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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Líderes evangélicos preocupados com a Igreja Mundial

Censo revelou que a Igreja Mundial do Poder de Deus, liderada por Valdemiro Santiago (foto) foi uma das igrejas que mais cresceu no Brasil. Líderes religiosos se preocupam com seus ensinamentos e práticas.

No censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2010 divulgado na última sexta-feira, a Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD) foi uma das igrejas apontadas como de grande expansão no Brasil, com 135 mil fiéis e também ultrapassando as fronteiras, estando presente em 18 países.

Apesar da grande expansão, líderes religiosos e fiéis se preocupam quanto aos ensinamentos e práticas da igreja. No conceito de alguns líderes de algumas das principais denominações históricas e pentecostais, a Igreja Mundial pode ser considerada seita ou que pelo menos próxima dessa classificação.

A Igreja Presbiteriana já considerou em seu Supremo Concílio a Igreja Mundial uma seita, assim como considerou também a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).

Em entrevista ao The Christian Post, o rev. Augustus Nicodemus, pastor presbiteriano, afirmou a IMPD está enquadrada em uma linha próxima a das seitas. Segundo ele, tal linha tem como mensagem central a teologia da prosperidade, apesar de concordar com a divindade de Jesus, a autoridade das Escrituras e a Trindade.

Dentro da teologia da prosperidade eles tomam um aspecto do Cristianismo que é a “promessa de Deus de abençoar os que confiam nEle inclusive com bênçãos materiais” e tornam este aspecto como um ponto de partida para uma releitura completa do Evangelho, explica ele.

“Ao final, o que você tem não é o Evangelho puro e simples das Escrituras, ensinado por Jesus e pelos apóstolos, mas uma religião voltada para a solução dos problemas imediatos das pessoas e que relega a plano secundário – quando não esquece totalmente – aquilo que é central no Cristianismo: a reconciliação com Deus, de ricos e pobres, mediante o arrependimento dos pecados e fé na obra completa de Jesus Cristo”, afirmou Nicodemus ao CP.

Além disso, o teólogo e pastor presbiteriano apontou para a ausência de discipulado, atendimento pastoral e acompanhamento da vida dos membros nessa igreja, “girando tudo em torno dos templos, na arrecadação financeira e nas promessas de prosperidade”.

“Portanto, igrejas desta linha estão mais próximas das seitas do que de igrejas protestantes.”
Já para o apologista Jonnhy Bernardo, fundador e pesquisador do Instituto de Pesquisas Religiosas (INPR), ainda é cedo para rotular a IMPD como seita ou herética, mas confirma que a igreja segue práticas e crenças que fogem ao Protestantismo.
“A IMPD, até o presente momento, segue por um caminho próprio. É um movimento protestante no sentido de que professa elementos básicos do Protestantismo, mas não segue fielmente características peculiares do Protestantismo - há forte ênfase em cura, exorcismos, teologia de prosperidade, distorções na cobrança de dízimos e ofertas etc.”

Jonnhy também aponta para a ausência de discipulado bíblico e diz que as pessoas que recorrem às reuniões da IMPD estão em busca de cura e soluções de problemas sociais, sem um real compromisso com o Evangelho.
Consequências

Para o líder presbiteriano, as consequências de muitos seguirem tal doutrina é a produção de uma grande quantidade de desigrejados, uma “multidão de pessoas desiludidas com o Cristianismo protestante”.

O reverendo apontou que a pesquisa do IBGE sobre religiões mostrou que o número de pessoas que se dizem protestantes mas que não mais frequentam igrejas passou de 4% do total de evangélicos para 14% nos últimos anos.

“A grande maioria deste contingente é oriundo destas igrejas de ‘prosperidade’. Elas terão muita dificuldade em retornar a igrejas evangélicas em vista da primeira experiência fracassada.”

Modismos, utilização de pontos de contato, são também problemas graves que o apologista Jonnhy aponta. Segundo ele, isso pode ter um grande impacto nos crentes ou na população em geral, sendo passíveis de confusão no discernimento do que é bíblico do que é “modismo pentecostal” (ou neopentecostal).

Eles aconselha que aqueles que decidem seguir a Jesus, que busquem uma igreja evangélica pura, ou seja, livre de modismos típicos de igrejas neopentecostais ou mesmo de algumas igrejas "pentecostais” ou “onde o interesse da liderança é com sua vida, seu relacionamento com Deus e não com seu talão de cheques.”

Fonte: The Christian Post
 
FONTE ELETRÔNICA;
 

Apologista cristão diz que modismos neopentecostais beiram a heresia

Algumas igrejas evangélicas, conhecidas como igrejas neopentecostais, ultrapassaram as barreiras da esfera do protestantismo e estão à beira do caminho da heresia, afirma um apologista cristão.

O pastor João Flávio Martinez, presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisas traz à tona a questão das igrejas que “na teoria tem confissão de fé evangélica, mas na prática se assemelham mais a uma seita”.

Em uma pregação Martinez fala sobre os modismos pentecostais, citando alguns nomes de líderes conhecidos de âmbito nacional como o bispo Edir Macedo, missionário RR Soares, Sônia e Estevam Hernandes, entre outros.

Igrejas como a Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD) também são apontadas como possuindo práticas e ensinamentos que são estranhas ao Evangelho. O apologista afirma que o líder desse movimento chegou a colocar Jesus no nível de “criatura”.

“Muita gente pela tradição da religião, não entende a historia de Jesus. Alguns falam de natal, mas ninguém sabe o dia exato em que Jesus Cristo nasceu. Segundo que Jesus já existia muito antes de tudo. Ele é a imagem do Deus invisível, a encarnação do verbo.Mas ele não é sempiterno, é eterno. O pai que é Deus é sempiterno, aquele que antes dele nunca existiu como ele, nem existirá depois dele, sempre existiu e sempre existirá. A primeira obra dele foi Jesus Cristo...”, citou João Flávio ao Valdemiro como falando em um de seus estudos bíblicos (veja aqui), ao The Christian Post.

Segundo o apologista isso é fruto da falta de embasamento teológico que fundamenta esses movimentos, das quais ele chama de "movimentos contraditórios".

Martinez ainda alerta que eles (tais movimentos como a da IMPD) tem transformado a Igreja Brasileira em uma instituição que preza mais a criatura que o Criador, ou seja, que serve mais ao homem e menos a Deus.

“Os crentes são de vida espiritual supérflua e sem profundidade. A maioria das práticas de igrejas como essa não passa de ‘macumba evangélica’ e não cristianismo Bíblico.

” Pastor João Flávio urge que os fiéis “procurem uma igreja bíblica, fundamentada nos princípios da Reforma, fundamentada em Cristo e na sua Palavra.”

“Procurem o evangelho da Cruz e não o evangelho do diabo travestido de culto aos anjos. É preciso que os que querem servir Jesus entendam que Deus nos chama para a fidelidade e não para o hedonismo”, afirmou com indignação ao CP.

Fonte: The Christian Post
 
FONTE ELETRÔNICA;

segunda-feira, 2 de julho de 2012

O Católico que conhece a própria fé Evangeliza à todos e jamais deixa a Santa Igreja

Um dos maiores problemas da Igreja Católica de hoje, ao contrário do que se acredita, não encontra-se nos escândalos envolvendo o clero católico e no persistente criticismo da mídia secular na divulgação sistemática desses escândalos, principalmente na Europa e EUA, mas na inegável decadência do ensino adequado da fé, no papel cada vez mais debilitado exercido pela catequese, enquanto ferrementa das mais relevantes na Evangelização católica.

Este fenômeno, aliado à secularização das sociedades ocidentais, bem como à uma acentuada “confusão teológica” vivida pelo Ocidente Cristão e, no caso do Brasil, à influência incontestável que o movimento Evangélico Americano teve no país nos últimos 30 anos, tem causado um processo de evasão do catolicismo, acompanhado por um ressentimento contra a Igreja Católica pelos ex-católicos convertidos tanto ao secularismo quanto ao protestantismo evangélico.
O nascimento da Evangelização subsiste na Igreja, ela é a depositária da Boa-Nova a ser proclamada e esse Depósito Sagrado jamais pode ser separado, pois existe um elo entre a Igreja, Cristo e a Nova Evangelização. Foi pela Igreja Católica, a Heralda de Cristo, que o Ocidente tornou-se Cristão. Foi por ela que o Brasil, por exemplo, tornou-se a maior nação Católica do mundo. Por causa das missões, do engajamento pastoral e missionário da Igreja, é que os frutos do Cristianismo atravessaram as fronteiras do Velho Mundo e chegaram não apenas aqui, mas em cada continente, em cada país do globo. Na verdade, foi por essa mesma razão que o próprio Velho Mundo não sucumbiu ao barbarismo, ao paganinsmo ou ao domínio Islâmico; foi pela graça de Deus e pelo esforço de Igreja, que a Europa tornou-se e manteve-se durante séculos o centro gravitacional do Cristianismo.

Embora a vocação evangelizadora da Igreja tenha sido de certo modo “roubada” da Igreja Católica, não pela agressividade com que o meio protestante evangélico assuimiu um caráter de “embaixador” da Boa-Nova, mas principalmente pela passividade da própria Igreja em preservar sua verdadeira vocação, ou seja, anunciar o Evangelho à toda gente, ela vive e continua a ser uma missão de todos. Contudo, após ter conquistado para Cristo incontáveis nações e povos, a Igreja talvez tenha esquecido-se de acender o fogo do Evangelho nos coroações dos seus próprios filhos. Portanto, é importante refletirmos se a missão da Igreja consiste apenas em Evangelizar e converter à Cristo todo aquele que não O conhece, ou se ela chama-nos também à inclusão daqueles que se desviaram do caminho da Verdade.

Dentro deste contexto, torna-se inevitável o questionamento sobre a situação atual do mundo Católico. Enquanto testemunhamos um crescimento exponencial do Catolicismo na África e na Ásia, a estagnação e, por vezes, o declínio do número de católicos no Ocidente é uma realidade cada vez mais presente. É importante lembrar, porém, que pelo menos no que se refere à situação de Europa e EUA, os números desfavoráveis ao crescimento da fé Católica resultam muito mais do aumento do secularismo nestas partes do mundo do que, por exemplo, por causa do crescimento de outras religiões. No entanto, no Brasil essa realidade talvez não traduza um mesmo gráfico. Aqui, a “denominação” que mais cresce é o exército de “ex-católicos”, não necessariamente por conta do talento evangelizador do Protestantismo Evangélico, mas talvez pela deficiência ou inabilidade da Igreja alcançar o católico afastado e conduzi-lo de volta à casa do Povo de Deus.

É interessante como a tradição evangelizadora católica parece, ao longo dos séculos, ter-se concentrado em converter o ateu, o pagão, e todos aqueles que não conhecem à Cristo, enquanto a tradição protestante, principalmente no meio dito “evangélico”, nos mostra que sua “base de militância” é justamente alcançar não apenas ao católico batizado e não-praticante da fé, mas àquele que pratica e vive a fé, porém desconhece suas origens e mal pode explicá-la a quem quer que seja. Enquanto as missões Católicas deixaram-nos incontáveis mártires que derramaram o próprio sangue para levar a luz de Cristo à toda gente, algumas denominações protestantes de hoje sequer consideram o Católico como Cristão!

Deus deve ser adorado com fé, esperança e amor. . . sem dúvida, saberás todas estas coisas que estás a procurar, se tomares cuidado para saber o que deve ser acreditado, esperado e amado. Estas são as coisas mais importantes, ou melhor, as únicas coisas. . ‘. – Santo Agostinho, O Enchiridion de Fé, Esperança e Amor 3 e 4)

Quantas vezes nos deparamos com o ressentimento do ex-católico que, ao justificar sua “conversão” à Cristo fora da Santa Igreja, recita-nos uma série de argumentos notoriamente equivocados e até preconceituosos contra a fé da qual um dia compartilharam. Para muitos desses ex-católicos ressentidos, a Igreja Católica é a única responsável pelo fracasso pessoal de cada católico que deixou de seguir a Cristo, de ler e conhecer a Bíblia e, por fim, deixou de viver uma vida santa. Esse ressentimento se extende também ao âmbito teológico, causando o questionamento até mesmo a legitimidade bíblica dos sacramentos da Igreja, como a confissão, o batismo infantil, ou os dogmas Marianos, a devoção aos Santos, etc, e tornam-se, muitas vezes, os maiores críticos e perseguidores da Igreja de Cristo.

Missão do Povo de Deus
No passado (e ainda hoje), para a maioria dos católicos, evangelização era vista como um trabalho de um grupo especial dentro da Igreja, por exemplo, aqueles com uma vocação especial, missionários ou padres. Na nova evangelização, no entanto, fica claro que o chamado é para todo o povo de Deus. Assim, o papel da comunidade leiga católica será imprescindível nessa missão, pois, como declarado na Exortação Apostólica Evangelli Nuntiandi do Papa Paulo VI, a Evangelização é o maior ato de amor e o chamado para o testemunho ao amor que se pode dar.

O exemplo de Cristo deve ser a inspiração da vida de todo Católico, pois é a imitação a Cristo que nos qualifica para sermos proclamadores do Evangelho. Por outro lado, o mau católico causa mal a si, porque priva-se do crescimento espiritual e da santidade desejada por Deus, além de causar dano à Igreja, porque propaga uma impressão errada daquilo que ela ensina.

“… Estai sempre prontos a responder para vossa defesa a todo aquele que vos pedir a razão de vossa esperança, mas fazei-o com suavidade e respeito.16.Tende uma consciência reta a fim de que, mesmo naquilo em que dizem mal de vós, sejam confundidos os que desacreditam o vosso santo procedimento em Cristo.” (1 Pd 3, 15-16)

O conhecimendo da Palavra de Deus e da própria fé é um aspecto imprescíndivel dessa Nova Evangelização, pois não é possível viver o Evangelho sem conhecê-lo. Ainda, é somente pelo conhecimento da Palavra de Deus que se pode perceber aquilo o que Ele realmente espera de nós. A vida de Oração é outro aspecto importante do crescimento espiritual em Cristo. Imitemos os exemplos dos santos, e saibamos dialogar e ouvir a Deus em oração, diariamente. O melhor modo de Evangelizar é viver uma vida santa; o exemplo vale mais que muitas palavras. E finalmente, é de muita relevância, principalmente para o Católico praticante o conhecimento da própria fé, para que assim, na caridade cristã, com mansidão e sereniade, sempre que desafiado e humilhado ele saibar defender sua fé, com clareza e sobreidae, pois não é possível amar aquilo que não se conhece, bem como, não é possível defender aquilo que não se ama. ”A nova evangelização”, segundo João Paulo II, “Não é uma questão meramente de passagem na doutrina mas sim de um encontro pessoal e profundo com o Salvador. “

FONTE ELETRÔNICA;

Uma pessoa aidética pode contrair matrimônio?

Extra,Extra,foi descoberta a CURA DA GRIPE A,isto é INCRÍVEL!



Contendo óleo ungido pela Igreja Mundial do Poder de Deus, o uso deste sabonete proporciona unção de milagre em todos os campos da vida. seja na saúde, no relacionamento familiar, no crescimento financeiro, enfim em todos os setores da vida.

A Igreja Mundial do Poder de Deus, liderada pelo Apóstolo Valdemiro Santiago, homem que Deus levantou para servir de canal de milagres para todas as pessoas, é Ministério que se destaca pelo grande número de milagres obtidos para quem o procuram. É neste Ministério que buscamos o óleo ungido para compor este sabonete.

Com o uso do Sabonete Se Tu Uma Benção você poderá alcançar bênçãos, seja para você ou para seus entes queridos e amigos, mediante a fé dos homens e Graça de DEUS.

Uma forma muito especial de levar benção é colocá-lo para uso de um parente que não aceita o evangelho. A caixa é estampada, mas o sabonete em si não! Seu parente vai usar o sabonete sem sequer saber que está fazendo uso de óleo ungido. E assim vai atuando o Poder de Deus na vida desta pessoa querida.

Tratar-se de um sabonete de grande unção e uma forma de lavar-se diariamente com o Poder de Deus através do óleo consagrado, o que, sem dúvida, muda vidas.




Outro aspecto importante é um sabonete de altíssima qualidade, hidratante, com formulação e aroma muito especial, comparável aos melhores sabonetes produzidos no mundo. Afinal, é promessa de Deus que o nosso povo deve usar o melhor desta terra.

Nunca mais use um sabonete comum. A partir de agora faça uso diário do Sabonete Se Tu Uma Benção. Com certeza o que pesa e atrapalha sairá, e serão acrescentadas bênçãos pelo poder da unção existente no óleo consagrado, sempre pela Graça de DEUS.

As bênçãos são para todos. Pela misericórdia de Deus, não importa qual sua religião e se você participa de algum ministério evangélico. Certamente receberá bênçãos aquele que usar diariamente o óleo consagrado contido no Sabonete Se Tu Uma Benção, tudo para honra e glória de Nosso Senhor Jesus Cristo.

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Juízo: Antes, durante ou depois das tribulações

A maior dificuldade protestante na interpretação do Apocalipse está na salada de frutas que eles fazem com (Tribulação e a segunda vinda do Senhor). Já encontrei algumas aberrações proféticas como: Jesus ainda voltará três vezes, uma antes das tribulações para arrebatar a sua Igreja, outra durantes as tribulações para lutar ao lado dos escolhidos e uma terceira vez para julgar a humanidade; pois bem, não existe respaldo bíblico ou histórico para esse tipo de interpretação, ou seja, essa aberração profética é fruto de uma mente doentia e esquizofrênica levada ao misticismo profético.

1º) A bíblia diz que Jesus só voltará uma segunda vez, a primeira foi para obra de redenção e a segunda será para o Juízo.

“27. Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o juízo, 28. assim Cristo se ofereceu uma só vez para tomar sobre si os pecados da multidão, e aparecerá uma segunda vez, não porém em razão do pecado, mas para trazer a salvação àqueles que o esperam” (Hebreus capítulo 9)

2º) Jesus Cristo jamais afirmou que voltaria antes ou durante as tribulações, muito menos para arrebatar alguém, ele afirma que voltaria DEPOIS das tribulações, porém ele não deixou claro quanto tempo seria esse Depois.

“24. Naqueles dias, depois dessa tribulação, o sol se escurecerá, a lua não dará o seu resplendor; 25. cairão os astros do céu e as forças que estão no céu serão abaladas.

26. Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória” (Marcos capítulo 13)

3º) Mesmo que Jesus voltasse antes das tribulações (o que não é verdade), não seria para arrebatar ninguém, pois o arrebatamento será DEPOIS da ressurreição dos mortos e a ressurreição dos mortos será no ÚLTIMO dia, ou seja, depois de tudo que seja considerado tribulação.

“16. Quando for dado o sinal, à voz do arcanjo e ao som da trombeta de Deus, o mesmo Senhor descerá do céu e os que morreram em Cristo ressurgirão primeiro. 17. DEPOIS nós, os vivos, os que estamos ainda na terra, seremos arrebatados juntamente com eles sobre nuvens ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor” (I Tessalonicenses capítulo 4)

“39. Ora, esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não deixe perecer nenhum daqueles que me deu, mas que os ressuscite no último dia. 40. Esta é a vontade de meu Pai: que todo aquele que vê o Filho e nele crê, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (João capítulo 6)

4º) As tribulações foram profetizadas para aquela geração apenas durante a destruição do templo, fatos ocorridos em 70 D.C.

“2. Jesus, porém, respondeu-lhes: Vedes todos estes edifícios? Em verdade vos declaro: não ficará aqui pedra sobre pedra; tudo será destruído.... 34. Em verdade vos declaro: não passará esta geração antes que tudo isto aconteça” (Mateus capítulo 24)

Bem, sabendo disso, vamos iniciar a explicação sobre a diferença entre, tribulação e segunda vindo de Jesus Cristo; todos os textos bíblicos são bem claros em afirmar: Jesus Cristo só voltará DEPOIS das tribulações, ou seja, fatos como: volta gloriosa de Jesus Cristo, ressurreição dos mortos, juízo universal, arrebatamento, separação do bem e do mal, fim eterno do diabo, jamais ocorreriam antes ou durante as tribulações.

“29. Logo após estes dias de tribulação, o sol escurecerá, a lua não terá claridade, cairão do céu as estrelas e as potências dos céus serão abaladas. 30. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem. Todas as tribos da terra baterão no peito e verão o Filho do Homem vir sobre as nuvens do céu cercado de glória e de majestade” (Mateus capítulo 24)

“24. Naqueles dias, depois dessa tribulação, o sol se escurecerá, a lua não dará o seu resplendor; 25. cairão os astros do céu e as forças que estão no céu serão abaladas. 26. Então verão o Filho do homem voltar sobre as nuvens com grande poder e glória” (Marcos capítulo 13)
Com esses textos, foram derrubadas todas as interpretações pré-tribulacionistas.
Os textos são bem claros, Jesus Cristo voltaria DEPOIS das tribulações; o que nos resta, é saber quanto tempo seria esse DEPOIS: Seria um dia, dois dias, um mês, dois anos, duzentos anos? É ai que os protestantes escorregam, desconsiderando o texto de São Pedro onde ele diz que para Deus mil anos são como um dia, eles sugerem que jamais as tribulações ocorreram naquela geração durante a destruição do templo (o que faria de Jesus Cristo um falso profeta), pois segundo eles, Jesus Cristo ainda não voltou.

“8. Mas há uma coisa, caríssimos, de que não vos deveis esquecer: um dia diante do Senhor é como mil anos, e mil anos como, um dia. 9. O Senhor não retarda o cumprimento de sua promessa, como alguns pensam, mas usa da paciência para convosco. Não quer que alguém pereça; ao contrário, quer que todos se arrependam” (II Pedro capítulo 2)

Com esse texto da segunda carta de São Pedro, podemos concluir que após a destruição do templo (naquela geração), até os dias de hoje, se passaram dois mil anos diante dos homens, porém, diante de Deus, esses dois mil anos podem ter sido apenas dois dias. O que faz das profecias uma conclusão exata, confirmando o que Jesus Cristo mesmo profetizou: Tudo aconteceria naquela geração MENOS a sua segunda vinda, pois a sua segunda vinda só o PAI saberia.

“30. Em verdade vos digo: não passará esta geração sem que TUDO isto aconteça. 31. Passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão. 32. A respeito, porém, daquele dia (Juízo) ou daquela hora, ninguém o sabe, nem os anjos do céu nem mesmo o Filho, mas somente o Pai” (Marcos capítulo 13)

Assim fica claro, todas as tribulações ocorreriam naquela geração, porém a segunda vinda de Jesus Cristo que seria DEPOIS das tribulações só o PAI saberia.

Mas ainda há uma deturpação profética sobre a lição da figueira, onde os hereges da doutrina pré-tribulacionista usam para justificar essa heresia satânica, segundo eles, Jesus Cristo afirmou com a lição da figueira que durante as tribulações ele iria voltar, porém, eu irei provar que jamais ele disse isso, prestem atenção no texto.

“32. Compreendei isto pela comparação da figueira: quando seus ramos estão tenros e crescem as folhas, pressentis que o verão está próximo. 33. Do mesmo modo, quando virdes tudo isto, sabei que o Filho do Homem está próximo, à porta” (Mateus capítulo 24)

“28. Compreendei por uma comparação tirada da figueira. Quando os seus ramos vão ficando tenros e brotam as folhas, sabeis que está perto o verão. 29. Assim também quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o Filho do homem está próximo, às portas” (Marcos capítulo 13)
Observem que em nenhum momento Jesus Cristo diz que iria voltar durante as tribulações, ele apenas diz, quando vires as tribulações acontecendo, sabeis que ele estará à PORTA; agora eu pergunto aos pré-tribulacionistas: O que tem a ver Jesus Cristo estar à porta com a segunda vinda de Jesus Cristo?

Ai entra a inspiração divina para interpretar esse texto, Jesus Cristo diz que antes das tribulações ele jamais iria voltar, tão pouco durante as tribulações, mas depois das tribulações ele estaria à porta para voltar a qualquer momento; o difícil é saber qual é esse momento, sabendo que seria um dia qualquer onde só o PAI saberia, também sabemos que para o PAI mil anos são como um dia apenas. Por esse motivo que qualquer tentativa humana em saber quando Jesus Cristo voltará é pura ação maligna, pois ele não permitiu à nenhum homem saber, apenas deixou claro que antes e durante as tribulações ele não iria voltar, era necessário que Jerusalém pagasse por todos seus crimes em primeiro lugar, após a queda de Jerusalém (Babilônia), ele (Jesus Cristo) estaria à PORTA para voltar a qualquer momento da história da humanidade.

Para provar que as tribulações ocorreram naquela geração durante a destruição do templo, eu vou mostrar o que São Tiago bispo de Jerusalém escreveu em sua carta, lembrando que São Tiago foi martirizado dentro do TEMPLO pouco tempo antes do sitio de Jerusalém e da destruição do templo. Observem que ele afirma: O Juiz (Jesus Cristo) JÁ ESTÁ Á PORTA.

“9. Não vos queixeis uns dos outros, para que não sejais julgados. Eis que o juiz está à porta” (Tiago capítulo 5)
Assim fica evidente que as tribulações estavam ocorrendo e que a destruição do templo estava para se cumpri, o próprio apóstolos diz: Jesus Cristo está à porta, ou seja, estava se cumprindo exatamente as profecias de Jesus Cristo a respeito da lição da figueira, onde ele diz: quando vires tudo acontecer sabereis que eu estou à PORTA. Aos pré-tribulacionistas, só resta retirar a carta de São Tiago da Bíblia dizendo que ela é uma carta de palha, assim como fez o pai Lutero.

Outra grande prova de que a lição da figueira estava se cumprindo naquela geração durante a destruição do templo, está no próprio livro do Apocalipse, onde Jesus Cristo diz: Eu estou à PORTA e bato.
“20. Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e me abrir a porta, entrarei em sua casa e cearemos, eu com ele e ele comigo” (Apocalipse capítulo 3)

Agora fica no ar uma questão, qual o sinal da segunda vinda de Jesus Cristo?
“3. Indo ele assentar-se no monte das Oliveiras, achegaram-se os discípulos e, estando a sós com ele, perguntaram-lhe: Quando acontecerá isto? E qual será o sinal de tua volta e do fim do mundo?” (Mateus capítulo 24)

Essa pergunta é facilmente respondida com outra pergunta: Um ladrão deixa sinais que irá roubar a sua casa? Claro que não; segundo Jesus Cristo, a sua segunda vinda seria como a de um ladrão, ou seja, o sinal da sua segunda vinda é que não haverá sinal algum.
“42. Vigiai, pois, porque não sabeis a hora em que virá o Senhor. 43. Sabei que se o pai de família soubesse em que hora da noite viria o ladrão, vigiaria e não deixaria arrombar a sua casa. 44. Por isso, estai também vós preparados porque o Filho do Homem virá numa hora em que menos pensardes” (Mateus capítulo 24)
É de fácil interpretação esse texto, se a segunda vinda de Jesus Cristo é no momento que ninguém imaginar, é porque não haverá sinal algum, ninguém irá saber qual é esse momento, será como a vinda de um ladrão, sendo assim, tribulação não é sinal para vinda de Jesus Cristo, tribulação foi um sinal de que ele poderá voltar a qualquer momento, como eu já expliquei, quanto tempo irá durar entre tribulações até a segunda vinda de Jesus Cristo, só o PAI saberá. Até porque, se houvesse algum tipo de sinal para vinda de Jesus Cristo, ninguém precisaria orar e vigiar, pois era só esperar os sinais aparecerem e dali em diante começar a se preparar, ou seja, seria fácil e contraditório ao mesmo tempo.

Prestem atenção na comparação que Jesus Cristo faz da sua segunda vinda com os tempos de Noé e o dilúvio, no caso, os tempos de Noé seria a espera da sua segunda vinda e o dilúvio seria a sua segunda vinda.

“37. Assim como foi nos tempos de Noé, assim acontecerá na vinda do Filho do Homem. 38. Nos dias que precederam o dilúvio, comiam, bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. 39. E os homens de nada sabiam, até o momento em que veio o dilúvio e os levou a todos. Assim será também na volta do Filho do Homem” (Mateus capítulo 24)

O texto é bem claro, ninguém sabia de nada até o dia do dilúvio, ou seja, jamais alguém saberá o dia da segunda vinda de Jesus Cristo, sabemos que Jesus Cristo um dia voltará, mas quando será esse dia não sabemos, assim como no dilúvio, foi revelado que um dia o dilúvio viria, mas no dia que ele veio ninguém o esperava; por que ninguém o esperava? Simples, porque não existia sinal algum, observem no texto que todos comiam, bebiam, casavam, faziam festas, ou seja, tudo estava bem, não existia tribulação alguma como sinal. Assim se dará com a volta de Jesus Cristo, todos estarão comendo, bebendo, fazendo festas, se divertindo e de uma hora para outra Jesus Cristo voltará.

A volta de Jesus Cristo não é uma brincando de jogar tormentos divinos na humanidade, muito pelo contrario, a volta de Jesus Cristo é para julgar cada um segundo as suas obras, separar o bem do mal, levar os eleitos ao Reino Eterno e deixar os injustos para os tomentos do inferno, isso nada tem a ver com tribulação.
O que acontece no Apocalipse, assim como nos textos proféticos de (Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21), é que Jesus Cristo revela o início e o fim, por isso que no Apocalipse ele se descreve como Alfa e Omega, ou seja, início e o fim.

“8. Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que vem, o Dominador” (Apocalipse capítulo 1)
O que isso significa? Jesus Cristo estava revelando o início da Igreja com aquela geração e o fim da Igreja com a ressurreição dos mortos e o Juízo final. Qual é o erro protestante? Eles não entendem que entre tribulação (início) e juízo (fim) existiria um milênio, ou seja, um reino milenar do Messias, onde ele reina com seus Santos e Anjos NO CÉU, esse reino não é aqui na terra.
Observem que as tribulações do Apocalipse terminam no capítulo (19) com a destruição de Jerusalém, passa pelo capítulo (20) descrevendo esse milênio e só depois desse milênio vem o juízo final.

Fim das tribulações: (destruição de Jerusalém com aquela geração)
“1. Depois disso, ouvi no céu como que um imenso coro que cantava: Aleluia! A nosso Deus a salvação, a glória e o poder, 2. porque os seus juízos são verdadeiros e justos. Ele executou a grande Prostituta que corrompia a terra com a sua prostituição, e pediu-lhe contas do sangue dos seus servos. 3. Depois recomeçaram: Aleluia! Sua fumaça sobe pelos séculos dos séculos” (Apocalipse capítulo 19)

Reino milenar de Jesus Cristo e seus Santos e Anjos no céu:

“4. Vi também tronos, sobre os quais se assentaram aqueles que receberam o poder de julgar: eram as almas dos que foram decapitados por causa do testemunho de Jesus e da palavra de Deus, e todos aqueles que não tinham adorado a Fera ou sua imagem, que não tinham recebido o seu sinal na fronte nem nas mãos. Eles viveram uma vida nova e reinaram com Cristo por mil anos. 5. (Os outros mortos não tornaram à vida até que se completassem os mil anos.) Esta é a primeira ressurreição. 6. Feliz e santo é aquele que toma parte na primeira ressurreição! Sobre eles a segunda morte não tem poder, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo: reinarão com ele durante os mil anos” (Apocalipse capítulo 20)
Volta de Jesus Cristo, ressurreição dos mortos, juízo universal e arrebatamento:

“11. Vi, então, um grande trono branco e aquele que nele se assentava. Os céus e a terra fugiram de sua face, e já não se achou lugar para eles. 12. Vi os mortos, grandes e pequenos, de pé, diante do trono. Abriram-se livros, e ainda outro livro, que é o livro da vida. E os mortos foram julgados conforme o que estava escrito nesse livro, segundo as suas obras. 13. O mar restituiu os mortos que nele estavam. Do mesmo modo, a morte e a morada subterrânea. Cada um foi julgado segundo as suas obras. 14. A morte e a morada subterrânea foram lançadas no tanque de fogo. A segunda morte é esta: o tanque de fogo. 15. Todo o que não foi encontrado inscrito no livro da vida foi lançado ao fogo” (Apocalipse capítulo 20)

Ainda fica outra questão no ar, e a pergunta é: Se entre as tribulações e a volta de Jesus Cristo existe um apêndice temporal de mil anos, por que Jesus Cristo não voltou quando se completou mil anos após a destruição de Jerusalém? A resposta é simples, voltamos a nos lembrar da segunda carta de São Pedro onde ele diz que para Deus mil anos são como um dia, ou seja, os dois mil anos passados depois da destruição de Jerusalém, diante de Deus foram apenas dois dias. Ainda faltarão alguns milênios na história da humanidade para se completar o milênio divino; aos pré-tribulacionistas só lhe restam sentar, esperar e chorar.
“4. porque mil anos, diante de vós, são como o dia de ontem que já passou, como uma só vigília da noite” (Salmo capítulo 89)

Autor: Cris Macabeus Participação Antonio Cai a Farsa.

Referencias bibliográficas:

Bíblia versão dos Monges de Maredsous (Bélgica) editora Ave Maria.

FONTE ELETRÔNICA;


Sabedoria 2, 12-20: A profecia cumprida em Jesus Cristo

Muitos protestantes dizem que os livros deuterocanônicos são apócrifos. Em outras palavras, para eles esses livros não são Escritura e inspirados por Deus. Uma das razões para isso, é que dizem que não haviam profetas em qualquer um desses livros, eis alguns exemplos:

Ron Rhodes, em seu livro, “Reasoning from the Scriptures with Catholics”, p. 33 escreve:

“Além disso, nenhum livro apócrifo foi escrito por um verdadeiro profeta ou apóstolo de Deus ... Além disso, nenhum livro apócrifo contém profecia preditiva, que teria servido para confirmar a inspiração divina.”

Norman Geisler e Ralph E. em “Roman Catholics and Evangelicals: Agreements and Differences” p. 167, escreve:

“Há fortes evidências de que os livros apócrifos não são proféticos. Mas desde que profecia é o teste para canonicidade, isso elimina os apocrifos do cânon”

É bem dificil acreditar que qualquer um deles tenha estabelecido o cânon das escrituras, usando o teste de que para que um livro fosse inspirado, tivesse que conter uma profecia, primeiro eles teriam que provar que profecia o livro de Ester, Rute e etc.. contém.

No entanto, apesar da alegaçào protestante no Livro da Sabedoria capítulo 2 versículos de 12-20 é uma das mais claras passagens que contem uma profecia e apontam para uma pessoa que iria chamar-se Filho de Deus, que seria condenado à morte por pessoas invejosas. O texto diz:
“12. Cerquemos o justo, porque nos incomodai e se opõe às nossas ações, nos censura as faltas contra a Lei, nos acusa de faltas contra a nossa educação. 13. Declara ter o conhecimento de Deus e se diz filho do Senhor;14. ele se tornou acusador de nossos pensamentos, basta vê-lo para nos importunarmos; 15. sua vida se distingue da dos demais e seus caminhos são todos diferentes.16. Ele nos tem em conta de bastardos; de nossas vias se afasta, como se contaminassem. Proclama feliz o destino dos justos e se gloria de ter a Deus por pai. 17. Vejamos se suas palavras são verdadeiras, experimentemos o que será do seu fim.18. Pois se o justo é filho de Deus, Ele o assistirá e o libertará das mãos de seus adversários. 19. Experimentemo-lo pelo ultraje e pela tortura para apreciar a sua serenidade e examinar a sua resignação. 20. Condenemo-lo a uma morte vergonhosa, pois diz que há quem o visite.” (Sabedoria 2, 12 – 20)

Estas profecias acima só são encontradas no capítulo 2 da Sabedoria. Vamos verso a verso, cameçando pelo versículo 12:

“Cerquemos o justo, porque nos incomodai e se opõe às nossas ações, nos censura as faltas contra a Lei, nos acusa de faltas contra a nossa educação.” (Sabedoria 2, 12)

Um homem justo que censurar os líderes e sua educação. Vejamos como isso se cumpre em Jesus:

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, que pagais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, mas omitis as coisas mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Importava praticar estas coisas, mas sem omitir aquelas [...] Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Sois semelhantes a sepulcros caiados, que por fora parecem bonitos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda podridão. Assim também vós: por fora pareceis justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade.” (Mateus23, 23.27-28)

“Moisés não vos deu a Lei? No entanto, nenhum de vós pratica a Lei. Por que procurais matar-me?” A multidão respondeu: “‘Tens um demônio. Quem procura matar-te?’” (João 7, 19-20)

Jesus, como em Sabedoria 2, 12, é um homem justo, na verdade, perfeitamente justo. Ele condena os escribas como infratores da lei, os chama de hipocritas e ‘repreendeu-os por suas faltas conta a lei’ como em Mateus 23, 27-28. Ele os chama de infratores, e ele diz que tentarão matá-lo... Sabedoria 2, 12, fala também de homens à espreita para pegar o justo e em Mateus 26, 3 - 4 vemos os sumos sacerdotes e os anciãos fazendo o seguinte:

“Então os chefes dos sacerdotes e os anciãos do povo congregaram-se no pátio do Sumo Sacerdote, que se chamava Caifás, e decidiram juntos que prenderiam a Jesus por um ardil e o matariam.” (Mateus 26, 3-4)

Ele foi recebido como um rei pelo povo (João 12, 12-15) e por isso os governantes não poderiam fazer isso durante o dia. Jesus repreendeu-os pela quebra da lei, e os acusou de hipocrisia, então os líderes religiosos se ofenderam. O que Jesus faz para os deixarem assim? Ele expôs a sua hipocrisia. Ele os chama de infratores da lei, e que não mantem o coração da lei, como as passagens acima mostram.

Vejamos o versículo seguinte, Sabedoria 2, 13:

“Declara ter o conhecimento de Deus e se diz filho do Senhor;” (Sabedoria 2, 13)

O homem justo afirma ter conhecimento de Deus, e de fato ele tem o conhecimento exclusivo de Deus. Ele professa ser um filho de Deus. Vejamos o que diz o evangelho:

“e vós não o conheceis, mas eu o conheço; e se eu dissesse 'Não o conheço', seria mentiroso, como vós. Mas eu o conheço e guardo sua palavra” (João 8, 55)

Jesus conhece o Pai, de uma maneira única, o conhece melhor do que seus adversários, e também os chama de seguidores do diabo (Jo 8, 44).

Como mostra a Sabedoria 2, 13, ele diz ser filho de Deus, como ele se refere a Seu Pai. Jesus se refere a seu Pai, muitas vezes, como “Meu Pai” (Ver João 8, 38, 49, 54, 10, 19, 25, 29, etc), significando uma relação especial com Deus, o Pai. Ele chama a si mesmo de Filho de Deus , João 3, 18:

“Quem nele crê não é julgado; quem não crê, já está julgado, porque não creu no Nome do Filho único de Deus.” (João 3, 18)

Vejamos também como ele se refere a si mesmo como o Filho de Deus em João 5, 25

“Em verdade, em verdade, vos digo: vem a hora — e é agora — em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que o ouvirem, viverão.” (João 5, 25)

Ele se auto denomina Filho de Deus, justamente como a Sabedoria 2, 13 predisse.

Vamos ao próximo versículo em Sabedoria 2, 14:

“ele se tornou acusador de nossos pensamentos...”(Sabedoria 2, 14)

O novo testamento relata:

“Mas Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse: ‘Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações?’” (Mateus 9, 4)
“Os escribas e os fariseus observavam-no para ver se ele o curaria no sábado, e assim encontrar com que o acusar. Ele, porém, percebeu seus pensamentos e disse ao homem da mão atrofiada: ‘Levanta-te e fica de pé no meio de todos’. Ele se levantou e ficou de pé. Jesus lhes disse: ‘Eu vos pergunto se, no sábado, é permitido fazer o bem ou o mal, salvar uma vida ou arruiná-la’. Correndo os olhos por todos eles, disse ao homem: ‘Estende a mão’. Ele o fez, e a mão voltou ao estado normal. Eles, porém, se enfureceram e combinavam o que fariam a Jesus.” (Lucas 6, 7-11)

Jesus leu os pensamentos de seus acusadores, repreendeu-os por esses pensamentos, e eles reagiram conspirarando para destruir Jesus.

Vamos dar uma olhada no próximo versículo Sabedoria 2, 15:

“... basta vê-lo para nos importunarmos; sua vida se distingue da dos demais e seus caminhos são todos diferentes.”

O homem justo não fará como outros líderes “religiosos” fizeram. Vejamos o evangelho:

“Nesse tempo, chegaram-se a Jesus fariseus e escribas vindos de Jerusalém e disseram: “Por que os teus discípulos violam a tradição dos antigos? Pois que não lavam as mãos quando comem”. Ele respondeu-lhes: ‘E vós, por que violais o mandamento de Deus por causa da vossa tradição? Com efeito, Deus disse: Honra pai e mãe e Aquele que maldisser pai ou mãe certamente deve morrer. Vós, porém, dizeis: Aquele que disser ao pai ou à mãe 'Aquilo que de mim poderias receber foi consagrado a Deus', esse não está obrigado a honrar pai ou mãe. E assim invalidastes a Palavra de Deus por causa da vossa tradição.”

Como a Sabedoria 2 previa, ele não seguiu a falsa tradição dos fariseus, e eles viram suas ações como estranhas. Ele curou no sábado, e que foi ‘estranho’ a eles:

“E entrou de novo na sinagoga, e estava ali um homem com uma das mãos atrofiada. E o observavam para ver se o curaria no sábado, para o acusarem. Ele disse ao homem da mão atrofiada: “Levanta-te e vem aqui para o meio”. E perguntou-lhes: “É permitido, no sábado, fazer o bem ou fazer o mal? Salvar a vida ou matar?” Eles, porém, se calavam. Repassando estão sobre eles um olhar de indignação. E entristecido pela dureza do coração deles, disse ao homem: “Estende a mão”. Ele a estendeu, e sua mão estava curada. Ao se retirarem, os fariseus com os herodianos imediatamente conspiraram contra ele sobre como o destruiriam.” (Marcos 3, 1-6)

Novamente, eles procuram destruí-lo, como mencionado em Sabedoria 2, 12, e consideraram como “estranho” ele curar no sábado.

“Os escribas e os fariseus começaram a raciocinar: ‘Quem é este que diz blasfêmias? Não é só Deus que pode perdoar pecados?’ Jesus, porém, percebeu seus raciocínios e respondeu-lhes: ‘Por que raciocinais em vossos corações? Que é mais fácil dizer: Teus pecados estão perdoados, ou: Levanta-te e anda? Pois bem! Para que saibais que o Filho do Homem tem o poder de perdoar pecados na terra, eu te ordeno — disse ao paralítico — levanta-te, toma tua maca e vai para tua casa’. E no mesmo instante, levantando-se diante deles, tomou a maca onde estivera deitado e foi para casa, glorificando a Deus. O espanto apoderou-se de todos e glorificavam a Deus. Ficaram cheios de medo e diziam: ‘Hoje vimos coisas estranhas!’” (Lucas 5, 21-26)

Foi estranho para os fariseus Jesus ter alegado a autoridade para perdoar pecados. E o que o povo assistiu foi ‘estranho’, ‘diferentr’. Esta é uma realização da Sabedoria 2, 15.

Vamos ao próximo versículo Sabedoria 2, 16:

“Ele nos tem em conta de bastardos; (1) de nossos caminhos se afasta, como se contaminassem. (2) Proclama feliz o destino dos justos e se gloria de (3) ter a Deus por pai.”

Vamos analisar cada uma destas três características neste verso: Então, o justo irá considerar seus adversários maus, e evitará o seus caminhos. Ele se chamará o o caminho do justo de feliz, e chamará a Deus por Pai. Foram destacas essas 3 coisas específicas. Ele evita os seus caminhos como impuros, ele chama feliz o caminho do justo, e chama a Deus por Pai.

“O Senhor, porém, lhe disse: ‘Agora vós, ó fariseus! Purificais o exterior do copo e do prato, e por dentro estais cheios de rapina e de perversidade! Insensatos! Quem fez o exterior não fez também o interior? Antes, dai o que tendes em esmola e tudo ficará puro para vós!’” (Lucas 11, 39-41)

1) Vemos nesta passagem que Jesus se refere o caminho dos fariseus como imundos, e como eles são hipócritas. Estão cheio de rapina e perversidade, eles são impuros. Jesus nos diz para sermos limpo, dando esmolas e sendo justos. Então Jesus diz às pessoas para evitarem os seus caminhos, porque eles são hipocritas. Isso se encaixa com a profecia da Sabedoria 2.

Vejamos a parte 2 da realização da Sabedoria 2, 16, Mateus 5, 10:

“Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus.” (Mateus 5, 10)

2) Jesus ensina que aqueles que os que buscam a justiça serão felizes, e como eles estarão no reino de Deus, como previsto em Sabedoria 2, 16.

“Tudo me foi entregue por meu Pai e ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, e quem é o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. (Lucas 10, 22)

3) Jesus chama a Deus como seu Pai, assim como Sabedoria 2, 16 preveu. Assim, vemos três idéias neste versículo, cumpridas na vida de Cristo nos evangelhos.

Vejamos as passagens finais desta seção, Sabedoria 2, 17-20.
“Vejamos se suas palavras são verdadeiras, experimentemos o que será do seu fim. Pois se o justo é filho de Deus, Ele o assistirá e o libertará das mãos de seus adversários. Experimentemo-lo pelo ultraje e pela tortura para apreciar a sua serenidade e examinar a sua resignação. Condenemo-lo a uma morte vergonhosa, pois diz que há quem o visite.” (Sabedoria 2, 17-20)

Agora, vamos comparar com o evangelho. Agora, em Mateus 27, 41-43, vemos o seguinte:

“Do mesmo modo, também os chefes dos sacerdotes, juntamente com os escribas e anciãos, caçoavam dele: ‘A outros salvou, a si mesmo não pode salvar! Rei de Israel que é, que desça agora da cruz e creremos nele! Confiou em Deus: pois que o livre agora, se é que se interessa por ele! Já que ele disse: Eu sou filho de Deus’”. (Mateus 27, 41-43)

Sabedoria 2, 17 diz que eles verão se suas palavras são verdadeiras, no final de sua vida. Os adversários de Jesus tiveram a idéia que se ele estivesse dizendo a verdade, ele desceria da cruz e Mt. 27, 42 diz: “desça agora da cruz e nós creremos nele!”

Sabedoria 2, 18 diz que se ele realmente é o Filho de Deus, Deus vai livrá-lo,e Mateus. 27, 43 diz que se ele é o Filho de Deus, ele vai livra-lo:

“Confiou em Deus, Deus o livre agora, se o ama, porque ele disse: Eu sou o Filho de Deus!”(Mateus 27, 43)

Agora, nesta passagem, alguém verá em uma Bíblia protestante, uma referência de Mateus 27:43 ao Salmo 22, 8. Isso é porque há uma menção de “bem, se Deus está com ele, ele vai livrá-lo”(Salmo. 22, 8). Não há dúvida que também é uma referência a este Salmo, no entanto, não é uma referência completa. Apenas em Sabedoria 2, 18, vemos onde, especificamente, disse que “Pois se o justo é filho de Deus, Ele o assistirá e o libertará das mãos de seus adversários.”. Essa é uma referência muito mais completa.

Sabedoria 2, 19 relata que ele será insultado, eles zombam dele, já em Mateus 27, 43 e em verso semelhante em Lucas 23, 35-37, lemos:

“O povo permanecia lá, a olhar. Os chefes, porém, zombavam e diziam: ‘A outros salvou, que salve a si mesmo, se é o Cristo de Deus, o Eleito!’. Os soldados também caçoavam dele; aproximando-se, traziam-lhe vinagre, e diziam: ‘Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo’.” (Lucas 23, 35-37)
Eles insultam e zombam dele, tal como previsto em Sabedoria 2, 19.

Finalmente, Sabedoria 2, 20 indica que ele será condenado à morte. Ele é condenado à morte na cruz, como se fosse um criminoso comum. Dois criminosos morrem com ele, um à esquerda e um à sua direita.

Podemos ver nessa passagem de Sabedoria 2, 12-20, uma das razões por que os judeus decidiram, em Jâmnia em 90 d.C, não permitir os livros deuterocanônicos. Esta passagem em Sabedoria 2 tem muitas facetas que são cumpridas em Jesus Cristo. Ele era um homem justo. Ele conhecia Deus de uma maneira especial. Ele foi um dos que condenou os líderes religiosos da época, que procuraram em segredo prender Jesus. Ele chamou a Deus por Pai. Chamou os fariseus de hipocritas. Seus caminhos eram “estranhos”. Ele leu seus pensamentos. Ele afirmava ser filho de Deus. Ele foi ridicularizado e torturado, e foi condenado à morte como um criminoso comum, e hostilizado por seus adversários. Esta passagem é cumprida de muitas maneiras em Jesus Cristo. E somente em Jesus Cristo.
Sabedoria 13 é também usada por Paulo em seus escritos em Romanos 1, 18-23. Existem outras alusões à Sabedoria em outras partes do Novo Testamento. No entanto, esta profecia de Sabedoria 2 da vida e morte de Jesus é um testemunho mais poderoso da verdade de quem é Jesus. Isso é muita coisa para qualquer idéia de que não há profecias contidas nos livros deuterocanônicos.

Para Citar:

Matt. Apologistas Católicos. Sabedoria 2, 12-20: A profecia cumprida em Jesus Cristo. Disponível em: . Desde 28/06/2012.

FONTE ELETRÔNICA;