu: Como posso entender se não há quem me explique? E convidou Filipe a subir e sentar-se ao lado dele”. (At 8,29-31)

5 — Protestantes: Jesus não estabeleceu autoridade alguma na sua Igreja; pastores e fiéis são todos iguais.

O que diz a Bíblia:

“Em verdade vos digo: Tudo que ligardes na terra, será ligado no céu; e tudo que desligardes na terra, será desligado no céu”. (Mt 18,18)

“Olhai por vós e por todo rebanho, sobre o qual o Espírito Santo vos estabeleceu bispos para apascentar a Igreja de Deus, que ele adquiriu para si pelo sangue do seu próprio Filho”. (At 20,28)

“Aos presbíteros que estão entre vós, exorto eu, que sou presbítero como eles e testemunha dos sofrimentos de Cristo e participante da glória que há de ser revelada. Apascentai o rebanho de Deus que vos foi confiado, cuidando dele, não por coação, mas de livre vontade, como Deus quer, nem por torpe ganância, mas por devoção, nem como senhores daqueles que vos couberam por sorte, mas, antes, como modelos de rebanho. Assim, quando aparecer o supremo pastor, recebereis a coroa da glória que não murcha”. (1Pe 5,1-3)

“Nós vos rogamos, irmãos, que tenhais consideração por aqueles que se afadigam no meio de vós, e presidem no Senhor e vos admoestam. Tende para com eles um amor por causa do trabalho que eles executam. Vivei em paz uns com os outros”. (1Ts 5,12-13)

6 — Protestantes: A Igreja Catolica Romana no inicio foi a Igreja de Cristo, mas com o passar do tempo vem caindo em erros, abusos e escândalos, demonstrando que ela não é mais a Igreja de Cristo.

O que diz a Bíblia:

“Também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno nunca prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus, e o que ligares na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus”. (Mt 16, 18-19).

“Se eu tardar, saberás como proceder na casa de Deus vivo: coluna e sustentáculo da verdade”. (1Tm 3,15)

7 — Protestantes: Jesus não constituiu Pedro cabeça da Igreja na terra. Na Igreja não há outra cabeça senão Cristo. Logo não deve haver Papa.

O que diz a Bíblia:

“Depois de comerem, Jesus disse a Pedro: Simão Filho de João, tu me amas mais que estes?

— Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo, respondeu Pedro. Acrescentou Jesus: Apascenta os meus cordeiros. Uma segunda vez lhe perguntou: Simão, filho de João, tu me amas? — Sim, tu sabes que eu te amo, confirmou Pedro. Repetiu Jesus: Apascenta as minhas ovelhas. Pela terceira vez lhe disse Jesus: Simão, filho de João, tu me amas? Pedro ficou triste por ter lhe perguntado pela terceira vez: Tu me amas? E lhe respondeu: Senhor, tu sabes que eu te amo. Jesus lhe disse: Apascenta as minhas ovelhas”. (Jô 21, 15-17) .

“Simão, Simão, Satanás vos (plural, ou seja, toda a igreja) procurou para vos peneirar como trigo, mas eu roguei por ti (singular, ou seja, rogou por Pedro e por sua fé), para que a tua fé não desfaleça, e tu, uma vez convertido, confirma os irmãos”. (Lc 22 31-32)

8 — Protestantes: Jesus não constituiu bispos para governar a sua Igreja. Jesus não deu aos seus apóstolos o poder de ordenar sacerdotes; portanto, o chamado sacerdócio católico não foi instituído por Cristo.

O que diz a Bíblia:

“Olhai por vós e por todo o rebanho, sobre o qual o Espírito Santo vos constitui bispos, para apascentar a Igreja de Deus, que ele adquiriu para si pelo sangue do seu próprio Filho” (At 20, 28)

“Certo dia, enquanto celebravam o culto do Senhor e jejuavam. Disse o Espírito Santo: Separai-me Barnabé e Saulo para a obra a que os destinei. Então, depois de terem jejuado e orado, impuseram-lhes as mãos e despediram-nos. Enviados, pois, pelo Espírito Santo, desceram eles a Selêucia, e dali navegaram para Chipre” (At 13, 2-4)

“A ninguém imponhas apressadamente as mãos, não participes dos pecados de outrem. A ti mesmo conserva-te puro” (1Tm 5,22)

“Eu te deixei em Creta para cuidares da organização e ao mesmo tempo para que constituas presbíteros em cada cidade, cada qual devendo ser como te prescrevi…”(Tt 1,5)

O rito de impossição de maos ate hoje caracteriza a ordenação dos Bispos Catolicos.

9 — Protestantes: Qualquer um que esteja cheio do espírito evangélico é verdadeiro sacerdote de Cristo e pode pregar seu Evangelho sem necessidade de passar por cerimônias chamadas “ordenações” nem ser enviado por bispo ou papa.

O que diz a Bíblia:

“Portanto todo sumo sacerdote, tirado do meio dos homens, é constituído em favor dos homens em suas relações com Deus. A função é oferecer dons e sacrifícios pelos pecados. É capaz de ter compreensão por aqueles que ignoram e erram”. (Hb 5,1-2)

“Mas como poderiam invocar aqueles que não creram? E como poderiam crer aqueles que não ouviram? E como poderiam ouvir sem pregador? E como poderiam pregar se não fossem enviados? Conforme está escrito [Is 57,7]: Quão belos são os pés que anunciam a paz”. (Rm 10, 14-15)

“Portanto, consideram-nos os homens como servidores de Cristo e administradores dos mistérios de Deus” (1Cor 3,9)

“Alguém está doente? Mande chamar os presbíteros da Igreja, para que orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor”. (Tg 5,14)

10 — Protestantes: Quem crer em Jesus Cristo como salvador se salva, não é necessário fazer boas obras.

O que diz a Bíblia:

“Tudo o que fizerdes ao mais pequeninos dos Meus irmãos, o fazeis a Mim.” (Mt 25:40)

“Então o Rei dirá aos que estão à direita: – Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo, 35. porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; 36. nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim.” (Mt 25: 35)

“E se possuir o dom da profecia e conhecer todos os mistérios e toda a ciência e alcançar tanta fé que chegue a transportar montanhas, mas, se não tiver caridade, nada sou”. (1Cor 13,2)

“Não são os que ouvem a Lei que são justos perante Deus, mas os que cumprem a Lei é que serão justificados”. (Rm 2,13)

“Meus irmãos, se alguém disser que tem fé, mas não tem obras, que lhe aproveitará isso? Acaso a fé pode salvá-lo? Se o irmão ou a irmã não tiver o que vestir e lhes faltar o necessário para a subsistência de cada dia, e alguém lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos, e não lhes der o necessário para a manutenção, que proveito haverá nisso? Assim também é a fé, se não houver obras, será morta em si mesma. De fato alguém poderá objetar-lhe: Tu tens fé e eu obras. Mostra-me a tua fé sem obras e eu te mostrarei a fé pelas obras. Tu crês que há um só Deus? Ótimo! Lembra-te, porém, de que também os demônios crêem, mas estremecem. Queres, porém, ó homem insensato, a prova de que a fé sem obras é vã? Abraão, nosso pai, não foi justificado pelas suas obras quando ofereceu sobre o altar Isaac, seu filho? Já vês que a fé concorreu para as suas obras e pelas obras é que a fé se realizou plenamente. E assim se cumpriu a Escritura que diz que Abraão creu em Deus e isso lhe foi imputado como justiça e ele foi chamado amigo de Deus. Estais vendo que o homem é justificado pelas obras e não simplesmente pela fé. Da mesma maneira também Raab, a meretriz, não foi justificada pelas obras, quando acolheu os mensageiros e os fez voltar por outro caminho? Com efeito, como o corpo sem o sopro da vida está morto, assim também é morta a fé sem obras”. (Tg 2,14-25)

FONTE ELETRÔNICA;


Como responder biblicamente aos irmãos Protestantes PARTE 2 FINAL

11 — Protestantes: Jesus morreu pela salvação de todos; logo é fazer injuria a Cristo dizer que são necessárias nossas obras para a salvação, como se a redenção não fosse suficiente. A fé em Jesus é que nos merece o Reino do Céu, não as obras.

O que diz a Bíblia:

“O Filho do Homem há de vir na sua glória do seu Pai, com os anjos, e então retribuirá a cada um de acordo com o seu comportamento”. (Mt 16,27)

“Aí alguém se aproximou dele e disse: Mestre, que farei de bom para ganhar a vida eterna? Respondeu: Por que perguntas sobre o que é bom? O Bom é um só. Mas, se queres entrar na vida, guarda os mandamentos. Aquele lhe perguntou: Quais? Jesus respondeu: Estes: Não matarás, não adulterarás, não roubarás, não levantarás falso testemunho; honra pai e mãe e amarás o teu próximo como a ti mesmo. Disse-lhe então o moço: Tudo isso tenho guardado, que me falta ainda? Jesus respondeu: Se queres ser perfeito, vai, vende os teus bens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me” (Mt 19, 16-21)
12 — Protestantes: Jesus não está realmente na Eucaristia, nem quis ele dar-nos a sua carne e o seu sangue para comermos e bebermos. Isso é um absurdo forjado pela Igreja de Roma. Não há prova alguma na Bíblia de que Jesus haja estabelecido o que os católicos chamam sacrifício da missa, nem que os apóstolos hajam celebrado esta cerimônia.

O que diz a Bíblia:

“Em verdade, em verdade vos digo;aquele que crê, tem a vida eterna. Eu sou o pão da vida. Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram. Este é o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão, viverá eternamente. O pão que eu darei, é a minha carne para a vida do mundo. Discutiam entre si os judeus dizendo: Como pode este homem dar-nos a sua carne para comer? Jesus lhes respondeu então: Em verdade , em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberes o seu sangue, não tereis a vida em vós.Quem come a minhas carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. Quem come da minha carne e bebe do meu sangue, permanece em mim e eu nele” (Jô 6,47-56)

“Com efeito, eu mesmo recebi do Senhor o que transmiti: na noite em que ia ser entregue, o Senhor Jesus tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: Isto é o meu corpo, que é para vós; fazei isso em memória de mim. Do mesmo modo, após a ceia, também tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da Nova Aliança em meu sangue; todas as vezes que dele beberdes, fazei-o em memória de mim”. (1Cor 11,27-29)

“Assim, pois, quem come o pão e bebe do cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e então coma do pão e beba do cálice, pois aquele que come e bebe sem discernir o corpo [do Senhor], come a própria condenação” (1Cor 11,27-29)

“O cálice da benção que abençoamos, nãoi é comunhão com o sangue de Cristo? E o pão que partimos, não é o corpo de Cristo? Já que há um único pão, nós, embora muitos, somos um só corpo, visto que todos participamos desse único pão”. (1Cor 10,16)

“Trabalhei não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna na, alimento que o Filho do Homem vos dará, pois Deus, o Pai, o marco com seu selo”. (Jô 6, 27)

“Assim lhes disse: Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim nunca mais terá forme e o que crer em mim nunca mais terá sede”. (Jô 6, 35)

“Assim como o Pai, que vive, me enviou e eu vivo para o Pai, aquele que comer de mim viverá por mim. Este é o pão que desceu do céu. Ele não é como o que os pais comeram e pereceram; quem come deste pão viverá para sempre”. (Jô 6, 57-58)

13 — Protestantes: A crença no purgatório não tem fundamentação bíblica.

O que diz a Bíblia:

“Assume logo uma atitude conciliadora com teu adversário, enquanto estas com ele no caminho, para que teu adversário não te entregue ao juiz e o juiz ao oficial de justiça, e assim sejas lançado na prisão. Em verdade te digo: Dali não sairás, enquanto não pagares até o último centavo”. ((Mt 5, 25-26)

“Cada um veja como constrói. Quanto ao fundamento, ninguém pode pôr outro diverso do que foi posto: Jesus Cristo. Se alguém sobre esse fundamento constrói com ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno ou palha, a obra de cada um será posta em evidência. O Dia a tornará conhecida, pois ele se manifestará pelo fogo e o fogo provará o que vale a obra de cada um. Se a obra construída sobre o fundamento subsistir, o operário receberá uma recompensa. Ele mesmo, entretanto, será salvo, mas, como que através do fogo”. (1Cor 3,10-15)

14 — Protestante: Só Deus perdoa os pecados, ele não concedeu aos padres católicos o poder de perdoá-los.

O que diz a Bíblia:

“Dizendo isto, Jesus soprou sobre eles e lhes disse: Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhe-ão perdoados, aqueles aos quais não os perdoardes, ser-lhe-ão retidos”. (Jô 20,22-23).

“Em verdade vos digo: tudo o que ligardes na terra será ligado no céu e tudo quanto desligardes na terra será desligado no céu”. (Mt 18,18).

“Tudo isto vem de Deus, que nos reconciliou consigo por Jesus e nos confiou o ministério da reconciliação”. (2Cor 5,18).

“Muitos dos que receberam a fé, vinham confessar as suas práticas supersticiosas”. (At 19,10)

“Vendo o ocorrido, isto é, perdão dos pecados do paralítico, as multidões…glorificaram a Deus que deu tal poder aos homens”. (Mt 9,8).

15 — Protestantes: Em nenhuma parte da Bíblia se encontra, como ensinamento divino, a lei do celibato no ministério pastoral.

“A propósito das pessoas virgens não tenho preceito do Senhor; mas posso dar conselho, porque obtive do Senhor a misericórdia de ser digno de fé. Creio, pois, que, por causa das angustias do presente, é bom que o homem fique assim. Estás livre de mulher? Não procures mulher. Se te casares, não pecarás, se uma virgem se casa, não peca; mas essas pessoas sofrerão as tribulações da vida matrimonial, que eu quisera poupar-vos”. (1Cor 7,25-28).

“Eu quisera que estivésseis isentos de preocupações. Quem não tem esposa cuida das coisas do Senhor e do modo de agradar ao Senhor. Quem tem esposa, cuida das coisas do mundo e de agradar à esposa, e fica dividido. Da mesma forma, a mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor, a fim de serem santas de corpo e de espírito. Mas a mulher casada cuida das coisas do mundo; procura agradar o marido. Digo-vos isto pelo vosso interesse, não para armar ciladas, mas para que façais o que é mais nobre e possais permanecer junto ao Senhor sem distrações”. (1Cor 7,32-35).

“Digo às pessoas solteiras e às viúvas que é bom ficarem como eu” (1Cor 7,8).

“Jesus lhes disse: Em verdade eu vos digo, não há quem tenha deixado casa, mulher, irmãos, pais e filhos por causa do Reino de Deus, sem que receba muito mais neste tempo e, no mundo futuro, a vida eterna”. (Lc 18,29-30)

“Ele acrescentou: Nem todos são capazes de compreender essas palavras, mas somente aquele a quem é concedido. Há eunucos que nasceram assim, desde o ventre materno. Há eunucos que foram feitos eunucos pelos homens. E há eunucos que se fizeram eunucos por causa do Reino dos Céus. Quem tiver capacidade para compreender, que compreenda”. (Mt 19,11-12).

16 — Protestantes: O matrimonio não é um sacramento instituído por Jesus.

O que diz a Bíblia:

“Alguns fariseus aproximaram-se dele, querendo pô-lo à prova. Perguntaram-lhe: è lícito repudiar a própria mulher por qualquer motivo que seja? Ele respondeu: Não lestes que desde o principio o Criador os fez homem e mulher? E disse: Por isso o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá a sua mulher e os dois serão uma só carne. De modo que já não são dois, mas uma só carne. Portanto não separe o homem que Deus uniu”. (Mt 19,3-6) ver também (Mc 10,2-12)

“Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou, homem me mulher. Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a”. (Gn 1, 27-28)

“E, vós maridos, amai as vossas mulheres como Cristo amou a sua Igreja e se entregou por ela, … pois ninguém jamais quis mal a própria carne, antes a alimenta e cuida dela, como também fez Cristo com a sua Igreja, … É grande este mistério, refiro-me à relação entre Cristo e sua Igreja”. (Ef 5, 25-29)

17 — Protestantes: É um absurdo teológico ensinar ou crer que Deus tem mãe; logo Maria não pode ser chamada mãe de Deus. A veneração que os católicos tributam a Maria, é contrária a Bíblia.

O que diz a Bíblia:

“No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um varão chamado José, da casa de Davi; e o nome da virgem era Maria. Entrando onde ela estava, disse-lhe: Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo! Ela ficou intrigada com estas palavras, e pôs-se a pensar qual o significado daquela saudação. O anjo acrescentou: Não temas, Maria. Encontras-te graça junto de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, e o chamarás com o nome de Jesus. Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará na casa de Jacó para sempre, e o deu reino não terá fim. Maria, porém, disse ao anjo: Como pode acontecer isso, se eu não conheço homem algum? O anjo lhe respondeu: O Espírito Santo virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra; por isso o Santo que nascer será chamado Filho do Altíssimo. Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice, e este é o sexto mês [de gestação] para aquela que chamavam de estéril. Para Deus, com efeito, nada é impossível. Disse então Maria: Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo retirou-se”. (Lc 1, 26-38)

“Com grande grito exclamou [Isabel] : Bendita és tu entre as mulheres, bendito é o fruto do teu ventre! Donde me vem que a mãe do meu Senhor me visite?”. (Lc 1,1-41).

18 – Protestantes: Deus proibiu terminantemente no decálogo esculpir estátuas ou imagens.

O que diz a Bíblia:

“Farás um propiciatório de ouro puro, 125 cm de comprimento e 75 cm de largura. Farás dois querubins de ouro polido, nas duas extremidades do propiciatório, um de um lado do outro lado, de modo que os querubins estejam nos dois extremos do propiciatório. Os querubins com as asas estendidas por cima estarão encobrindo o propiciatório, um de frente do outro, voltados para o propiciatório. Porás o propiciatório sobre a arca, e dentro da arca o documento da aliança que te darei. Ali me encontrarei contigo, e de cima do propiciatório, no meio dos dois querubins colocados sobre a arca da aliança, eu te comunicarei o que eu ordenar aos israelitas”. (Ex 25, 10-22).

“O Senhor respondeu-lhe: “Esculpi uma serpente venenosa e colocai-a sobre um poste. Quem for mordido por uma víbora e contemplar a serpente esculpida viverá. Moises obedeceu, fez uma serpente de bronze e a colocou sobre um poste; se alguém era mordido por uma víbora, contemplava a serpente de bronze e vivia. (Nm. 21, 8-9)

“ Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que seja levantado o Filho do Homem”. (Jô 3, 14).

19 — Protestantes: A invocação aos anjos e santos é contrária à Bíblia, não devemos invocá-los.

O que diz a Bíblia:

“… que o anjo que me salvou de todo mal abençoe estas crianças, nelas sobrevivam o meu nome e o de meus pais, Abraão, Isaac, que elas cresçam e se multipliquem sobre a terra!”. (Gn 48,16).

“Pecamos contra o Senhor e contra ti. Intercede junto ao Senhor para que afaste de nós estas serpentes. Moisés intercedeu em favor do seu povo”. (Nm 21,7)

“Eu vos peço, irmãos, por nosso Senhor Jesus Cristo, e pelo amor do Espírito Santo, que luteis comigo nas orações que fazeis por mim a Deus”. (Rm 15, 30)

“… orai uns pelos outros, para que sejais curados. A oração fervorosa do justo tem grande poder. Assim Elias, que era um homem semelhante a nós, orou com insistência para que não chovesse, e não choveu na terra durante três anos e seis meses. Em seguida tornou a orar e o céu enviuo sua chuva e a terra voltou a produzir fruto”. (Tg 5,16-18)

20 — Protestantes: Os santos do céu nada sabem sobre nós; por conseguinte, ignoram os nossos pedidos; é inútil invocá-los.

O que diz a Bíblia:

“Com orações e súplicas de toda sorte, orai por todo tempo, no Espírito, e para isso vigiai com absoluta perseverança e súplicas por todos os santos”. (Ef 6,18)

Ao receber o livro, os quatro Seres vivos e os vinte e quatro Anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, cada qual com uma cítara e taças de ouro cheias de incenso, que são orações dos santos, …” (Ef 6,18)

“Moises, porém, suplicou ao Senhor, seu Deus, e disse: Por que , ó Senhor, se acende a tua ira contra o teu povo, que fizeste sair do Egito com grande poder e mão forte? — O Senhor, então, desistiu de aplicar o castigo com o qual havia ameaçado o povo”. (Ex 32, 11-14).

“No dia seguinte, Moisés disse ao seu povo: Vós cometestes um pecado grave. Todavia, eu vou subir ao Senhor; talvez consiga expiar o vosso pecado.”(Ex 32,30)

“Os filhos de Israel tiveram medo dos filisteus. Não cesses de invocar o Senhor nosso Deus, para que ele nos livre das mãos dos filisteus”. (1Sm 7,7-8).

“Irmãos, eu vos peço, por nosso Senhor Jesus Cristo, que luteis comigo nas orações que fazeis por mim.” (Rm 15,30).

“Orai por nós, irmãos”. (1Ts 5,25)

“ não desprezeis nenhum desses pequeninos, porque eu vos digo que os seus anjos no céu vêem continuamente a face do meu Pai que está nos céus”. (Mt 18,10).

“Orai por nós, porque estamos convencidos de que possuímos uma boa consciência, e com a vontade de viver bem em tudo”. (Hb 13,18).

21 — Protestantes: Não temos garantia de que os anjos e santos no céu pedem por nós, ignorância invocá-los para que intercedam por nós.

O que diz a Bíblia:

“Então falou o anjo do Senhor dos exércitos: Até quando demorarás ainda a ter piedade de Jerusalém e das cidades de Judá, contra as quais estás irado há setenta anos”. (Zc 1,12)

“Ao receber o livro, os vinte quatro Anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, cada um com uma cítara e taças cheias de incenso, que são as orações dos santos, …” (Ap 5,8)

Jesus disse: “E eu te digo: tu és Pedro e sobre está pedra construirei a minha Igreja…”. Ele disse a minha Igreja, e não as minhas Igrejas.

“Há um só Senhor, uma só Fé, um só Batismo”. (Ef 4,5)

FONTE ELETRÔNICA;